Finanças e Tributos, Tecnologia

Nota fiscal: 7 principais dúvidas respondidas neste post

O que você sabe sobre nota fiscal? Esse documento é fundamental para atestar a credibilidade de uma empresa e garantir algumas vantagens ao consumidor. Afinal, sem a nota, não há como conhecer a procedência e assegurar a durabilidade dos produtos, não é mesmo?

No entanto, muitos empreendedores não entendem a importância das notas fiscais para suas empresas. Com isso, se veem cheios de dúvidas a respeito delas e, além de tudo, sobre como utilizá-las.

Sabendo disso, para esclarecer essas incertezas de uma vez por todas, no post de hoje vou responder as principais questões sobre nota fiscal. Continue lendo e confira!

1. O que é uma nota fiscal?

Basicamente, a nota fiscal é a comprovação de que ocorreu uma venda ou prestação de serviço. Trata-se, portanto, de um documento de grande importância, tanto para a empresa quanto para o cliente.

Ela é fundamental para que a companhia possa ter um registro de suas vendas, esclarecer os impostos incidentes e, assim, facilitar a gestão fiscal.

Também é essencial para o cliente, pois por meio dela é possível obter benefícios, como suporte técnico em assistências e crédito fiscal. Além disso, por ser um documento que certifica o acontecimento de uma compra, pode ser usada para os registros financeiros.

2. Quais são as companhias que precisam emitir nota fiscal?

A emissão de nota fiscal é uma obrigação das empresas que contribuem para o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) ou para o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados).

No entanto, essa ação é facultativa para negócios enquadrados no regime Simples Nacional ou MEI (Microempreendedor Individual).

Se você ainda estiver com dúvidas quanto à natureza do seu negócio e, consequentemente, sobre a obrigação de emitir notas fiscais, busque mais informações no site da Secretaria da Fazenda do seu Estado ou no portal NF-e.

3. Qual tipo de emissão minha empresa deve fazer?

O tipo de emissão depende das atividades que o negócio efetua. Confira abaixo os modelos de nota fiscal existentes:

  • Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e): deve ser emitida por companhias que prestam serviços;
  • Nota Fiscal Eletrônica (NF-e): obrigatória para indústrias e comércios;
  • Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e): obrigatória para empresas que fazem o transporte de mercadorias;
  • Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica (NFC-e): deve ser passada exclusivamente para o cliente final.

4. O que é natureza de operação?

A natureza de operação é o componente da nota fiscal que faz referência ao tipo de atividade realizada com o item negociado.

Existem várias classes de operações, entre elas podemos destacar:

  • Nota Fiscal de Venda: para transação comercial com a entrega do produto;
  • Nota Fiscal de Retorno: para o acompanhamento de itens, como no caso de consertos;
  • Nota Fiscal de Remessa: voltada para o acompanhamento de bens que já contavam com um registro de operação, como remessa de venda;
  • Nota Fiscal Complementar: visa o ajuste da quantidade de mercadorias, valores e impostos de uma nota fiscal anterior;
  • Nota Fiscal de Devolução: serve para anular uma operação e devolver o item ao emissor original;
  • Nota Fiscal de Entrega Futura: necessária quando o faturamento acontece antes da entrega do produto e, só então, é emitida a nota de remessa;
  • Nota Fiscal de Venda Consignada: utilizada para a venda consignada;
  • Nota Fiscal de Venda à Ordem: é necessária quando o empreendimento solicita que o próprio fornecedor entregue o produto ao cliente.

5. Como fazer a emissão de notas fiscais?

Se o seu negócio for comercial ou industrial, primeiramente é necessário ter uma inscrição estadual. Geralmente, ela é obtida no processo de abertura do CNPJ da empresa.

Em seguida, você deve verificar se, segundo a legislação, a emissão de notas físicas ou eletrônicas é obrigatória para a sua companhia. Para o caso de notas físicas, é necessário contar com uma Autorização para Impressão de Documentos Fiscais (AIDF) para a confecção das notas. Já para as eletrônicas, você precisa de uma habilitação na Secretaria de Estado da Fazenda (SEFAZ) e um sistema de gestão que possibilite a emissão das notas fiscais.

