Empreendedorismo

Como estruturar bons processos de gestão? Entenda aqui!

Não é fácil administrar as atividades diárias de uma empresa, tomar decisões acertadas, planejar as ações futuras e atingir aquela meta desejada, concorda? Porém, tudo isso é possível com uma única ação: estruturando bons processos de gestão na sua empresa!

Neste post, vou lhe explicar o que é processo de gestão e qual a sua importância para as organizações, além de listar 4 dicas para implementá-lo de maneira prática. Continue lendo e confira!

Afinal, o que é processo de gestão?

Depois da revolução industrial, como o próprio nome sugere, os negócios passaram por uma grande mudança. Agora, a escala de unidades produzidas, o número de funcionários e os objetivos das empresas aumentaram consideravelmente. Com isso, novas necessidades surgiram para os negócios.

No intuito de alcançar esses objetivos, viu-se a exigência de dirigir as empresas por meio de um esforço organizado, ou seja, métodos ou estratégias que garantissem a eficácia do processo produtivo. Isso foi chamado de gestão.

E, em suma, o conjunto desses procedimentos, que visam direcionar os negócios, são chamados de processos de gestão.

Mas, qual a sua importância para um negócio?

Imagine um conjunto de ações que lhe permitam ter o controle de cada atividade da sua empresa. Imaginou? O que isso possibilita?

Permite saber de informações muito importantes para atingir suas metas. Entre elas, posso destacar:

  • prever os resultados — sabendo cada ação, pode-se estimar a reação;
  • encontrar as falhas — visualizando os pontos que não atingiram os objetivos;
  • ajustar os processos — sanando as falhas para alcançar o alvo.

Então, como estruturar os processos de gestão de uma forma prática?

Nesse ponto, você deve estar se perguntando: “Ok, mas como faço isso no meu negócio?”. Dou aqui umas dicas:

Faça um planejamento estratégico

A primeira coisa necessária é saber onde se quer chegar. Para isso, é necessário ter um planejamento estratégico e alinhado ao objetivo.

Assim, finalmente chegamos ao ponto crucial: “como tomar decisões corretas?”. Para isso, são necessários dados. “Mas, como conseguir dados consistentes?”. É aí que entra a tecnologia.

Imagine que no mês de janeiro seu negócio teve uma pequena procura. O que aconteceria? Seu estoque ficaria lotado e seu financeiro apertado devido aos gastos mensais.

Agora, imagine que você já tivesse um software há um ano e que ele permitisse visualizar o número de negócios a cada mês. Ao checar os dados do mês de janeiro, você constataria a queda nas vendas. Com isso, poderia se planejar e adotar a estratégia de comprar menos peças para janeiro do ano seguinte.

Faça um planejamento operacional

Baseado no planejamento estratégico, você seleciona uma sequência de atividades com o objetivo de definir um plano de ação. Define os meios e os recursos, além de estruturar e quantificar o plano.

Lembra da queda nas vendas? Nesse ponto, você pode checar e observar que comprou 100 peças naquele janeiro e vendeu 30. Dessa forma, define que no próximo só comprará 50 unidades.

Execute o planejamento

Coloque em prática todas as ações que foram planejadas e definidas nas etapas anteriores para que os resultados se alinhem aos almejados. Para conseguir isso, você pode utilizar uma ferramenta que permita simplificar e agilizar as ações executadas, além de registrar e interagir entre os setores.

Faça o controle

Por fim, garanta que a plataforma permita comparar os números pretendidos aos alcançados. Isso permite reduzir a divergência de informações, aumentando a confiabilidade e simplificando o controle.

Então analise os resultados e se forem diferentes do pretendido, reorganize e ataque!

Por exemplo, se você viu que o saldo final não foi o esperado, abra a sua plataforma e cheque área por área. Observe o relatório financeiro, a entrada e saída de estoque, o desempenho de cada funcionário, as notas emitidas, a conciliação bancária etc. O ponto que não se alinhou ao planejado deve ser ajustado.

Estruturar bons processos de gestão é de grande importância para o alcance dos objetivos das organizações e a tecnologia trouxe um avanço significativo para implementá-los de uma maneira simples, por meio da troca de informações precisas entre os setores, de forma muito mais ágil, segura e eficaz.

