Segurança, Tecnologia

Como mensurar a qualidade de acessos do meu site?

Migrar um negócio para o mundo digital não é um bicho de sete cabeças, mas gerir um e-commerce pode assustar muitos administradores e demandar tempo considerável para transformá-lo em um sucesso de vendas. Isso porque não basta ter muitas visitas ao endereço virtual: é necessário que elas sejam de qualidade. Por isso, é importante conhecer as principais ferramentas de monitoramento e gestão de site para otimizar os resultados e obter uma qualidade de acessos cada vez maior. Isso é possível por meio de aplicações específicas e técnicas de gestão de tráfego.

Para ajudá-lo a fazer isso sem perder tempo e investindo pouco, relacionei uma série de dicas para você mensurar a qualidade dos acessos e qualificá-los ainda mais. Aproveite!

Analisando os dados de acesso ao seu site

Antes de começar a aplicar uma estratégia de qualificação de acessos ao seu site, é importante analisar a situação atual dele. Dessa forma, você poderá identificar um ponto de partida e definir melhor suas metas, assim como o caminho que deverá percorrer até seus objetivos.

Uma das principais ferramentas para tal é gratuita e oferecida pelo Google: o Analytics. Por meio desse sistema, você pode acompanhar o tráfego de todas as páginas do seu domínio virtual e até mesmo identificar o perfil dos usuários. No entanto, é preciso cautela, pois por mais avançados que sejam os processos de coleta de dados do Google, o Analytics não é capaz de capturar exatamente quem está acessando o seu site.

Mas com os dados gerados pelo Google Analytics, como número de visitas, quantidade de acessos, dados de mercado e algumas informações demográficas dos usuários, você fica mais preparado para tomar decisões estratégicas, tais como melhorar o conteúdo ou layout do site.

Um bom exemplo disso é analisar a taxa de rejeição de uma página, seja ela institucional ou de um produto de sua loja virtual. Se esse dado está alto, significa que as pessoas acessam o conteúdo e logo saem do seu site. Tal informação pode gerar uma reflexão sobre a experiência do usuário na página ou até mesmo quanto ao preço do produto anunciado nela.

Existem outras ferramentas de análise de sites, como o Moz Analytics, mas a opção do Google ainda é uma das mais completas e de fácil utilização, além de contar com um processo de instalação simplificado.

Melhorando a qualidade de acessos

Talvez a meta mais difícil do gestor de um site seja melhorar a qualidade dos acessos. No entanto, isso não precisa ser visto como uma tarefa impossível. Demanda trabalho sim, mas é um esforço que gera ótimos resultados para a empresa.

A seguir, aponto algumas das principais formas de qualificar os acessos ao site da sua empresa e por que elas são essenciais. Recomendo que você execute todas as ações abaixo para otimizar seus resultados.

Invista em estratégias de SEO

Otimizar o conteúdo das páginas de um site e configurar seus principais recursos — o que chamamos de otimização de SEO — é uma das melhores estratégias para melhorar a qualidade de acessos orgânicos (não pagos).

Isso porque ao parametrizar corretamente as imagens, palavras-chave e tags de programação que não são exibidas ao usuário final, mas que são lidas pelos buscadores, a leitura do seu site melhora tanto para o usuário quanto para os mecanismos de buscas de sites como o Google e o Bing.

Você pode, inclusive, fazer uma validação do estado do SEO atual do seu site por meio de ferramentas gratuitas na internet, como o SEO Analytics, do Neil Patel — conhecido como um dos melhores empreendedores pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e pelas Nações Unidas.

Restringir a visualização do site

Se a sua empresa é um delivery de comida japonesa, por exemplo, e recebe pedidos por meio do seu site na internet, o seu público é bem definido. Muito provavelmente não é de seu interesse ter muitos acessos originados de outras cidades, Estados e até países de outros continentes.

Para qualificar melhor os acessos, você e sua equipe de TI podem definir restrições de acesso, seja por idioma ou endereços de IP, por exemplo. Dessa forma, apenas usuários que realmente interessam ao seu negócio poderão navegar pelo seu site. Os demais podem ser redirecionados para uma página específica e limitada.

Bloquear o acesso de robôs

Identificar comportamentos não humanos em seu site e definir bloqueios para eles é outra excelente maneira de otimizar os acessos à sua página. Além de reduzir o consumo das franquias de tráfego que geralmente são cobradas pelos servidores de hospedagem, você reforça a segurança do seu endereço na internet.

Afinal, com o bloqueio desse tipo de acesso, dificilmente seu site sofrerá ataques de hackers ou qualquer outro sistema automatizado de coleta de dados. No entanto, é preciso contar com ajuda especializada para não acabar restringindo também o acesso de robôs de buscadores como o Google.