Para o caso de empresas prestadoras de serviços, a emissão de notas fiscais eletrônicas ocorre vinculada à Prefeitura do município de operação.

Finalmente, a emissão é realizada por meio do preenchimento dos dados de toda a transação, como o modelo do produto, quantidade, data etc.

6. O que é um emissor de notas fiscais?

Um emissor de notas fiscais é um software que gera esse tipo de documento com rapidez e facilidade. Normalmente, ele vem integrado a uma ferramenta de gestão, que controla vários setores da empresa, além de emitir as notas.

Dessa forma, o emissor altera o estoque, preenche todos os dados da nota fiscal, adiciona a quantia ao faturamento e se integra, inclusive, ao seu ponto de vendas no balcão ou loja virtual.

Além de tudo, plataformas como o GestãoCLick permitem realizar diversas atividades, como imprimir ou enviar DANFE por e-mail, baixar ou importar XML, além de emitir NF-e com certificado A1 ou A3, NFS-e e NFC-e.

Assim, um emissor de notas fiscais auxilia e melhora toda a gestão do negócio, automatiza as atividades, aumenta a produtividade e evita erros durante os processos.

7. Por que emitir notas fiscais?

Emitir notas fiscais é essencial para a credibilidade do seu negócio. Afinal, por meio desse documento é possível comprovar a legalidade das mercadorias, o pagamento dos tributos e a contabilidade de uma empresa. Com isso, você conquista a confiança dos seus fornecedores e clientes.

Esse tipo de documento assegura ainda a origem, a boa qualidade dos itens e a garantia do produto, o que atrai o freguês. Além do mais, uma contabilidade comprovada pelas notas traz confiança, inclusive, para os investidores.

Vale salientar que não emitir notas pode trazer sérios prejuízos à empresa, pois o negócio pode ser enquadrado em diversos crimes apontados na legislação, acarretando punições, multas e, consequentemente, o término da companhia.

Saber tudo que envolve o universo sobre a nota fiscal pode parecer desafiador. Afinal, são muitos detalhes, desde saber se é a emissão é obrigatória para o seu negócio até escolher o modo adequado de fazer isso. Dessa forma, é normal que você se sinta perdido e com muitas dúvidas. Contudo, após conferir as questões esclarecidas neste post, você já deve estar mais preparado para lidar com essa situação.

E então, aprendeu bastante sobre nota fiscal? Quer descobrir mais a respeito desse e outros assuntos? Assine minha newsletter!

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Empreendedorismo, Finanças e Tributos

Plano de crescimento e escalabilidade: 5 dicas para sua empresa!

Ter um negócio escalável é o sonho de muitos empreendedores, estou certo? Mas, para que isso seja possível, é importante que o dono da empresa conheça o conceito de escalabilidade e saiba fazer um plano de crescimento adequado, pois somente dessa forma o negócio conseguirá sobreviver em meio a um mercado tão competitivo quanto o atual.

Os modelos de negócios têm evoluído constantemente. Por esse motivo, é essencial que você esteja atento às mudanças de cenário, a fim de colocar em prática as melhores estratégias para aumentar suas vendas e, consequentemente, seu faturamento.

Mas você sabe como fazer um plano de crescimento para tornar o seu negócio escalável? Se a resposta for não, fique tranquilo! Hoje vou explicar tudo sobre o assunto. Acompanhe!

O que é escalabilidade?

Primeiramente, para que você possa fazer um plano de crescimento eficiente, é importante entender o conceito de escalabilidade. Seu conceito diz respeito à produção em larga escala, porém, com custos reduzidos, a fim de aumentar os ganhos sem perder a qualidade do produto.

Sendo assim, quando falo sobre um negócio escalável, estou me referindo àquele que pode ampliar a sua produção, com o objetivo de atingir mais consumidores, mas sem aumentar os investimentos.

