Empreendedorismo, Marketing Digital, Tecnologia

Aprenda agora como abrir um e-commerce com esses 6 passos!

A popularização da tecnologia e a facilidade de adquirir equipamentos conectados à internet tornam o mundo digital cada vez mais atraente para consumidores de qualquer segmento do mercado. Atualmente, adquirir calçados ou até mesmo fazer as compras básicas do mês pela internet não é mais novidade. Por isso, abrir um e-commerce deixou de ser uma inovação para se tornar uma necessidade dos empreendedores.

É por meio dessas lojas virtuais que as empresas conseguem ampliar seu público, otimizar os investimentos e maximizar os resultados mediante uma concorrência mais competitiva com outros negócios do mesmo segmento.

Mas, apesar de muitos acreditarem que abrir um e-commerce é viável apenas para grandes empresas, qualquer pessoa jurídica pode ter um comércio eletrônico. Confira, a seguir, os 6 passos para embarcar nessa jornada e esclareça suas dúvidas sobre como colocar o seu negócio na internet.

1. Estude o mercado antes de abrir um e-commerce

Assim como no mundo físico, a concorrência nas vendas online pode ser implacável. Mas seja em um ou no outro, uma empresa tem mais chances de obter sucesso se estudar seu mercado.

Por isso, pesquise seus concorrentes, analise suas propostas de negócio e acompanhe as ações de marketing. Isso certamente o ajudará a entender melhor como as outras empresas funcionam e qual diferencial elas oferecem.

Com base nessas informações e no estudo minucioso do seu público, é possível identificar com facilidade pontos falhos na concorrência e estabelecer um modelo de negócio diferenciado.

2. Definia o seu modelo de negócio

Com o estudo de mercado feito, você será capaz de pensar em estratégias para se diferenciar dos concorrentes e, dessa forma, definir o modelo de negócio da sua empresa com uma margem de erro menor.

Nesse passo, é importante que você pense em todo o processo de comércio pela internet antes mesmo de abrir um e-commerce. Ou seja, você já deve ter um planejamento de como será a produção, o processo de logística e entrega (algo muito importante em lojas virtuais) e de que forma poderá se diferenciar dos demais.

Apenas após esse processo — que pode levar alguns meses — é que você poderá partir para as questões técnicas da abertura de um comércio eletrônico. Se estiver sem inspiração, conheça 10 ideias de negócio online que geram lucro.

3. Pesquise a plataforma ideal

Sabendo o que sua empresa vai vender, para quem e como, você precisa definir uma plataforma ideal para abrir o seu e-commerce. Você pode alugar uma loja virtual, no modelo SaaS (Software como Serviço, ou Software as a Service, em inglês), ou até mesmo construir uma aplicação do zero.

O modelo SaaS tende a ser mais indicado às pequenas empresas, pois demanda investimentos menores e tempo mais curto para o lançamento do site. Já as plataformas próprias normalmente são recomendadas para grande empreendimentos.

Para escolher a plataforma ideal, imagine o seu modelo de negócio e questione se as plataformas selecionadas têm os recursos necessários, como a venda de assinaturas ou produtos digitais, fácil integração com outras ferramentas ou a possibilidade de personalizar a loja de acordo com a sua identidade visual.

Existem plataformas no mercado que oferecem até mesmo serviço de blog, o que pode contribuir para o ranqueamento do seu site nos buscadores, por meio de boas práticas de SEO.

4. Escolha um bom serviço de hospedagem

Por que escolher a plataforma antes mesmo de definir a hospedagem? É simples: algumas plataformas de e-commerce não possibilitam a instalação nos servidores da empresa.

Por isso, dependendo da plataforma definida, você sequer precisará contratar um serviço de hospedagem para deixar a sua loja virtual disponível na internet. Vale lembrar, no entanto, que esse é um ponto delicado para gestores de e-commerce.

Isso porque a estabilidade da loja na internet e a proteção dos dados dos clientes é fundamental para passar credibilidade aos consumidores. Hoje em dia, mesmo as grandes empresas depositam confiança em negócios especializados em hospedar e cuidar da segurança de lojas virtuais.

5. Explore nichos de mercado

Ao estudar o segmento em que pretende atuar e definir um plano de negócio, certamente você será capaz de visualizar nichos de mercado que podem ser explorados. Trata-se de parcelas da população que não estão satisfeitas com determinado produto ou serviço.