Redirecionar os visitantes internacionais

Se a sua empresa faz transações comerciais com outros países, é muito provável que seu site conte com um número expressivo de visitas de pessoas de outras nacionalidades.

Nesse caso, você pode redirecionar o acesso dessas pessoas para o site de seus representantes. Dessa maneira, você otimiza as vendas do seu negócio, evitando transações mais caras para seus clientes e até mesmo dispensando a necessidade de manter um site em diversas línguas.

Limitar ou proibir o download de arquivos e dados

Segurança digital é, ou deveria ser, a base para qualquer empresa que se propõe a manter presença no mundo virtual. E esse quesito não é importante apenas para os seus clientes, mas também para você e seus investidores.

Qualquer descuido nesse aspecto pode causar grandes danos à empresa, pois deixa os dados à mercê de hackers. Por isso, é importante proibir o download de arquivos ou limitar o acesso por tipo ou tamanho específicos.

Essa falha aconteceu recentemente com um banco digital brasileiro, que teve 40 GB de dados de seus clientes e colaboradores expostos na internet. Além do prejuízo para a imagem da empresa, disponibilizar dados pessoais de clientes para qualquer pessoa na rede mundial de computadores podem causar danos irreparáveis.

Como você pôde ver, melhorar a qualidade de acessos ao seu site é algo a ser considerado para o seu negócio — e nem sempre isso demanda muitos esforços ou investimentos de grande porte.

Contar com ferramentas reconhecidas, profissionais com conhecimento técnico e softwares seguros é a base para tal processo de qualificação dos acessos.

Se você gostou do conteúdo, não deixe de compartilhar nas suas redes sociais, para que essa dica tão importante ajude o máximo de empreendedores!

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Finanças e Tributos, Tecnologia

Nota fiscal: 7 principais dúvidas respondidas neste post

O que você sabe sobre nota fiscal? Esse documento é fundamental para atestar a credibilidade de uma empresa e garantir algumas vantagens ao consumidor. Afinal, sem a nota, não há como conhecer a procedência e assegurar a durabilidade dos produtos, não é mesmo?

No entanto, muitos empreendedores não entendem a importância das notas fiscais para suas empresas. Com isso, se veem cheios de dúvidas a respeito delas e, além de tudo, sobre como utilizá-las.

Sabendo disso, para esclarecer essas incertezas de uma vez por todas, no post de hoje vou responder as principais questões sobre nota fiscal. Continue lendo e confira!

1. O que é uma nota fiscal?

Basicamente, a nota fiscal é a comprovação de que ocorreu uma venda ou prestação de serviço. Trata-se, portanto, de um documento de grande importância, tanto para a empresa quanto para o cliente.

Ela é fundamental para que a companhia possa ter um registro de suas vendas, esclarecer os impostos incidentes e, assim, facilitar a gestão fiscal.

Também é essencial para o cliente, pois por meio dela é possível obter benefícios, como suporte técnico em assistências e crédito fiscal. Além disso, por ser um documento que certifica o acontecimento de uma compra, pode ser usada para os registros financeiros.

2. Quais são as companhias que precisam emitir nota fiscal?

A emissão de nota fiscal é uma obrigação das empresas que contribuem para o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) ou para o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados).

No entanto, essa ação é facultativa para negócios enquadrados no regime Simples Nacional ou MEI (Microempreendedor Individual).

Se você ainda estiver com dúvidas quanto à natureza do seu negócio e, consequentemente, sobre a obrigação de emitir notas fiscais, busque mais informações no site da Secretaria da Fazenda do seu Estado ou no portal NF-e.

3. Qual tipo de emissão minha empresa deve fazer?

O tipo de emissão depende das atividades que o negócio efetua. Confira abaixo os modelos de nota fiscal existentes:

  • Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e): deve ser emitida por companhias que prestam serviços;
  • Nota Fiscal Eletrônica (NF-e): obrigatória para indústrias e comércios;
  • Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e): obrigatória para empresas que fazem o transporte de mercadorias;
  • Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica (NFC-e): deve ser passada exclusivamente para o cliente final.

4. O que é natureza de operação?

A natureza de operação é o componente da nota fiscal que faz referência ao tipo de atividade realizada com o item negociado.

Existem várias classes de operações, entre elas podemos destacar:

  • Nota Fiscal de Venda: para transação comercial com a entrega do produto;
  • Nota Fiscal de Retorno: para o acompanhamento de itens, como no caso de consertos;
  • Nota Fiscal de Remessa: voltada para o acompanhamento de bens que já contavam com um registro de operação, como remessa de venda;
  • Nota Fiscal Complementar: visa o ajuste da quantidade de mercadorias, valores e impostos de uma nota fiscal anterior;
  • Nota Fiscal de Devolução: serve para anular uma operação e devolver o item ao emissor original;
  • Nota Fiscal de Entrega Futura: necessária quando o faturamento acontece antes da entrega do produto e, só então, é emitida a nota de remessa;
  • Nota Fiscal de Venda Consignada: utilizada para a venda consignada;
  • Nota Fiscal de Venda à Ordem: é necessária quando o empreendimento solicita que o próprio fornecedor entregue o produto ao cliente.