Em suma, com esse modelo de negócio, a sua empresa conseguirá produzir mais sem que seja necessário adicionar recursos, fazendo com que você tenha mais condições para destinar os investimentos a outros pontos mais importantes.

A escalabilidade tem a característica de diagnosticar o potencial de uma empresa. E para saber se um negócio é escalável, é preciso levar alguns pontos em consideração, como:

  • o Custo de Aquisição de Clientes (CAC) deve ser baixo;
  • o modelo de negócio precisa ser repetível, ou seja, capaz de ser ampliado em outras regiões;
  • os processos precisam ser ensináveis, isto é, devem ser facilmente replicados;
  • as metas e objetivos precisam ser claros e tangíveis.

Como aplicá-la na minha empresa?

Agora que você já entendeu o que é escalabilidade, vou mostrar como aplicá-la na sua empresa. Acompanhe minhas dicas!

1. Seja criativo

Para colocar a escalabilidade em prática, é preciso ter criatividade, pois o negócio será embasado em inovações e insights que farão com que a empresa possa realizar suas atividades sem comprometer seus custos e, ao mesmo tempo, aumentando os resultados.

2. Faça um plano de crescimento estratégico

Conforme mencionei no início deste texto, para que uma empresa seja bem-sucedida, além de contar com um negócio escalável, ela precisa ter uma plano de crescimento, o qual identificará as estratégias necessárias para que tudo saia conforme as expectativas do empreendedor.

Além disso, por meio dele, você pode prever possíveis cenários que coloquem em risco o bom desenvolvimento do negócio. Assim, é possível criar ações para impedir que isso aconteça.

Pensando nisso, listei, a seguir, os principais passos para criar um plano de crescimento estratégico:

  • defina as metas e objetivos do negócio;
  • faça uma análise minuciosa da necessidade de oferecer novos produtos ou serviços aos clientes;
  • estabeleça quantas pessoas são necessárias para garantir o crescimento da empresa;
  • faça uma boa gestão do capital de giro e seus investimentos;
  • identifique potenciais parceiros de negócio;
  • elabore estratégias de crescimento para o dia a dia.

3. Crie uma cultura organizacional

Fazer com que todos os seus colaboradores entendam os objetivos de um processo escalável, criando essa cultura dentro da empresa, é um passo fundamental para a implementação desse modelo de negócio.

Sendo assim, deixe claro o papel de cada funcionário e mostre como você espera que os processos sejam realizados, sempre entregando feedbacks construtivos para a equipe.

4. Padronize os processos

A padronização dos processos ajudará a garantir que o aprendizado seja mais rápido e eficaz. Isso também refletirá nos resultados do seu negócio, pois, nesse momento, será possível identificar a melhor forma de realizar as atividades dentro da empresa, preservando a qualidade e diminuindo custos.

Dessa forma, todos os colaboradores poderão trabalhar da mesma maneira, diminuindo as margens de erro. Inclusive, os funcionários recém-contratados terão mais autonomia na sua rotina, melhorando a sua produtividade e garantindo excelência nos serviços prestados.

5. Aproveite a tecnologia

A tecnologia veio para facilitar a sua vida, tanto pessoal quanto profissional. Por esse motivo, é de suma importância que você conte com o auxílio dessa ferramenta para implementar a escalabilidade na sua empresa.

Dessa maneira, até mesmo os processos mais burocráticos serão simplificados, permitindo que você e sua equipe consigam focar naquilo que é realmente importante para garantir o crescimento do negócio.

Quais os benefícios da escalabilidade para a empresa?

Ficou claro como colocar a escalabilidade em prática, não é mesmo? Agora você precisa saber quais são seus benefícios. Vamos lá?

É ensinável

Todo processo que é ensinável tem grande potencial de crescimento. Nesse sentido, a escalabilidade pode beneficiar a sua empresa, pois, ao colocá-la em prática, a implementação de mudanças se torna mais fácil, o que fará com que o negócio consiga eliminar os entraves e possa se destacar de seus concorrentes no mercado.