Esse processo de definição de produtos do e-commerce é um passo importante para que a versão virtual da sua empresa comece a se destacar e, com a ajuda de um atendimento de qualidade, transformar os consumidores em fãs da sua marca.

As empresas de moda que se especializaram em tamanhos plus size são bons exemplos de empreendimentos que souberam explorar os nichos de mercado. Elas perceberam que algumas pessoas estavam carentes de produtos de qualidade voltados a esse perfil de público e passaram a se destacar atendendo à demanda.

6. Invista em mídia online

Ainda que você execute todos os passos anteriores com atenção e dedicação, pode ser que se depare com dificuldades para manter sua loja virtual. Isso porque na internet não há limitação geográfica.

O que quero dizer é que uma loja de bairro conta com um público limitado — mesmo que invista em propaganda —, mas também com uma concorrência menor. Já na internet, os e-commerces não têm essa limitação de região física. Eles estão disponíveis para o mundo inteiro e concorrem com lojas virtuais de todo o planeta.

Por isso, ao abrir um e-commerce, você precisa estar ciente de que terá que investir em mídia online, como anúncios no Google Adwords ou campanhas publicitárias em redes sociais para tornar a sua loja virtual conhecida para um número cada vez maior de pessoas. Afinal, se a sua empresa não se comunicar com seus prospects, como eles saberão que ela existe?

Em resumo, a abertura de uma loja na internet demanda tempo para planejamento e tomada de decisões acertadas, como a definição de uma plataforma ou um servidor de hospedagem. E ainda que seu modelo de negócio seja inovador, você precisará investir em publicidade para otimizar seus resultados, focando, principalmente, em nichos do mercado.

Apesar de assustador, o processo de abrir um e-commerce não é um bicho de sete cabeças e, como dito na abertura deste post, pode maximizar os resultados de vendas, alcançando um público maior e até mesmo ampliando a margem de lucro da sua empresa.

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Segurança, Tecnologia

Invasão de sites: saiba quais os impactos de ser hackeado

Invasões de sites acontecem diariamente em todo o mundo e a todo instante. Pensando nisso, quero te fazer uma pergunta: como estão as políticas de segurança da sua empresa? O que você tem feito para evitar os ataques cibernéticos? Sua senha é segura?

Ainda não pensou sobre o assunto? Tudo bem, hoje vou falar sobre os impactos de ser hackeado, os prejuízos que as falhas de segurança podem trazer para o seu negócio e, claro, o que você precisa fazer para proteger sua empresa. Vamos lá?

Nenhum negócio está imune aos ataques virtuais

Há muita gente que pensa que basta manter o antivírus atualizado para garantir a segurança das informações, mas não é bem assim. Prova disso é a longa lista de grandes empresas que perderam fortunas por causa de ataques hackers.

A CSO, que fornece consultoria para profissionais de segurança em TI, lançou uma lista com os 17 maiores roubos de dados que aconteceram até agora. O ranking não se baseia na quantidade de dados roubados, mas nos riscos e prejuízos que as invasões a sites causaram às empresas. E o mais surpreendente é que, na maioria dos casos, mesmo as senhas protegidas por criptografia não foram o bastante para evitar os ataques.

No primeiro lugar da lista está o Yahoo! (hoje, Altaba), que em 2016 anunciou ter sido vítima do maior roubo de dados da história. Entre 2013 e 2014 a empresa sofreu ataques que afetaram 3 bilhões de contas de usuários, expondo informações como nome, datas de nascimento, endereços e até senhas.

Já em 2014, o banco JPMorgan Chase teve dados violados de 76 milhões de contas domésticas e de 7 milhões de contas de pequenas empresas. Ao invadirem o site, além de ter acesso aos dados dos correntistas, os hackers conseguiram realizar algumas operações, como transferência de fundos e fechamento de contas. E sabe qual o valor investido pela empresa em segurança? US$250 milhões ao ano!

Não se engane pensando que o seu negócio não deve ser tão visado quanto os grandes. Nenhuma empresa está protegida dos ataques cibernéticos e, portanto, todo cuidado é pouco.