5. Como fazer a emissão de notas fiscais?

Se o seu negócio for comercial ou industrial, primeiramente é necessário ter uma inscrição estadual. Geralmente, ela é obtida no processo de abertura do CNPJ da empresa.

Em seguida, você deve verificar se, segundo a legislação, a emissão de notas físicas ou eletrônicas é obrigatória para a sua companhia. Para o caso de notas físicas, é necessário contar com uma Autorização para Impressão de Documentos Fiscais (AIDF) para a confecção das notas. Já para as eletrônicas, você precisa de uma habilitação na Secretaria de Estado da Fazenda (SEFAZ) e um sistema de gestão que possibilite a emissão das notas fiscais.

Para o caso de empresas prestadoras de serviços, a emissão de notas fiscais eletrônicas ocorre vinculada à Prefeitura do município de operação.

Finalmente, a emissão é realizada por meio do preenchimento dos dados de toda a transação, como o modelo do produto, quantidade, data etc.

6. O que é um emissor de notas fiscais?

Um emissor de notas fiscais é um software que gera esse tipo de documento com rapidez e facilidade. Normalmente, ele vem integrado a uma ferramenta de gestão, que controla vários setores da empresa, além de emitir as notas.

Dessa forma, o emissor altera o estoque, preenche todos os dados da nota fiscal, adiciona a quantia ao faturamento e se integra, inclusive, ao seu ponto de vendas no balcão ou loja virtual.

Além de tudo, plataformas como o GestãoCLick permitem realizar diversas atividades, como imprimir ou enviar DANFE por e-mail, baixar ou importar XML, além de emitir NF-e com certificado A1 ou A3, NFS-e e NFC-e.

Assim, um emissor de notas fiscais auxilia e melhora toda a gestão do negócio, automatiza as atividades, aumenta a produtividade e evita erros durante os processos.

7. Por que emitir notas fiscais?

Emitir notas fiscais é essencial para a credibilidade do seu negócio. Afinal, por meio desse documento é possível comprovar a legalidade das mercadorias, o pagamento dos tributos e a contabilidade de uma empresa. Com isso, você conquista a confiança dos seus fornecedores e clientes.

Esse tipo de documento assegura ainda a origem, a boa qualidade dos itens e a garantia do produto, o que atrai o freguês. Além do mais, uma contabilidade comprovada pelas notas traz confiança, inclusive, para os investidores.

Vale salientar que não emitir notas pode trazer sérios prejuízos à empresa, pois o negócio pode ser enquadrado em diversos crimes apontados na legislação, acarretando punições, multas e, consequentemente, o término da companhia.

Saber tudo que envolve o universo sobre a nota fiscal pode parecer desafiador. Afinal, são muitos detalhes, desde saber se é a emissão é obrigatória para o seu negócio até escolher o modo adequado de fazer isso. Dessa forma, é normal que você se sinta perdido e com muitas dúvidas. Contudo, após conferir as questões esclarecidas neste post, você já deve estar mais preparado para lidar com essa situação.

E então, aprendeu bastante sobre nota fiscal? Quer descobrir mais a respeito desse e outros assuntos? Assine minha newsletter!

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Empreendedorismo, Marketing Digital, Tecnologia

Aprenda agora como abrir um e-commerce com esses 6 passos!

A popularização da tecnologia e a facilidade de adquirir equipamentos conectados à internet tornam o mundo digital cada vez mais atraente para consumidores de qualquer segmento do mercado. Atualmente, adquirir calçados ou até mesmo fazer as compras básicas do mês pela internet não é mais novidade. Por isso, abrir um e-commerce deixou de ser uma inovação para se tornar uma necessidade dos empreendedores.

É por meio dessas lojas virtuais que as empresas conseguem ampliar seu público, otimizar os investimentos e maximizar os resultados mediante uma concorrência mais competitiva com outros negócios do mesmo segmento.

Mas, apesar de muitos acreditarem que abrir um e-commerce é viável apenas para grandes empresas, qualquer pessoa jurídica pode ter um comércio eletrônico. Confira, a seguir, os 6 passos para embarcar nessa jornada e esclareça suas dúvidas sobre como colocar o seu negócio na internet.

1. Estude o mercado antes de abrir um e-commerce

Assim como no mundo físico, a concorrência nas vendas online pode ser implacável. Mas seja em um ou no outro, uma empresa tem mais chances de obter sucesso se estudar seu mercado.

Por isso, pesquise seus concorrentes, analise suas propostas de negócio e acompanhe as ações de marketing. Isso certamente o ajudará a entender melhor como as outras empresas funcionam e qual diferencial elas oferecem.