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Desenvolvimento Humano, Empreendedorismo

Conheça 4 ferramentas de gestão de tempo para a sua equipe

Quer uma dica para aumentar a produtividade da sua equipe? Veja como ela tem organizado as horas de trabalho. Eu sei que nem sempre é fácil conseguir gerir o seu tempo e o dos colaboradores, por isso trago uma superdica para você: as ferramentas de gestão de tempo.

Um dos principais problemas que eu vejo na gestão do tempo é culpa da desorganização das tarefas. E o que costuma acontecer é a perda de um prazo ou, mesmo, deixar de fazer simplesmente porque nem nos lembramos da tarefa.

Selecionei 4 programas que ajudarão você e sua equipe a manter todos os projetos e tarefas em dia e a vida menos corrida. Preparado?

1.Trello

Se você e sua equipe também passam pelo problema que eu descrevi acima, o Trello pode ser a solução, já que ele é uma ferramenta cheia de funcionalidades. Além de organizar as tarefas, o Trello permite delegá-las e definir prazos de entrega.

Como é uma ferramenta bastante visual, você consegue acompanhar com facilidade as atividades em andamento, as que foram concluídas e aquelas que ainda serão iniciadas. É possível acompanhar, ainda, a porcentagem de conclusão de cada tarefa. Com isso, chega de atrasos e retrabalhos. A boa notícia é que a maioria das funções está acessível na versão gratuita.

2. Runrun.it

Também entre as ferramentas de gestão de tempo e tarefas mais utilizadas nas empresas, temos o Runrun.it. Ele é ainda mais útil no controle do tempo, pois disponibiliza recursos de contagem de tempo para realizar a tarefa e identifica o que é necessário para iniciar ou entregá-la.

Outro ponto positivo é que o Runrun.it também traz indicadores de produtividade, e você até pode dar medalhas para os membros da sua equipe que se destacaram. Além de gerir o tempo, você também criará uma motivação a mais no seu time.

Como é uma ferramenta cheia de recursos para gerenciamento de tempo, projetos e tarefas, o Runrun.it é indicado para organizar tanto o trabalho de equipes menores quanto de negócios com mais colaboradores. Há um período de teste que dura 14 dias. Depois, você pode optar por um dos planos disponíveis, Team ou Corporate.

3. Artia

Outra ferramenta queridinha que garante o aumento da produtividade e gestão do tempo da equipe é o Artia. Ele possui, entre outras funcionalidades, um sistema para o apontamento de horas que calcula o tempo trabalhado nas atividades e nos projetos e emite um alerta no caso de atrasos na execução ou entrega do trabalho.

O Artia ajuda, ainda, a identificar onde o tempo tem sido investido e a medir a eficiência da equipe. A versão está em português, e você e sua equipe podem realizar um teste gratuito por 10 dias.

4. Toggl

Por último, deixo a dica de uma ferramenta gratuita para a gestão do tempo. O Toggl tem um cronômetro que o ajuda a calcular o tempo gasto para realizar cada tarefa — basta acioná-lo ao iniciar a atividade.

Por isso, a ferramenta é ótima para ajudar o seu trabalho na gestão da equipe. Como o Toggl oferece gráficos sobre o tempo gasto nas tarefas, você pode observar como anda o rendimento do seu time e pensar em estratégias para otimizar ainda mais a produtividade.

Tenho certeza que, com essas 4 ferramentas de gestão de tempo, você e sua equipe manterão a produtividade a todo vapor. E nem precisa agradecer, viu! Basta compartilhar este artigo nas redes sociais e ajudar seu amigos com nossas dicas. Até a próxima!

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Empreendedorismo

Empreendedorismo sustentável: confira 4 dicas para colocá-lo em prática

Você já ouviu falar em empreendedorismo sustentável? Pois bem, se você está imaginando que esse conceito se refere aos negócios focados apenas nas ações ambientais, saiba que essa prática vai muito além disso, pois seus resultados refletem também no âmbito financeiro e social.

Em suma, o empreendedorismo sustentável está relacionado às empresas que implementam medidas que conciliam a preservação do planeta com avanços tecnológicos e qualidade de vida das pessoas, ou seja, elas sempre estão preocupadas com os fatores sociais e ambientais.