Permite identificar o potencial do negócio

A escalabilidade permitirá que você tenha uma visão mais ampla do seu negócio, podendo conhecer, a fundo, seu potencial. E o melhor: será possível identificar futuros problemas que possam colocar em risco o desenvolvimento da empresa.

Isso tudo é importante porque, infelizmente, o mercado é cheio de incertezas. Por isso, você precisa estar preparado para qualquer situação.

Pode ser replicada facilmente

Quando os processos podem ser replicados, sem nenhum custo adicional, é sinal de que a empresa conseguirá se desenvolver de uma maneira saudável. Nesse sentido, a escalabilidade se mostra como uma grande aliada. Isso porque ela permite a expansão do negócio por meio de um processo repetível.

O plano de crescimento e o de escalabilidade precisam andar juntos, pois eles vão ajudar você a fazer seu negócio decolar e, claro, aumentar o faturamento. Com o passar do tempo, você perceberá o quanto a sua empresa evoluiu, bem como a sua forma de compreender o seu negócio.

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Finanças e Tributos

5 passos e cuidados para um negócio com crescimento saudável

O caminho natural que todo empreendedor deseja seguir é o desenvolvimento do negócio, certo? Mas quantas dicas a gente ouve por aí que falam apenas do sucesso, sem deixar claro as ações práticas para chegar até ele? Por que não se discute sobre crescimento saudável?

É justamente sobre isso que eu falo neste artigo. Reuni 5 passos e cuidados compartilhados por grandes empreendedores que podem servir de inspiração e ajudar você na expansão do seu negócio. Vamos lá?

1. Organize as finanças para um crescimento saudável

O combustível para que seu negócio prospere e renda cada vez mais frutos depende de uma boa gestão financeira. Por isso, o primeiro passo rumo ao crescimento saudável da sua empresa é pulso firme no controle do orçamento.

Olhe com atenção seu fluxo de caixa e verifique se é viável a melhoria da gestão das contas a pagar e receber, ficando sempre de olho na possibilidade de reduzir custos, buscar menores taxas ou até mesmo trocar os prestadores de serviços. É na redução das despesas que você começa a reunir recursos para o crescimento da empresa.

O demonstrativo de resultados é mais uma ferramenta indispensável na organização das finanças. Com ele, você pode acompanhar a saúde financeira do negócio e pensar nos planos de expansão.

2. Adote um software de gestão

Quanto maior a empresa, maiores são as responsabilidades fiscais, financeiras e com a equipe. Já pensou em como pode ser difícil tomar conta de todos esses aspectos só com planilhas e processos manuais?

E aqui vai um conselho amigo: adote o quanto antes um software de gestão. Também conhecida como ERP, essa ferramenta integra em uma única plataforma todos os dados de gerenciamento das atividades do seu negócio.

Isso gera mais praticidade nas rotinas administrativas. Portanto, o software contribui diretamente para redução de custos, maior produtividade e cumprimento dos prazos, além de melhorar a tomada de decisões a partir de dados precisos. Resumidamente, é o passo certo rumo ao crescimento saudável.

3. Invista no capital humano

Dinheiro e tecnologia são recursos indispensáveis na expansão dos negócios, mas eles não valem muito se você ainda comete erros na gestão de pessoas. Propor metas impraticáveis e não ouvir o que a equipe tem a dizer sobre as rotinas de trabalho adotadas são apenas alguns dos problemas que podem comprometer os planos de crescimento saudável.

Sendo assim, invista na capacitação da equipe, valorize aqueles profissionais que estão ao seu lado desde o início e mantenha um canal de diálogo aberto para críticas e sugestões. Considere ainda a possibilidade de contratação para cargos necessários rumo à expansão da empresa.

4. Cultive o bom relacionamento com o cliente

Se você não conhece os gostos e o perfil dos seus clientes, então sugiro que comece uma pesquisa agora mesmo. São eles que transformam a dinâmica do mercado e ditam as necessidades que o seu negócio precisa suprir.