As 4 invasões de sites mais comuns

Agora que você já sabe da importância de pensar na segurança dos dados de sua empresa, vou mostrar os 4 ataques mais comuns. Fique atento e evite cair em ciladas.

1. Ataques silenciosos

Os dispositivos de segurança têm se tornado mais resistentes aos malwares e vírus. Por outro lado, isso fez com que os hackers também aprimorassem os ataques. Para você ter uma ideia, esses criminosos conseguem modificar os arquivos maliciosos para evitar a detecção dos sistemas de segurança.

Esse recurso é utilizado pelos invasores para descobrir as vulnerabilidades do site. Eles entram na rede e, a partir daí, podem acessar todas as informações do negócio.

2. Ataques ao SSL/TLS

Talvez você não saiba, mas o Secure Socket Layer (SSL) e o Transport Layer Security (TLS) são protocolos de segurança que criam um canal criptografado entre o servidor e o navegador para garantir que todos os dados transmitidos sejam protegidos.

Proteção que os hackers se empenham em quebrar para atacar os dados das empresas. Eles conseguem se esconder no meio desse tráfego criptografado porque sabem que muitos negócios não contam com os recursos necessários para inspecionar o SSL e o TLS.

3. Ataques ao DNS

Você e eu utilizamos o DNS o tempo inteiro. Quando você digita “Guia Empreendedor” em seu navegador, é o servidor DNS que faz a associação entre o nome digitado e o endereço da página. Mas você sabia que os criminosos conseguem “envenenar” os servidores e que isso pode trazer muitos prejuízos?

Os hackers invadem os dados de acesso do usuário e começam a redirecionar as páginas e as informações que ele mantém na internet para um outro endereço. O problema é que muitas vezes a pessoa nem sabe que o DNS está infectado e continua a usar a internet e seu site sem problemas.

4. Ataque com sequestro

Esse tipo de ataque criminoso ocorre por meio do ransomware, um tipo de vírus que se infiltra na rede, encontra todos os dados importantes da empresa e cria um bloqueio de acesso por meio de códigos de criptografia, sequestrando esses dados.

Os criminosos colocam um valor de resgate, normalmente em criptomoeda, a fim de que o usuário possa recuperar seus dados. Para se ter uma ideia, Crysys é o nome do novo ransomware que tem atacado as empresas aqui no Brasil — ele se espalha via mensagem eletrônica.

5 melhores práticas para proteger seu negócio dos hackers

Eu sei que o cenário parece um pouco assustador e que os prejuízos podem ser irreversíveis. Ainda assim, existem cuidados básicos para proteger seu negócio dos crimes virtuais. Selecionei aqui 5 deles. Confira!

1. Suspeite de aplicativos, sites e e-mails

Sempre desconfie de tudo que você acessar ou receber pela internet, porque uma das maneiras utilizadas pelos criminosos para invadir sites é o phishing. Ele aparece em mensagens de e-mails, em anúncios virtuais e até em alguns programas.

Por isso, tenha muita atenção ao abrir mensagens ou sites que não são tão conhecidos. Além disso, evite fazer o download de links não verificados.

2. Aumente o nível de segurança da rede interna

As redes Wi-Fi se tornaram outro ponto de entrada para os criminosos acessarem computadores, contas e sites.

Se você oferece Wi-Fi para os clientes, o ideal é manter uma rede apenas para uso da empresa. Também é fundamental usar serviços de gestão e segurança da internet e instalar servidores de firewall para proteger o acesso da rede interna.

3. Use um bom programa antivírus

Eu disse que nem mesmo esses programas estão imunes às invasões, certo? Imagine, então, a vulnerabilidade da empresa que nem ao menos conta com um antivírus?

A maioria dos bons programas tem conseguido identificar a existência de vírus antes mesmo de um download. Além disso, os antivírus ajudam a bloquear a instalação de arquivos desconhecidos que podem roubar os dados do negócio.

4. Realize o backup dos seus arquivos periodicamente

Faça um levantamento das informações mais importantes do seu negócio e não deixe esses arquivos apenas no computador da empresa.

Uma ótima opção é a computação em nuvem, que garante a segurança no armazenamento de dados e é uma excelente maneira de evitar comprometer seus dados em casos de ataques cibernéticos. E não se esqueça de manter a atualização dos softwares em dia!