Se você quer colocar o empreendedorismo sustentável em prática na sua empresa, este artigo é para você! Nele, vou explicar a sua importância e dar 4 dicas para executá-lo no seu negócio com eficiência. Acompanhe.

Qual a importância do empreendedorismo sustentável?

Atualmente, os consumidores têm se preocupado cada vez mais com a sustentabilidade. Devido a isso, empresas que não se preocupam com o meio ambiente estão perdendo espaço no mercado.

O empreendedorismo sustentável é importante porque os benefícios de suas ações refletem a longo prazo, pois as empresas que adotam essa visão investem na renovação de seus recursos, pensando no futuro e nas próximas gerações do planeta.

Como colocá-lo em prática?

Algumas ações precisam ser tomadas para colocar o empreendedorismo sustentável em prática. A seguir, listei as 4 principais. Confira!

1. Zele pela qualidade de vida de seus funcionários

Cuidar da qualidade de vida de seus funcionários é o primeiro passo para colocar em prática o empreendedorismo sustentável na sua empresa. Para isso, é importante motivá-los a se desenvolverem de maneira contínua, sempre abrindo oportunidades para que eles apresentem suas ideias e inovações.

Essa prática transmite um senso de pertencimento ao colaborador, fazendo com que ele sinta-se parte importante da organização. Além disso, o ambiente de trabalho precisa ser leve, para que todos possam cooperar de maneira saudável.

2. Adquira novos equipamentos

Equipamentos antigos, além de proporcionar muitos prejuízos financeiros, também afetam o meio ambiente. Por esse motivo, ao aplicar o empreendedorismo sustentável é preciso ter em mente a necessidade de substituição desses maquinários por outros que não consomem tanta energia.

3. Invista em processos ecologicamente corretos

Os processos instituídos dentro da empresa sempre devem ter a finalidade de diminuir os impactos negativos ao meio ambiente. Nesse sentido, é necessário investir na redução do consumo de água e energia, incentivar a reciclagem, diminuir ao máximo as impressões em papel etc.

4. Promova consciência coletiva

Reúna toda a sua equipe de funcionários e invista na conscientização. Ressalte a importância das ações sustentáveis, dê exemplos dos seus benefícios e apresente os objetivos que a organização pretende alcançar ao investir nessa prática. É essencial que todos façam uso responsável do que é oferecido pela empresa.

Nesse momento, é importante enfatizar também que o empreendedorismo sustentável confere ao negócio uma imagem mais responsável e garante o seu diferencial competitivo no mercado.

Agora que você já conheceu a importância e o conceito do empreendedorismo sustentável, não deixe de colocar minhas dicas em prática, pois elas ajudarão o seu negócio a se desenvolver melhor e com menos custos.

Bom, se você achou que este artigo foi proveitoso para você, aproveite para conferir as minhas dicas para quem quer empreender em uma startup. Boa leitura!

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Desenvolvimento Humano, Empreendedorismo

Conheça o impacto da cultura organizacional no sucesso da empresa

Você pode nunca ter reparado, mas saiba que a sua empresa dispõe de um elemento fundamental no sucesso dos negócios: trata-se da cultura organizacional, que está presente no DNA de qualquer grupo empresarial — de pequeno, médio ou grande porte.

Mas, o que é isso? Neste post, vamos conversar um pouco mais sobre a cultura organizacional e sobre como ela influencia tudo o que ocorre na sua empresa, desde os processos mais rotineiros até o fechamento de negócios estratégicos.

O que é cultura organizacional?

Toda empresa tem um DNA, que está ligado a diversos fatores. O primeiro, e talvez mais importante deles, é justamente a sua identidade como empresário. Os valores que você trouxe como cidadão, ao fundar a sua empresa, definem o modo de atuação dela no mercado e também a maneira como a sua equipe percebe e identifica-se com todos os processos internos.

Portanto, a cultura organizacional é a identidade da empresa. Trata-se daquilo que a define e da forma como ela é vista, tanto de fora quanto de dentro.

Como definir a cultura organizacional?