Além disso, não se esqueça de manter um serviço de excelência e oferecer canais de atendimento para que esses clientes possam opinar sobre sua empresa.

5. Capriche nas estratégias de marketing

O crescimento saudável também precisa de um bom plano de marketing pensado em larga escala. Por isso, avalie sua marca e faça com que ela represente as estratégias e ações de expansão da sua empresa, mantendo sempre a boa reputação dos produtos e serviços oferecidos.

E como anda a responsabilidade social do seu negócio? Ainda não tem uma estratégia nesse sentido? Esse tipo de ação melhora a imagem da sua empresa e atrai a simpatia do mercado e do público consumidor, que tendem a escolher empresas que apoiam causas sociais.

Gostou das minhas dicas? Tenho certeza que com esses 5 passos e cuidados você certamente vai conquistar o crescimento saudável do seu negócio. Posso dar um último conselho? Assine minha newsletter e acompanhe todas as dicas e histórias que eu compartilho por lá. Nos vemos em breve!

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Destaque, Finanças e Tributos

Gestão de compras: entenda como fazer na sua empresa

Você sabia que a gestão de compras tem uma função muito importante dentro da empresa? Pois bem, confesso que eu também não conhecia a sua importância até enfrentar algumas dificuldades por causa da falta de conhecimento.

Na verdade, essa ferramenta é fundamental para garantir o bom desempenho da empresa. Por meio dela você conseguirá controlar melhor o seu estoque e outros setores dentro da organização, além de gerir os seus produtos conforme a necessidade do seu time de vendas. Incrível, não é mesmo?

E aí, quer colocar em prática uma gestão de compras eficiente em seu negócio? Então não deixe de conferir essas dicas que separei especialmente para você. Acompanhe!

Realize um planejamento estratégico

É preciso fazer um planejamento estratégico apenas para decidir o que se vai comprar? É claro! Esse passo é importante para que você consiga traçar o melhor caminho para a sua gestão de compras.

Dessa forma, será possível identificar gargalos que podem estar comprometendo o bom desenvolvimento de suas finanças. Você terá uma visão mais ampla do seu negócio, avaliando os seus fornecedores, as mercadorias que são mais procuradas etc.

Estabeleça quais serão os seus objetivos

Para alcançar resultados positivos, você precisa saber onde quer chegar, certo? Ao definir seus objetivos, será possível fazer com que a sua equipe consiga trabalhar mais focada — otimizando, assim, a sua produtividade. Afinal, eles saberão exatamente o que fazer para chegar ao resultado final.

Com o passar do tempo, até os problemas serão resolvidos pelo seu time, pois eles estarão preparados para isso!

Faça um controle rigoroso

Já imaginou uma empresa anunciar que um produto está à venda, mas, quando o cliente se dirige ao estabelecimento para comprá-lo, o vendedor se dá conta de que ele não está mais em estoque? Pois é, situações como essa são mais comuns do que pensamos!

Por esse motivo, é essencial que você faça um controle rigoroso das suas mercadorias, analisando quais delas são essenciais para o bom funcionamento da empresa, para não ser pego de surpresa.

Fique atento aos orçamentos

Comprar suas mercadorias do primeiro fornecedor que aparecer não é uma boa prática. É importante realizar orçamentos para garantir que, além de adquirir produtos de qualidade, estou atento às finanças do meu negócio.

Suas decisões precisam estar embasadas em dados concretos, sendo assim, procure sempre verificar quais são os valores disponíveis para melhorar a sua gestão de compras.

Saiba negociar

De fato, saber negociar é um fator fundamental na hora de fazer uma gestão de compras eficiente. Por isso, antes de conversar com seus fornecedores, faça uma análise de mercado a fim de verificar se os preços que serão apresentados são mesmo compatíveis com a realidade.

Feito isso, negocie com seus fornecedores: faça orçamentos, compare a qualidade dos produtos e o tempo de entrega etc. Esses fatores são fundamentais para fazer uma negociação positiva para o seu negócio.