5. Alerte a equipe

Você sabia que o fator humano é apontado como uma das maiores brechas para os ataques virtuais? Afinal, não adianta instalar os sistemas de segurança mais sofisticados, se as pessoas que lidam com as ferramentas não estiverem atentas aos possíveis riscos.

Por isso, reúna a equipe e deixe claro os perigos do mau uso da internet e dos equipamentos. Oriente, ainda, sobre a importância de não compartilhar informações confidenciais ou trocar e-mails suspeitos.

Invasões de sites é um assunto sério e merece muita atenção, não é mesmo? Então, se você quiser saber um pouco mais sobre o assunto, dê uma olhada nos riscos e consequências dos crimes virtuais para as PMEs? Boa leitura e até a próxima!

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Comunicação, Tecnologia

O minuto na UTI: O pagamento de serviços medidos está por um fio.

A internet é ilimitada.

‍Esse conceito, que provocou uma revolução na oferta de serviços, se transformou em um princípio que está enraizado no consumidor, e não há força que possa deter esse movimento. O Spotify está aí para provar.

Tudo aquilo que puder ser virtualizado, será empacotado como serviço de uso ilimitado. Os serviços medidos, sejam cobrados por minutos, Kbps, MB, tempo de conexão etc, só vão durar até o dia em que alguém romper esse modelo. Só é questão de ‘quando’.

As tarifas telefônicas no Brasil sempre foram uma das mais caras do mundo porque nosso modelo de cobrança entre operadoras é realizado por etapas e reflete um momento absolutamente superado. Explica-se: o usuário da operadora A liga para um usuário da operadora B, entre cidades diferentes, utilizando o código de prestadora (CSP) de uma outra operadora C. A quantidade de transações na ligação é uma verdadeira salada: A paga para B, B paga para C, A paga para C, e, finalmente, A e C cobram do cliente. São diversas etapas em uma ligação, que geram despesas em cascata. No final, o consumidor paga a conta de tudo isso reunido.

Esse modelo fazia sentido em um tempo em que todo o tráfego do país passava por cabos metálicos através de centrais tradicionais. Quando a voz passou a trafegar através da internet, esse monstrengo deixou de fazer sentido.

E tudo aquilo que deixa de fazer sentido tem vida curta na internet.

Nos últimos cinco anos as operadoras tradicionais tentaram se adaptar:

  1. Criaram os planos ilimitados para a mesma operadora.
  2. Criaram planos ilimitados para qualquer operadora.
  3. Reduziram as tarifas.

Mas já era tarde. Pagar por serviço medido (ou seja: pagar por minuto) deixou de fazer sentido para o consumidor. As ligações ilimitadas migraram para os APPs.

No primeiro momento, as operadoras espernearam e tentaram taxar os APPs (Whatsapp, Netflix, etc), e agora, frente ao inevitável, oferecem uso ilimitado para os APPs de ligações.

Não há força nem poder econômico que faça isso voltar atrás.

Mas, se isso já é realidade para o consumidor, ainda não o é para as empresas. A internet tem disso: poder de massa é superior ao poder econômico.

As empresas precisam de número de telefone, de PABX, de ramais para os colaboradores e 0800, seja por obrigação legal (lei do SAC), seja por política de atendimento ao cliente. Nesse sentido, parece difícil que APPs venham a substituir os números telefônicos fixos, necessários e/ou obrigatórios para as empresas.

No entanto, tudo isso já está na nuvem. Nos mercados mais maduros, a migração para PABX Cloud já se consolidou, e em poucos anos o PABX tradicional será peça de museu.

No Brasil, com a construção de redes de dados mais robustas e eficientes, além da pulverização geográfica de redes de fibra ótica através de milhares de ISPs, as condições técnicas para virtualização de telefonia corporativa transformam o país na próxima parada para o PABX na nuvem.

No Brasil, esse serviço parece se dividir em dois modelos principais de negócio:

  • O que cobram pelo serviço medido, ou seja, cobram pelas ligações;
  • O que oferece ligações ilimitadas.

A história da internet nos mostra qual deles será o modelo de sucesso. Tarifação e contas telefônicas muito em breve farão parte de práticas superadas assim como a mobilização de recursos e investimentos em infraestrutura, além do próprio PABX.