Em geral, a cultura da organização se forma naturalmente. Se você tem dificuldades para enxergar qual é a identidade da sua empresa, vale ficar atento a alguns fatores que podem ajudá-lo.

Posicionamento diante do mercado

A forma como a sua empresa se posiciona perante seus concorrentes e clientes dá indícios claros de qual é a sua cultura. Ela pode ser mais agressiva, mais conservadora ou mais moderada. Mas sempre será a melhor forma de definir a sua cultura organizacional.

Políticas internas

Políticas de comunicação, tecnologia, vestuário e gestão de pessoas estão entre aquelas que ajudam na definição da cultura. Isso porque trazem normas de conduta que, em geral, apontam para a identidade da empresa e para a forma como você, como empresário, deseja que seus negócios sejam conduzidos.

Normas de recrutamento

Geralmente, as empresas definem um perfil padronizado para a sua equipe de trabalho. Esse perfil está diretamente ligado à cultura organizacional, já que o ideal é trabalhar com colaboradores que tenham mais facilidade em aderir aos planejamentos, metas e objetivos da organização.

Definições sobre produtos e serviços

O que você negocia e a forma como negocia estão intimamente relacionados à cultura organizacional da sua empresa. A política de produtos e serviços segue o DNA da companhia em todos os seus aspectos.

Como a cultura organizacional afeta o trabalho das pessoas?

Como já foi dito, a cultura organizacional define a maneira como a equipe de trabalho deve se portar. E isso se dá não apenas na rotina do dia a dia, mas na execução do planejamento estratégico. Afinal de contas, a forma como a organização pretende atingir suas metas dá o tom do esforço e do trabalho de cada um e esse é um retrato perfeito da cultura organizacional.

E aí, viu só como a cultura organizacional é fundamental para o seu negócio? Se este post tiver sido útil para você, compartilhe-o com seus amigos, nas suas redes sociais, e ajude mais pessoas a entenderem a importância desse conceito determinante para a sustentabilidade das empresas!

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Comunicação, Empreendedorismo, Empresário e Pessoa física

4 conceitos básicos de gestão que todo empreendedor precisa dominar

 

Vocês querem saber o meu segredo para escrever os posts dou VouClicar.com? Pesquisa, muita pesquisa. Acredito que o estudo deveria ser uma constante na vida de qualquer empreendedor. As vezes, com o sucesso, esquecemos de pequenas coisas que podem ser revisitadas ou, simplesmente, deixamos de aprender coisas novas.

Foi justamente inspirado nessa ideia que resolvi fazer o nosso post de hoje. Vou trazer para vocês alguns conceitos de gestão que todo empreendedor precisa dominar e guardar no bolso. Vou abordar desde o conceito de metas SMART até o Balanced Scorecard. Confira tudo isso logo a seguir.

  1. Metas SMART

O primeiro conceito de gestão que vou apresentar são as metas SMART. Basicamente, é um padrão de qualidade para as metas, pois, se elas tiverem todos os elementos necessários de acordo com esse padrão, então, significa que são plenamente realizáveis por você e seus colaboradores.

SMART, em inglês, significa inteligente, mas também funciona como uma sigla, de modo que cada letra se refere a um elemento indispensável para que uma meta seja ideal. De acordo com o padrão, os elementos são: especificidade (specific), mensurabilidade (measurable), atingibilidade (attainable), relevância (relevant) e temporalidade (time-based).

  1. Análise SWOT (FOFA)

Muito importante na área do empreendedorismo é a análise SWOT (Strenghts, Weaknesses, Opportunities and Threats). A tradução para o português é memorável — chamamos de análise FOFA (Forças, Oportunidade, Fraquezas e Ameaças). Um pouco mais suave, não?

Estamos falando da análise do ambiente interno e externo. Na sua empresa, você deve procurar por forças e fraquezas do negócio (ambiente interno). Acontece que isso não é o suficiente. Também é fundamental avaliar o as oportunidades e as ameaças do mercado (ambiente externo) para ter uma visão completa de onde a sua empresa está.

  1. Pirâmide de Maslow

Acredito que se preocupar com os colaboradores é mais do que um diferencial, mas um dever. Você concorda? Por sinal, normalmente, quanto mais a empresa trabalha para garantir a satisfação dos colaboradores, maior será o nível de motivação. A questão é: quais são as principais necessidades dos profissionais?

