Empresário e Pessoa física

Previdência: VGBL e PGBL

 

Conheça mais sobre o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL). O Guia te ajuda a escolher a melhor previdência.
Conheça mais sobre o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL). O Guia te ajuda a escolher a melhor previdência.

VGBL e PGBL não são as únicas opções, mas já têm detalhes suficientes para deixar o cabelo em pé. Conheça um pouco de cada um deles

Outro dia publiquei aqui no Guia Empreendedor um post comentando sobre um combinado especial que gostaria de compartilhar com vocês: plano de previdência social e o plano de previdência privada. Como já falei, na apresentação, sobre o primeiro tema, agora vou abordar questões referentes à aposentadoria privada.

Além de recorrer à Previdência Social e ao Instituto Nacional de Seguridade Social, hoje qualquer pessoa pode buscar um banco para programar a aposentadoria. Funciona assim: você faz, quando jovem, uma contribuição para ter uma renda extra no futuro, cujo prazo você mesmo definirá.

Existem algumas modalidades privadas deste tipo, mas vou focar, aqui neste post, nas duas mais comuns: o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL). Meu objetivo aqui não é ensinar o passo a passo de cada um deles, apenas dar uma ideia sobre como funcionam com base no que aprendi em minha experiência pessoal. Por isso, o alerta: informe-se bem antes de tomar qualquer decisão. 

O PGBL é indicado para quem faz a declaração completa do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF), porque permite abater o valor investido em até 12% da base devida no imposto. Quando a pessoa começar a recolher sua “aposentadoria”, porém, haverá cobrança de Imposto de Renda sobre o valor total da retirada da aplicação.

O VGBL, por sua vez, é indicado para quem faz a declaração simplificada do IR, porque não é possível fazer nenhum abatimento do Imposto de Renda. Contudo, diferentemente do PGBL, o imposto recolhido no saque incide, somente, sobre o rendimento da aplicação, e não sobre o valor total.

Em ambos os casos, as alíquotas seguem uma das duas opções (definida pelo contratante):

tabela progressiva: conforme a tabela do IR para os salários (atualmente, o teto é 27,5%)

tabela regressiva: cuja alíquota varia de 10% a 35%, dependendo do tempo de aplicação.

Nos dois casos, não há uma rentabilidade pré-programada que seja uma garantia, mas é possível fazer simulações para ter uma ideia de quanto você irá ganhar. Você deve conversar no seu banco e identificar qual a melhor opção para você.

Renda fixa e variável

O banco pega o dinheiro do PGBL e VGBL e investe em títulos de renda fixa ou misto (que mistura fixa com variável). Importante lembrar que, no caso dos fundos mistos, é possível aplicar em renda variável um limite de 49% do valor total. E lembre-se: qualquer coisa é definida previamente com você.

Recomenda-se que, quanto mais novo você for, mais se aplique em renda variável (ações) porque o risco de perda de dinheiro é diluído por todo o período que você ainda vai contribuir até resgatar o investimento.

Quanto mais “experiência” e anos de vida você for ganhando – e mais se aproximar do período de descanso – uma menor proporção de seus investimentos deve estar em renda variável.

Veja taxas cobradas por seu banco e sempre questione qual será o seu rendimento líquido projeto. E boa sorte!

PS: Eu sabia muitas dessas coisas, mas decidi fazer uma colinha nesta reportagem bem legal do O Globo. Recomendo!

 

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