 

Fonte: blog da iungo.

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Empreendedorismo, Tecnologia

Automação: o que é? Entenda como pode transformar sua empresa

Você já ouviu falar em automação, certo? Mas você realmente sabe quais são os benefícios dessa ferramenta para a sua empresa? Até pouco tempo atrás eu não sabia, mas, depois que entendi a importância desse recurso, decidi compartilhar com meus leitores algumas informações valiosas, pois todos devem aproveitar essa oportunidade!

A automação consiste em tornar automáticos os processos que controlam e comandam a rotina de uma empresa, a fim de otimizar as atividades. O objetivo é deixá-las mais rápidas e, ao mesmo tempo, eficientes.

Tendo isso em mente, é muito importante que você compreenda como a automação pode transformar a sua empresa. Continue a leitura deste artigo para descobrir mais detalhes sobre o tema.

Quais são os benefícios da automação?

Para te mostrar como é vantajoso a automação na sua empresa, listei os principais benefícios que ela traz. Acompanhe!

Aumento da produtividade

A automação vai ajudar o seu negócio a ampliar a produtividade sem que seja necessário contratar novos funcionários. Isso porque ela ajuda a simplificar os processos, fazendo com que a sua equipe consiga produzir com mais rapidez.

Seu impacto será ainda maior em processos burocráticos e repetitivos, permitindo que todos tenham mais tempo para focar em estratégias ou atividades mais importantes. Consequentemente, a sobrecarga de trabalho dos colaboradores diminuirá, motivando-os a sempre apresentar soluções para determinados problemas.

Redução de custos

A automação também auxilia na redução de custos.  Com ela não é necessário contratar novos funcionários para atender às demandas do negócio.

O mesmo acontece com as despesas relacionadas a papel, impressão entre outros itens administrativos, pois tudo passa a ser feito por meio de um sistema online.

Além disso, com o auxílio da automatização de processos, é possível ter um controle maior sobre o estoque, o que evita que compras em excesso sejam realizadas e elimina a necessidade de fazer aquisições de última hora.

Otimização do fluxo de trabalho

A otimização do fluxo de trabalho ajuda a sua empresa a ter um melhor desenvolvimento e, nesse quesito, a automação só vem a somar. Por meio dela, os processos poderão ser padronizados de uma maneira automática, diminuindo a necessidade de refações — que muitas vezes comprometem o progresso da empresa.

As margens de erro também são reduzidas, facilitando uma tomada de decisão mais eficiente, livre de falhas que possam prejudicar o negócio.

Melhora da qualidade dos serviços prestados

Com uma margem de erro menor, a qualidade dos serviços prestados aumenta. Isso porque a automatização consegue gerar informações precisas sobre o negócio, permitindo que o gestor tenha uma visão mais ampla dos aspectos que têm gerado bons resultados.

Além disso, a tomada de decisão consegue ser baseada em dados concretos. Isso faz com que os investimentos sejam direcionados para os setores corretos, sem comprometer o orçamento da empresa.

Em quais setores a automação pode atuar?

Agora que você já conheceu os benefícios da automação, é importante entender em quais setores ela pode ser implementada. Confira a lista dos principais, a seguir.

Gestão de clientes

Já imaginou como seria bom fazer com que seu cliente não precisasse esperar para ser atendido e como isso poderia melhorar a experiência dele com a sua marca? Pois saiba que a automatização pode ajudá-lo a alcançar esse objetivo!

Isso porque a tecnologia permite que você tenha todos os dados de seus clientes sempre à mão, incluindo o histórico de compras. Logo, é possível fazer uma análise de crédito rápida e criteriosa para possibilitar as futuras compras.

Gestão de contratos

gestão de contratos é uma área muito importante dentro de uma empresa, pois é por meio dela que são estabelecidos os deveres e direitos do empresário, fornecedores, clientes, prestadores de serviços etc.

Por esse motivo, tudo precisa ser feito com máxima eficiência, pois os documentos produzidos vão proporcionar a você um ótimo suporte em casos de ações judiciais. Além disso, poderão livrá-lo de prejuízos em situações de cobranças indevidas.

Nesse sentido, a automatização vem para ajudá-lo a organizar esses documentos. Alguns softwares já oferecem modelos prontos de contratos, fazendo com que você apenas tenha que eliminar ou acrescentar algumas informações.