É justamente sobre isso que se trata a Pirâmide de Maslow. São várias camadas de necessidades que seguem uma ordem de hierarquia. Temos as carências fisiológicas, ligadas à saúde e ao bem-estar, a necessidade de segurança no ambiente de trabalho, de autoestima, de relacionamento interpessoal e, acima de todas essas, a realização pessoal.

  1. Balanced Scorecard

Para concluir o material de hoje, deixo com vocês o nosso último conceito de gestão: o Balanced Scorecard. Estamos falando de um modelo de gestão de negócios que é muito utilizado em muitas empresas — algumas delas, inclusive, utilizando-se da tecnologia para aplicá-lo com maior afinco.

De acordo com esse conceito, toda a empresa precisa trabalhar alguns pontos-chave para ter sucesso. Vamos conferir cada um deles?

  • Gestão estratégica;
  • Mensuração de progressos;
  • Estratégia;
  • Objetivos;
  • Indicadores;
  • Metas;
  • Iniciativas estratégicas.

Cada um desses pontos deve ser avaliado isoladamente, mas é importante sempre que você tenha em mente o todo, ou seja, o que a empresa é, representa para o mercado e, principalmente, onde ela quer chegar.

Gostou do post de hoje sobre os conceitos de gestão? Então assine a newsletter e acompanhe mais conteúdo como este!

 

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#ClicoResponde, Empreendedorismo, Empresário e Pessoa física

Você sabe o que é necessário para administrar uma pequena empresa?

Até já imagino sua resposta para a questão que nomeia o post de hoje: “Claro que sei como administrar uma empresa! Garra, força de vontade, honestidade…”

Sim, você está inteiramente certo! Só que, para uma boa administração de uma pequena empresa, é preciso adotar algumas condutas e atender a requisitos essenciais — como a elaboração de um plano de negócios, por exemplo.

E, lamento informar, nem toda a “garra, força de vontade e honestidade” do mundo, por mais importantes que sejam, eliminam a necessidade de um plano bem-feito.

Para esclarecer tudo o que você precisa saber sobre como administrar uma pequena empresa, preparei o post de hoje. Acompanhe as minhas dicas!

Conheça a fundo o ramo no qual vai atuar

Muita gente pensa que basta identificar um ramo próspero, que esteja “bombando”, e se aventurar. Mas lançar-se em aventuras é coisa para o Indiana Jones, não para nós, verdadeiros empresários.

Ao pensar em consolidar uma marca, ou estar no “top 10” do seu ramo, você terá que conhecer todos os aspectos do negócio: desde a infraestrutura necessária, passando pelos suprimentos, quais os tipos de funcionários que vão se adequar melhor a ele, e mais uma série de “detalhes” que só alguém com profundo conhecimento do ramo é capaz de usar a seu favor.

Isso não significa que você não possa aprender: no caso do ramo que está em evidência, vale se interessar, buscar autoridade no assunto e arregaçar as mangas!

Basta ter em mente que você ainda está começando. Não dê um passo maior do que a perna. Construa uma base sólida e use-a como plataforma para futuros avanços. À medida que você aprender a lidar melhor com o seu ramo de trabalho, poderá se “aventurar” um pouco mais.

Faça uma gestão financeira séria

Quantas vezes eu já vi gente altamente qualificada, com capital de giro disponível e munida de boa vontade e força de trabalho perder-se na gestão financeira de uma pequena empresa! Triste, mas verdadeiro. De nada adianta investir alto em um negócio se você não fizer uma gestão financeira saudável e equilibrada.

Coisas bem básicas, como conferir o orçamento dos negócios regularmente ou separar o orçamento pessoal e empresarial, não podem ser negligenciadas. Não se prive de investir em métodos de controle financeiro quando sua empresa for crescendo. O custo que geram vale a pena porque eles podem evitar muitos problemas.

Delegue tarefas, mas assuma a responsabilidade

Administrar uma empresa pequena requer pulso e presença constantes. Delegar funções e responsabilidades faz parte de uma boa administração, mas deixar tudo na mão de outras pessoas é prejuízo na certa — por maior que seja sua confiança em um gerente, diretor ou outro colaborador.