Com base nessas informações e no estudo minucioso do seu público, é possível identificar com facilidade pontos falhos na concorrência e estabelecer um modelo de negócio diferenciado.

2. Definia o seu modelo de negócio

Com o estudo de mercado feito, você será capaz de pensar em estratégias para se diferenciar dos concorrentes e, dessa forma, definir o modelo de negócio da sua empresa com uma margem de erro menor.

Nesse passo, é importante que você pense em todo o processo de comércio pela internet antes mesmo de abrir um e-commerce. Ou seja, você já deve ter um planejamento de como será a produção, o processo de logística e entrega (algo muito importante em lojas virtuais) e de que forma poderá se diferenciar dos demais.

Apenas após esse processo — que pode levar alguns meses — é que você poderá partir para as questões técnicas da abertura de um comércio eletrônico. Se estiver sem inspiração, conheça 10 ideias de negócio online que geram lucro.

3. Pesquise a plataforma ideal

Sabendo o que sua empresa vai vender, para quem e como, você precisa definir uma plataforma ideal para abrir o seu e-commerce. Você pode alugar uma loja virtual, no modelo SaaS (Software como Serviço, ou Software as a Service, em inglês), ou até mesmo construir uma aplicação do zero.

O modelo SaaS tende a ser mais indicado às pequenas empresas, pois demanda investimentos menores e tempo mais curto para o lançamento do site. Já as plataformas próprias normalmente são recomendadas para grande empreendimentos.

Para escolher a plataforma ideal, imagine o seu modelo de negócio e questione se as plataformas selecionadas têm os recursos necessários, como a venda de assinaturas ou produtos digitais, fácil integração com outras ferramentas ou a possibilidade de personalizar a loja de acordo com a sua identidade visual.

Existem plataformas no mercado que oferecem até mesmo serviço de blog, o que pode contribuir para o ranqueamento do seu site nos buscadores, por meio de boas práticas de SEO.

4. Escolha um bom serviço de hospedagem

Por que escolher a plataforma antes mesmo de definir a hospedagem? É simples: algumas plataformas de e-commerce não possibilitam a instalação nos servidores da empresa.

Por isso, dependendo da plataforma definida, você sequer precisará contratar um serviço de hospedagem para deixar a sua loja virtual disponível na internet. Vale lembrar, no entanto, que esse é um ponto delicado para gestores de e-commerce.

Isso porque a estabilidade da loja na internet e a proteção dos dados dos clientes é fundamental para passar credibilidade aos consumidores. Hoje em dia, mesmo as grandes empresas depositam confiança em negócios especializados em hospedar e cuidar da segurança de lojas virtuais.

5. Explore nichos de mercado

Ao estudar o segmento em que pretende atuar e definir um plano de negócio, certamente você será capaz de visualizar nichos de mercado que podem ser explorados. Trata-se de parcelas da população que não estão satisfeitas com determinado produto ou serviço.

Esse processo de definição de produtos do e-commerce é um passo importante para que a versão virtual da sua empresa comece a se destacar e, com a ajuda de um atendimento de qualidade, transformar os consumidores em fãs da sua marca.

As empresas de moda que se especializaram em tamanhos plus size são bons exemplos de empreendimentos que souberam explorar os nichos de mercado. Elas perceberam que algumas pessoas estavam carentes de produtos de qualidade voltados a esse perfil de público e passaram a se destacar atendendo à demanda.

6. Invista em mídia online

Ainda que você execute todos os passos anteriores com atenção e dedicação, pode ser que se depare com dificuldades para manter sua loja virtual. Isso porque na internet não há limitação geográfica.

O que quero dizer é que uma loja de bairro conta com um público limitado — mesmo que invista em propaganda —, mas também com uma concorrência menor. Já na internet, os e-commerces não têm essa limitação de região física. Eles estão disponíveis para o mundo inteiro e concorrem com lojas virtuais de todo o planeta.

Por isso, ao abrir um e-commerce, você precisa estar ciente de que terá que investir em mídia online, como anúncios no Google Adwords ou campanhas publicitárias em redes sociais para tornar a sua loja virtual conhecida para um número cada vez maior de pessoas. Afinal, se a sua empresa não se comunicar com seus prospects, como eles saberão que ela existe?

Em resumo, a abertura de uma loja na internet demanda tempo para planejamento e tomada de decisões acertadas, como a definição de uma plataforma ou um servidor de hospedagem. E ainda que seu modelo de negócio seja inovador, você precisará investir em publicidade para otimizar seus resultados, focando, principalmente, em nichos do mercado.

Apesar de assustador, o processo de abrir um e-commerce não é um bicho de sete cabeças e, como dito na abertura deste post, pode maximizar os resultados de vendas, alcançando um público maior e até mesmo ampliando a margem de lucro da sua empresa.