Gestão de marketing

As campanhas de marketing precisam ser mensuradas, a fim de verificar se elas estão dando o retorno esperado. Nesse sentido, a automação se torna fundamental, pois ela possibilita que você tenha acesso a dados importantes que fazem toda a diferença na hora de planejar novas ações de marketing.

E mais, existem sistemas que criam anúncios automáticos: basta programá-los para serem lançados em determinada data e o sistema se encarrega das próximas etapas. Isso otimiza o tempo da equipe e facilita a criação de novas estratégias.

Gestão comercial

A gestão comercial tem participação direta na rentabilidade e faturamento do negócio. Assim, é importante automatizá-la, pois, dessa forma, será possível ter um controle maior das suas despesas, das vendas e também da tomada de decisões.

Gestão financeira

gestão financeira é a base de qualquer negócio. Na falta dela, todos os setores perecerão, afinal, sem um bom fluxo de receita não há como a empresa pagar suas obrigações. Sendo assim, é importante que você compreenda que a automação pode se tornar uma grande aliada nesse setor.

Existem sistemas que oferecem gráficos e relatórios que facilitam a rotina do gestor financeiro. Ademais, muitos deles emitem alertas com avisos sobre a proximidade da data de vencimento de contas a pagar, evitando que a empresa tenha que arcar com juros e multas desnecessárias por falta de atenção.

Por fim, o fluxo de caixa também é otimizado. Assim, o gestor pode observar gargalos que estão impedindo o crescimento do negócio.

Percebeu como a automação pode beneficiar a sua empresa em todos os setores? Então, o que você está esperando para implementá-la em seu negócio? Saia na frente da concorrência e aproveite ao máximo as vantagens desse recurso!

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Empreendedorismo

Empreendedorismo digital: o que é e como entrar nessa tendência?

Você já pensou em empreender com comodidade? Imagine ter o seu próprio negócio e ainda garantir aquele tempinho com a família. Seria um sonho, não é mesmo? No entanto, muitos empreendedores não sabem que isso é possível. Para tanto, basta adotar um simples modelo de negócio: o empreendedorismo digital.

Sabendo disso, no post de hoje, vou trazer para você o conceito desse tipo de negócio, quais vantagens ele oferece e o que é necessário para começar. Continue a leitura e confira!

O que é empreendedorismo digital?

Esse é um conceito que se baseia na estratégia de estruturar um empreendimento focando principalmente no meio digital. Basicamente, isso quer dizer que o modelo de negócio vai oferecer produtos ou serviços pela internet.

Nessa linha, é possível atuar de várias maneiras: desenvolvendo produtos próprios — como material digital, apostilas, cursos, conteúdo etc. —, comercializando mercadorias de terceiros, entre outras opções.

Quais são as principais vantagens dessa estratégia?

Tem custo baixo

O maior beneficio para quem pretende empreender escolhendo esse modelo é que, diferentemente de um empreendimento tradicional, não será necessário investir muito dinheiro para começar o negócio.

O fato de um empreendimento digital não precisar de uma estrutura física complexa, como local para armazenamento, escritórios, máquinas industriais e diversos funcionários, permite que os custos para manutenção sejam reduzidos, e o investimento inicial, mais baixo.

Oferece flexibilidade

Outro aspecto que chama a atenção para esse tipo de negócio é a possibilidade de trabalhar no momento mais favorável e da maneira mais conveniente.

Cada pessoa tem um horário preferido para realizar as suas atividades, assim como uma forma específica de executá-las. Entretanto, em uma empresa comum, você está restrito aos horários predefinidos, assim como aos procedimentos estabelecidos para as tarefas.

Já um negócio digital assegura flexibilidade e uma melhor qualidade de vida ao permitir conciliar a rotina pessoal e o trabalho.

Não sofre com barreiras geográficas

Em negócios tradicionais, muitas vezes o empreendedor fica restrito a negociar com clientes que residam nos arredores da empresa. No entanto, no empreendedorismo digital não há essa barreira geográfica para os negócios. Você pode vender para qualquer lugar do Brasil e, inclusive, do mundo! Com isso, é possível obter um lucro maior.