Enfim, podemos resumir que, ao fazer uma gestão de compras eficiente, você utilizará os recursos da sua empresa de forma a possibilitar que os investimentos sejam realizados em um momento oportuno, sem prejudicar o seu controle financeiro!

Então, gostou de saber um pouco mais sobre gestão de compras? Agora, aproveite para conferir também quais são os conceitos básicos de gestão que todo empreendedor precisa dominar!

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Finanças e Tributos

O que é faturamento e sazonalidade?

O que é faturamento?

É tudo aquilo que é faturado em nome de sua empresa: o valor total obtido com a venda de seus produtos ou serviços. Imagine as transações realizadas por sua companhia. A quantia total dos negócios fechados — as vendas ou os serviços — dentro de um período, será o seu faturamento. Geralmente, esse termo é confundido. Faturamento é tudo que foi vendido, enquanto a receita, por exemplo, se refere apenas ao valor total do que foi recebido.

Sabe aquele mês que você fechou 200 negócios pelo valor de R$100 e somente 180 clientes pagaram? Então, vamos analisá-lo:

  • Faturamento: 200 x R$100 = 20.000 R$
  • Receita: 180 x R$100 = 18.000 R$

Percebeu a diferença?

Essa é uma informação necessária ao empreendedor que pretende se profissionalizar, facilitando uma visão do comportamento geral e possibilitando a gestão e o planejamento da estratégia — como aumentar e diminuir estoque.

Contudo, existem dois tipos de faturamento:

  • faturamento bruto — porque é a soma de todas as vendas ou serviços de um período;
  • faturamento líquido — porque é soma dos negócios, descontados os impostos.

Lembra do exemplo dos 200 negócios? Nele, calculamos o faturamento bruto. Assim, imagine que o único imposto que incide é o ICMS, a uma taxa de 18%. Vamos recalcular:

  • impostos — 18% de R$20.000 = R$3.600
  • faturamento Líquido — R$20.000 – R$3.600 = R$16.400

São muitos detalhes e, para um volume grande, então algo pode escapar aos olhos, sendo essencial o auxílio dos softwares.

O que é sazonalidade?

O faturamento flutua conforme a demanda do consumidor. A isso o mercado chama de sazonalidade.

Uma loja de brinquedos vê, naturalmente, uma procura maior por produtos em datas comemorativas de Dia das Crianças e Natal, por exemplo. Em Dia dos Pais ou das Mães, por outro lado, são esperadas queda ou estabilidade. São comportamentos sazonais, ou de época, já conhecidos e catalogados no setor em que você atua.

Se não planejar para esses momentos, haverá períodos nos quais não terá demanda e possuirá estoque. Ou então, quando a demanda vier, talvez não haja produtos armazenados ou, inclusive, falte mão de obra para gerir a logística.

É importante a consideração da sazonalidade para se adaptar ao mercado, fazer um bom planejamento e organizar seu negócio para manter-se lucrativo todo o ano.

Como aproveitar a sazonalidade?

Você pode estar se perguntando: “O que fazer?”. Dou aqui umas dicas:

Planeje

Para isso, é preciso informação, conhecimento e compreensão dos clientes e de seus hábitos de consumo durante o ano. Também se faz necessário conhecer sua própria empresa, a capacidade de estoque, número de funcionários etc. Deve-se conciliar essas variáveis de forma a otimizá-las para cada período.

Defina estoques diferentes

Diferentes demandas exigem diferentes estoques. Não há como produzir a mesma quantidade de ovos de páscoa todo o ano e obter um igual número de vendas durante o período comemorativo.

Substitua produtos

A empresa de ovos de páscoa pode oferecer outros produtos de chocolate no restante do ano, tomando como base as demandas dessas novas mercadorias naqueles períodos.

Melhore a logística

Nada vai adiantar se o processo de vendas for demorado e não suprir a quantidade de clientes. Tudo isso reflete nas operações e, consequentemente, no faturamento.

Realize promoções

Isso aumenta a procura em um momento de baixa demanda e, até mesmo, estende um período de boas vendas — realizando promoções antes e depois.