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Segurança, Tecnologia

Invasão de sites: saiba quais os impactos de ser hackeado

Invasões de sites acontecem diariamente em todo o mundo e a todo instante. Pensando nisso, quero te fazer uma pergunta: como estão as políticas de segurança da sua empresa? O que você tem feito para evitar os ataques cibernéticos? Sua senha é segura?

Ainda não pensou sobre o assunto? Tudo bem, hoje vou falar sobre os impactos de ser hackeado, os prejuízos que as falhas de segurança podem trazer para o seu negócio e, claro, o que você precisa fazer para proteger sua empresa. Vamos lá?

Nenhum negócio está imune aos ataques virtuais

Há muita gente que pensa que basta manter o antivírus atualizado para garantir a segurança das informações, mas não é bem assim. Prova disso é a longa lista de grandes empresas que perderam fortunas por causa de ataques hackers.

A CSO, que fornece consultoria para profissionais de segurança em TI, lançou uma lista com os 17 maiores roubos de dados que aconteceram até agora. O ranking não se baseia na quantidade de dados roubados, mas nos riscos e prejuízos que as invasões a sites causaram às empresas. E o mais surpreendente é que, na maioria dos casos, mesmo as senhas protegidas por criptografia não foram o bastante para evitar os ataques.

No primeiro lugar da lista está o Yahoo! (hoje, Altaba), que em 2016 anunciou ter sido vítima do maior roubo de dados da história. Entre 2013 e 2014 a empresa sofreu ataques que afetaram 3 bilhões de contas de usuários, expondo informações como nome, datas de nascimento, endereços e até senhas.

Já em 2014, o banco JPMorgan Chase teve dados violados de 76 milhões de contas domésticas e de 7 milhões de contas de pequenas empresas. Ao invadirem o site, além de ter acesso aos dados dos correntistas, os hackers conseguiram realizar algumas operações, como transferência de fundos e fechamento de contas. E sabe qual o valor investido pela empresa em segurança? US$250 milhões ao ano!

Não se engane pensando que o seu negócio não deve ser tão visado quanto os grandes. Nenhuma empresa está protegida dos ataques cibernéticos e, portanto, todo cuidado é pouco.

As 4 invasões de sites mais comuns

Agora que você já sabe da importância de pensar na segurança dos dados de sua empresa, vou mostrar os 4 ataques mais comuns. Fique atento e evite cair em ciladas.

1. Ataques silenciosos

Os dispositivos de segurança têm se tornado mais resistentes aos malwares e vírus. Por outro lado, isso fez com que os hackers também aprimorassem os ataques. Para você ter uma ideia, esses criminosos conseguem modificar os arquivos maliciosos para evitar a detecção dos sistemas de segurança.

Esse recurso é utilizado pelos invasores para descobrir as vulnerabilidades do site. Eles entram na rede e, a partir daí, podem acessar todas as informações do negócio.

2. Ataques ao SSL/TLS

Talvez você não saiba, mas o Secure Socket Layer (SSL) e o Transport Layer Security (TLS) são protocolos de segurança que criam um canal criptografado entre o servidor e o navegador para garantir que todos os dados transmitidos sejam protegidos.

Proteção que os hackers se empenham em quebrar para atacar os dados das empresas. Eles conseguem se esconder no meio desse tráfego criptografado porque sabem que muitos negócios não contam com os recursos necessários para inspecionar o SSL e o TLS.

3. Ataques ao DNS

Você e eu utilizamos o DNS o tempo inteiro. Quando você digita “Guia Empreendedor” em seu navegador, é o servidor DNS que faz a associação entre o nome digitado e o endereço da página. Mas você sabia que os criminosos conseguem “envenenar” os servidores e que isso pode trazer muitos prejuízos?

Os hackers invadem os dados de acesso do usuário e começam a redirecionar as páginas e as informações que ele mantém na internet para um outro endereço. O problema é que muitas vezes a pessoa nem sabe que o DNS está infectado e continua a usar a internet e seu site sem problemas.

4. Ataque com sequestro

Esse tipo de ataque criminoso ocorre por meio do ransomware, um tipo de vírus que se infiltra na rede, encontra todos os dados importantes da empresa e cria um bloqueio de acesso por meio de códigos de criptografia, sequestrando esses dados.

Os criminosos colocam um valor de resgate, normalmente em criptomoeda, a fim de que o usuário possa recuperar seus dados. Para se ter uma ideia, Crysys é o nome do novo ransomware que tem atacado as empresas aqui no Brasil — ele se espalha via mensagem eletrônica.

5 melhores práticas para proteger seu negócio dos hackers

Eu sei que o cenário parece um pouco assustador e que os prejuízos podem ser irreversíveis. Ainda assim, existem cuidados básicos para proteger seu negócio dos crimes virtuais. Selecionei aqui 5 deles. Confira!