Pode ser ótimo dividir as funções e os compromissos com os funcionários, desde que eles saibam com clareza que é você que está no comando e sabe tintim por tintim o que acontece na empresa. Se você joga todas as responsabilidades para o resto da equipe, dificilmente ela respeitará sua autoridade.

Lembre-se: sua empresa dificilmente anda bem quando você está ausente!

Mantenha absoluto controle sobre seu estoque

Seja lá qual for o tamanho do seu estoque — se são apenas alguns itens em uma prateleira, ou caixas e mais caixas no almoxarifado —, mantenha total controle sobre ele. É ali que estão seus recursos, seu material de trabalho.

Faça contagens, use planilhas que possibilitem uma clara visão de cada mercadoria e/ou produto. Uma dica que posso dar é que você escolha um bom sistema de gestão. Não permita perdas, cuide do que é seu!

Dependendo da escala, erros na contagem do estoque podem significar prejuízos consideráveis no seu faturamento.

Escolha bem sua equipe

Na gestão da pequena empresa, ao surgir uma vaga a ser ocupada, é comum que funcionários mais antigos indiquem amigos ou parentes — e aí vira aquela bagunça! Os parentes passam a receber vários cargos importantes, mesmo não estando devidamente qualificados.

Tenha uma visão profissional do processo de contratação de pessoal, sempre se baseando em análise de currículo, experiência na área e, acima de tudo, na honestidade comprovada de quem vai ajudar a transformar sua pequena empresa em um grande empreendimento.

Não é errado ter uma família inteira ou um grupo de amigos trabalhando juntos, desde que todos estejam lá pela qualificação e pela própria capacidade.

Defina metas concretas e plausíveis

Gestores sempre escutam que não devem dar um passo maior do que a perna, certo? Mas talvez você ainda não saiba exatamente qual é o tamanho da sua perna!

Muitos bons empreendedores acabam perdendo grandes oportunidades por não saberem como criar metas para seus negócios. E você não vai querer cair nessa armadilha.

A escolha de metas envolve alguns fatores-chave, como:

  • Recursos disponíveis;
  • Período disponível;
  • Capital humano.

Se você não levar esses pontos em conta, é bem provável que crie uma meta muito conservadora, sem grande crescimento, ou uma exagerada demais, sem chance de ser alcançada no tempo previsto.

Se você tiver dúvidas nesse momento, converse com sua equipe. Eles podem dar insights melhores sobre os pontos de maior dificuldade do processo, além de algumas dicas para alcançar metas maiores.

Planeje tudo de forma estratégica

Antes de mais nada, entenda por “planejamento estratégico” uma agenda ou conjunto de ações com um objetivo específico. Se você tem uma estratégia, então sempre saberá como proceder.

Mas um planejamento é como se perguntar “como vou fazer essa estratégia dar certo? ”. Ela deve guiar o progresso geral da empresa, enquanto o planejamento leva os negócios nessa direção. Elaborando um plano, você não sabe só o que deve fazer de forma geral. Sabe exatamente o que deveria estar realizando agora!

Trabalhar com um plano poupa bastante tempo no longo prazo. Quanto menos vezes você tiver que interromper seu fluxo de trabalho para decidir o que fazer em determinada situação, melhor.

Acompanhe de perto o desempenho

Não é porque você está seguindo o plano que tudo vai magicamente dar certo. O mundo é bem mais complexo que isso e exige flexibilidade. Por isso é importante que você tenha alguns indicadores de performance e acompanhe todos eles ao longo do tempo. Esses serão os seus sinalizadores de que está tudo indo bem (ou não).

O tipo de indicador pode variar de empresa para empresa. Lucratividade e rentabilidade são, quase sempre, os mais comuns. Mas você pode e deve ter outros mais específicos, como o número de conversões por mês, índice de reclamações, entre outros.

Viu como nem tudo é tão simples como imaginamos e há mais coisas entre o primeiro e o mais alto degrau do sucesso empresarial do que supõe a nossa vã filosofia? Pois é, a maneira de administrar uma pequena empresa é decisiva para que ela cresça e se torne um caso de sucesso — ou desapareça entre tantas outras.

 

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