Use tecnologia

Nenhuma das dicas anteriores traz resultados se você não tiver noção do que fazer — o que comprar, organizar, substituir ou promover. Para isso, são necessários dados, organização e mais organização.

A tecnologia tem oferecido ferramentas que nos permitem obter, guardar e analisar informações de forma segura e prática. Ela evita erros e prejuízos, facilitando a gestão e maximizando os lucros.

É muito importante que haja uma compreensão sobre ondas de maior e menor procura, para que você possa fazer seu planejamento financeiro, de estoque e dimensionamento de equipe. Lembre-se que tudo isso independe do tamanho da sua empresa.

E aí, já sabe o que é faturamento? Entendeu a sazonalidade e como aproveitá-la? Então deixe seu comentário no post!

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Finanças e Tributos

Entenda como um ERP pode ajudar na gestão fiscal da sua empresa

Faz tudo sozinho? Está com dificuldades para lidar com as responsabilidades do negócio? Precisa melhorar a sua gestão fiscal e consequentemente otimizar os processos financeiros? Sabe o que é um ERP e como ele pode lhe ajudar? Não?!

Então saiba que você está no lugar certo, pois aqui falarei justamente sobre isso. Se você deseja fazer a sua empresa crescer, capacitar-se como gestor e alcançar uma melhor qualidade de vida, não perca este artigo em hipótese alguma. Confira!

O que é um ERP?

Para começar, nada mais justo do que explicar o que é um ERP, sigla para Enterprise Resource Planning, que em português significa “Planejamento dos Recursos Empresariais”.

De forma clara e objetiva, um ERP nada mais é do que um software de gestão integrada que tem como propósito principal facilitar e organizar o controle das informações. Simples assim.

Ao empregá-lo no seu negócio, você poderá centralizar todos os dados que se referem ao gerenciamento das atividades, proporcionando, desse modo, uma visão ampla e completa de tudo o que ocorre: a comunicação entre as diferentes áreas da empresa será beneficiada, reduzindo assim as divergências.

No geral, as vantagens em utilizar um ERP são:

  • Redução de custos;
  • Aumento da produtividade;
  • Melhora na tomada de decisões;
  • Maior facilidade para o cumprimento dos prazos.

Como um ERP ajuda na gestão fiscal?

Agora que você já sabe o que é um ERP, deve estar se perguntando como essa ferramenta pode ajudar na gestão fiscal, certo? Pois bem, por dar acesso às informações que permitem administrar os recursos e processos da sua empresa, posso destacar, nesse caso, os seguintes aspectos:

Maior controle das despesas

Um dos seus grandes benefícios, sem dúvida, é a possibilidade de enxergar mais claramente quais são os gastos do negócio. Devido às funcionalidades do ERP, você poderá controlar o estoque, as compras e o seu orçamento tudo em um único lugar, o que lhe ajudará a entender o que pode ser eliminado em relação aos custos e despesas, por exemplo.

Melhor controle do fluxo de caixa

Por estruturar as obrigações no que diz respeito às contas a pagar e receber, a utilização de um ERP também lhe auxiliará no controle do fluxo de caixa, um problema bastante comum principalmente nas pequenas e médias empresas.

Esse é um ponto que merece ser destacado, afinal de contas, um fluxo de caixa bem gerenciado é teoricamente uma garantia de resultados saudáveis, havendo crescimento ou não.

Monitoramento da emissão de notas fiscais

Não menos importante, está o monitoramento da emissão de notas fiscais, um trabalho que exige muito cuidado, até porque, erros cometidos aqui podem resultar em boas dores de cabeça.

Ao optar por um ERP, a execução dessa atividade se tornará mais simples, rápida e eficiente, diminuindo os erros e evitando os problemas com o fisco.

Enfim, os benefícios para a gestão fiscal são evidentes, por isso, se você ainda não tinha considerado a ideia de adotar esse tipo de software, repense sobre o assunto. Aderir a essa solução é certamente uma ótima escolha, fundamental para quem deseja crescer com saúde.

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