1. Suspeite de aplicativos, sites e e-mails

Sempre desconfie de tudo que você acessar ou receber pela internet, porque uma das maneiras utilizadas pelos criminosos para invadir sites é o phishing. Ele aparece em mensagens de e-mails, em anúncios virtuais e até em alguns programas.

Por isso, tenha muita atenção ao abrir mensagens ou sites que não são tão conhecidos. Além disso, evite fazer o download de links não verificados.

2. Aumente o nível de segurança da rede interna

As redes Wi-Fi se tornaram outro ponto de entrada para os criminosos acessarem computadores, contas e sites.

Se você oferece Wi-Fi para os clientes, o ideal é manter uma rede apenas para uso da empresa. Também é fundamental usar serviços de gestão e segurança da internet e instalar servidores de firewall para proteger o acesso da rede interna.

3. Use um bom programa antivírus

Eu disse que nem mesmo esses programas estão imunes às invasões, certo? Imagine, então, a vulnerabilidade da empresa que nem ao menos conta com um antivírus?

A maioria dos bons programas tem conseguido identificar a existência de vírus antes mesmo de um download. Além disso, os antivírus ajudam a bloquear a instalação de arquivos desconhecidos que podem roubar os dados do negócio.

4. Realize o backup dos seus arquivos periodicamente

Faça um levantamento das informações mais importantes do seu negócio e não deixe esses arquivos apenas no computador da empresa.

Uma ótima opção é a computação em nuvem, que garante a segurança no armazenamento de dados e é uma excelente maneira de evitar comprometer seus dados em casos de ataques cibernéticos. E não se esqueça de manter a atualização dos softwares em dia!

5. Alerte a equipe

Você sabia que o fator humano é apontado como uma das maiores brechas para os ataques virtuais? Afinal, não adianta instalar os sistemas de segurança mais sofisticados, se as pessoas que lidam com as ferramentas não estiverem atentas aos possíveis riscos.

Por isso, reúna a equipe e deixe claro os perigos do mau uso da internet e dos equipamentos. Oriente, ainda, sobre a importância de não compartilhar informações confidenciais ou trocar e-mails suspeitos.

Invasões de sites é um assunto sério e merece muita atenção, não é mesmo? Então, se você quiser saber um pouco mais sobre o assunto, dê uma olhada nos riscos e consequências dos crimes virtuais para as PMEs? Boa leitura e até a próxima!

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Empreendedorismo, Tecnologia

Tecnologia para empreendedores: conheça as principais ferramentas!

Você sabe como a tecnologia pode contribuir para o seu negócio? Atualmente, empreender exige alta capacidade de inovação, além de produtividade máxima. Afinal, só assim é possível se manter competitivo e não ser engolido pela concorrência.

Contudo, muitos empreendedores não percebem o auxílio que as ferramentas tecnológicas podem oferecer para que suas empresas se desenvolvam e cresçam plenamente. E mesmo aqueles que conhecem a importância dos softwares se deparam com a mesma dúvida: quais ferramentas utilizar?

Nesse post resolvi falar sobre a tecnologia para empreendedores e como ela pode caminhar junto com o seu negócio. Ao final, deixo algumas dicas de ferramentas que você pode utilizar na sua empresa. Continue lendo e confira!

Qual é a contribuição da tecnologia para os empreendedores?

Muitos empreendedores não sabem, mas a desorganização, a burocracia e, consequentemente, a baixa produtividade têm minado muitos negócios por aí.

Os colaboradores perdem boa parte do expediente de trabalho em procedimentos administrativos. Com isso, horas que poderiam render lucro são desperdiçadas todos os dias. Ao considerar um ano, o empreendedor deixa de ganhar dinheiro nos vários dias aos quais esse tempo corresponde. E, para piorar, gasta ainda mais para contratar uma mão de obra que resolva essas burocracias.

É complicado realizar ações essenciais de um negócio — como elaborar um planejamento estratégico, fazer o controle de estoque e definir o orçamento — apenas com a ajuda do Excel.

Por outro lado, as ferramentas tecnológicas automatizam as atividades, e reduz a perda de tempo, aumenta a produtividade, simplifica as atividades e ainda diminui os erros. Dessa forma, é possível obter diferencial competitivo e levar a empresa para outro nível.

Quais são as principais ferramentas?

Wix

Essa é a solução da tecnologia perfeita para quem deseja criar uma página, mas não sabe por onde começar. O Wix é uma plataforma voltada para a construção de sites com tudo o que você precisa para desenhar o seu próprio website de forma simples, gratuita e totalmente personalizável.

Funcionalidades

A ferramenta permite a elaboração de um site ou blog por meio de um editor intuitivo — sem a necessidade de conhecimentos em programação. Basta, apenas, arrastar e soltar os componentes.