Proporciona mais oportunidades

A consequência direta de não haver barreiras geográficas é que as possibilidades são muito maiores. Além do mais, os negócios digitais não fecham as portas durante o período da noite, ou mesmo no decorrer de feriados e fins de semana. Com isso, é possível realizar vendas por um período maior de tempo.

Imagine a quantidade de pessoas que existem por aí. Agora, considere que boa parte delas têm ido à internet antes de comprar um produto, e que os próprios buscadores as direcionam para lojas em que é possível encontrar o que estão procurando.

Assim, é possível perceber como um negócio virtual, com credibilidade e bem ranqueado no Google, consegue atrair mais clientes do que uma empresa física pode suportar.

Mas, o que é preciso para ser um empreendedor digital?

Ao decidir empreender pela internet, é fundamental ser muito curioso, isto é, sair em busca de todas as informações necessárias para se tornar um especialista no assunto. Afinal, só assim é possível oferecer algo relevante para a audiência.

Além disso, é preciso ter uma imensa vontade de ajudar as pessoas e resolver seus problemas. Também é essencial gostar de produzir conteúdo e, é claro, sentir-se à vontade com a internet e seu funcionamento.

Quais são os passos para começar?

Escolha um nicho de mercado

Primeiramente, é necessário avaliar o mercado e tentar identificar carências. Todo mercado é amplo e se organiza em segmentos com particularidades e necessidades mais específicas. Assim, é possível que você observe que um determinado serviço não lhe atende da maneira esperada, isto é, que precisa ser melhorado. E é exatamente aí que reside uma oportunidade.

Para facilitar a escolha, você deve listar as habilidades, interesses, assuntos e atividades que domina. Nesse sentido, é importante priorizar as tarefas que você gosta, desse modo, será mais fácil e prazeroso trabalhar. Também é fundamental acompanhar as tendências do mercado e oferecer uma solução certeira para o público que escolhido.

Crie um canal com o cliente

Após determinar um público, você deve selecionar um meio para entrar em contato com ele. Você pode criar um site ou um blog, fazer vídeos para o YouTube, elaborar cursos online ou construir uma loja virtual, por exemplo. O importante é optar pela ferramenta que tenha mais a ver com você e seu cliente.

Vale ressaltar que, ao optar por um blog ou site, é fundamental comprar um domínio, pois isso permite a criação de uma marca exclusiva e evita problemas no futuro.

Conquiste audiência

O passo seguinte é produzir conteúdo relevante, pois assim é possível atrair e conquistar audiência para os seus canais de comunicação. Para isso, você pode contar com o marketing de conteúdo e, assim, assegurar um melhor ranqueamento e mais visibilidade para a sua página.

Essa estratégia consiste em produzir materiais que instruam e esclareçam as dúvidas da sua audiência. Dessa forma, seu negócio ganha credibilidade, e o tráfego do seu canal aumenta, colocando sua página nas primeiras posições do Google.

Uma melhor colocação nos buscadores permite que você seja encontrado mais facilmente por membros do nicho de mercado escolhido. Com isso, você pode obter mais visitas e, consequentemente, um maior número de vendas.

Divulgue seu negócio

De nada adianta realizar as ações anteriores, como escolher um nicho, desenvolver um produto e criar uma página na internet, se as pessoas não sabem da sua existência.

Bons conteúdos podem trazer uma grande visibilidade, contudo, no início, não é fácil conseguir muita audiência. No entanto, existem alternativas para contornar esse problema! Você pode divulgar o seu negócio nas redes sociais ou até mesmo utilizar os anúncios pagos no Google Ads e Facebook Ads para isso. Assim, é possível assegurar que seu empreendimento será visto pelo público e se tornará conhecido.

Ao empreender, é comum se sentir preso às obrigações e não ter tempo para muitas coisas — essa é a realidade da maioria dos empresários. Entretanto, após considerar esses pontos, você será capaz de perceber como o empreendedorismo digital pode oferecer melhor qualidade de vida, maior flexibilidade e, além de tudo, levar o seu negócio para um novo nível. E o melhor: sem a necessidade de um grande investimento.

E então, este post esclareceu o tema empreendedorismo digital? Restou alguma dúvida? Se sim, não perca tempo e deixe um comentário no post. Ficarei feliz em ajudar você!

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