Ela oferece ainda uma hospedagem segura e um domínio sem custos, além de disponibilizar mais de 500 templates prontos para servir de base.

Outras possibilidades é a construção de lojas virtuais e o desenvolvimento de aplicativos móveis para o negócio. Por meio da plataforma seu empreendimento consegue receber pagamentos, gerenciar os pedidos e administrar as entregas.

O Wix também permite realizar uma análise completa do tráfego do seu site, monitorando o número de visitantes, a origem dos acessos, entre outros aspectos.

Passos para criar um site utilizando o Wix

 

Como criar site gratis

 

Se você não sabe como criar um site grátis, a plataforma disponibiliza diversos tutoriais. A seguir, confira as principais etapas.

1 Defina um objetivo

Antes de criar um site ou blog, é importante definir o objetivo dessa estratégia. Para isso, faça perguntas como: o propósito é realizar vendas, gerar leads ou fortalecer a marca da empresa?

Com base nas respostas, reflita sobre o que não poderá faltar em sua página.

2 Escolha um visual

Explore a aba de templates do Wix e busque elementos que atendam seus objetivos. A plataforma permite elaborar um modelo do zero ou compor uma página por meio de esquemas prontos.

3 Crie conteúdos

Após concluir a etapa anterior, desenvolva materiais relevantes para o seu público-alvo, como blogposts, infográficos, e-books, entre outros. Utilize as imagens disponíveis na ferramenta e adicione botões para convidar o visitante a realizar alguma ação dentro de sua página, como seguir o perfil da empresa nas redes sociais, baixar um conteúdo etc.

4 Integre sua página às redes sociais

Experimente adicionar uma barra com os ícones das principais redes sociais. Desse modo, os usuários poderão compartilhar os conteúdos da sua página nas redes, contribuindo para a visibilidade do seu negócio.

5 Otimize o SEO

O Wix SEO Wiz é mais um recurso extremamente útil oferecido pela plataforma. Ele informa ações necessárias para melhorar o ranqueamento das páginas junto às ferramentas de pesquisa.

Google Adwords e Facebook Ads

Se o conteúdo do seu negócio ainda não está nas primeiras páginas do Google — ou até está, porém você quer uma exposição maior —, a tecnologia de anúncios pagos pode ser uma boa alternativa.

Ao contratar esse tipo de serviço por meio do Google AdWords ou Facebook Ads, é possível garantir que suas páginas sempre estejam em locais de destaque nos buscadores e nas redes sociais.

Além disso, você consegue segmentar a exposição dos anúncios, a fim de que eles apareçam mais para pessoas com o perfil que sua empresa procura.

LeadLovers

Após atrair pessoas para os seus conteúdos, é importante manter um relacionamento próximo. Com isso, é possível fidelizar a clientela atual e encaminhar aqueles contatos interessados para as etapas seguintes, a fim de que o desejo de fazer negócios com sua empresa seja fortalecido.

Para isso, uma ótima ferramenta é o LeadLovers. Com ela você pode aumentar as vendas automatizando sua estratégia de marketing digital.

Nela, você encontrará diversos recursos que facilitarão as ações dessa área, como criar páginas, elaborar e-mails personalizados e segmentá-los — inclusive, é possível identificar quais foram abertos.

E mais: esse tipo de ferramenta possibilita o envio automatizado de SMS, integração com diversos outros serviços — como os de pagamento —, criação de área de membros, cursos e até chats.

Pipedrive

Não adianta atrair pessoas para o seu site, conseguir o e-mail ou o telefone delas e contratar ferramentas para automatizar as mensagens, se você não mantiver um controle organizado sobre a etapa do processo na qual cada uma delas se encontra. Afinal, com o crescente volume de clientes e interações, torna-se difícil manter uma boa comunicação.

Para gerenciar o relacionamento com o consumidor, por meio da organização das informações e atividades, é importante usar um software de gestão de vendas, como o Pipedrive.

A ferramenta facilita a visualização do processo de vendas e melhora a eficiência na gestão das atividades comerciais. Com isso, é possível oferecer uma abordagem mais agradável, personalizada e com maior probabilidade de fechar a compra.

GestãoClick

Para que um negócio possa crescer de maneira sólida, além de se preocupar com ferramentas que contribuam com o marketing e vendas, como as já citadas, é fundamental encontrar plataformas que facilitem a gestão da empresa como um todo.

Um software de gestão empresarial, como o GestãoClick, permite que você controle, em um só lugar, a administração de vários setores do negócio, como o financeiro, o de vendas, o de compras etc. — todos reunidos de forma simples e intuitiva.

Com um instrumento desse tipo, você pode cadastrar os seus produtos, serviços, clientes e fornecedores. A ferramenta executa automaticamente os processos, de modo que, ao realizar uma venda, a quantidade de produtos registrada no estoque é reduzida, assim como é gerada uma conta a receber no setor financeiro e assim por diante.

Outras funcionalidades são:

  • existência de um módulo de vendas no balcão, que permite uma venda mais fluida;
  • emissão de notas fiscais;
  • geração de etiquetas, relatórios e boletos.

Dessa forma, se torna muito mais simples conhecer, organizar e direcionar todos os setores do negócio, pois, com uma única ferramenta, você pode saber o que está acontecendo em cada departamento.

Atualmente, existem sites que reúnem ferramentas de tecnologia para empreendedores. Você pode acessá-los, selecionar o departamento que deseja melhorar e, a partir disso, escolher uma das opções disponíveis. E mais: elas podem ser testadas gratuitamente por um determinado período.

Acelerar o desenvolvimento da empresa é um desafio para qualquer empreendedor, por isso, muitos buscam instrumentos que possam auxiliá-los. Afinal, a profissionalização e o crescimento de um negócio estão interligados a essas ferramentas.

É normal que você não conheça todas as soluções disponíveis e como elas podem ajudá-lo. No entanto, espero que com essas dicas você tenha entendido um pouco mais sobre a importância da tecnologia para empreendedores, pois, por meio dela, você poderá levar o seu negócio a um novo patamar.

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Comunicação, Tecnologia

O minuto na UTI: O pagamento de serviços medidos está por um fio.

A internet é ilimitada.

‍Esse conceito, que provocou uma revolução na oferta de serviços, se transformou em um princípio que está enraizado no consumidor, e não há força que possa deter esse movimento. O Spotify está aí para provar.

Tudo aquilo que puder ser virtualizado, será empacotado como serviço de uso ilimitado. Os serviços medidos, sejam cobrados por minutos, Kbps, MB, tempo de conexão etc, só vão durar até o dia em que alguém romper esse modelo. Só é questão de ‘quando’.

As tarifas telefônicas no Brasil sempre foram uma das mais caras do mundo porque nosso modelo de cobrança entre operadoras é realizado por etapas e reflete um momento absolutamente superado. Explica-se: o usuário da operadora A liga para um usuário da operadora B, entre cidades diferentes, utilizando o código de prestadora (CSP) de uma outra operadora C. A quantidade de transações na ligação é uma verdadeira salada: A paga para B, B paga para C, A paga para C, e, finalmente, A e C cobram do cliente. São diversas etapas em uma ligação, que geram despesas em cascata. No final, o consumidor paga a conta de tudo isso reunido.

Esse modelo fazia sentido em um tempo em que todo o tráfego do país passava por cabos metálicos através de centrais tradicionais. Quando a voz passou a trafegar através da internet, esse monstrengo deixou de fazer sentido.

E tudo aquilo que deixa de fazer sentido tem vida curta na internet.

Nos últimos cinco anos as operadoras tradicionais tentaram se adaptar:

  1. Criaram os planos ilimitados para a mesma operadora.
  2. Criaram planos ilimitados para qualquer operadora.
  3. Reduziram as tarifas.

Mas já era tarde. Pagar por serviço medido (ou seja: pagar por minuto) deixou de fazer sentido para o consumidor. As ligações ilimitadas migraram para os APPs.

No primeiro momento, as operadoras espernearam e tentaram taxar os APPs (Whatsapp, Netflix, etc), e agora, frente ao inevitável, oferecem uso ilimitado para os APPs de ligações.

Não há força nem poder econômico que faça isso voltar atrás.

Mas, se isso já é realidade para o consumidor, ainda não o é para as empresas. A internet tem disso: poder de massa é superior ao poder econômico.

As empresas precisam de número de telefone, de PABX, de ramais para os colaboradores e 0800, seja por obrigação legal (lei do SAC), seja por política de atendimento ao cliente. Nesse sentido, parece difícil que APPs venham a substituir os números telefônicos fixos, necessários e/ou obrigatórios para as empresas.

No entanto, tudo isso já está na nuvem. Nos mercados mais maduros, a migração para PABX Cloud já se consolidou, e em poucos anos o PABX tradicional será peça de museu.

No Brasil, com a construção de redes de dados mais robustas e eficientes, além da pulverização geográfica de redes de fibra ótica através de milhares de ISPs, as condições técnicas para virtualização de telefonia corporativa transformam o país na próxima parada para o PABX na nuvem.

No Brasil, esse serviço parece se dividir em dois modelos principais de negócio:

  • O que cobram pelo serviço medido, ou seja, cobram pelas ligações;
  • O que oferece ligações ilimitadas.

A história da internet nos mostra qual deles será o modelo de sucesso. Tarifação e contas telefônicas muito em breve farão parte de práticas superadas assim como a mobilização de recursos e investimentos em infraestrutura, além do próprio PABX.

 

Fonte: blog da iungo.

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