Saiba mais sobre empreendedorismo social

Saiba mais sobre empreendedorismo social

É possível transformar uma comunidade e, ainda, ter lucro. Entenda como funciona o empreendedorismo social

 

Sabe o que Martin Luther King, Mahatma Gandhi e um grupo de costura comunitária do seu bairro têm em comum? Todos podem ser considerados empreendedores sociais, igualmente importantes e relevantes para os grupos que representam.

Ano passado, esclareci uma questão enviada ao #ClicoResponde sobre empreendedorismo social. A leitora Natália queria entender melhor do que se tratava o termo, que nada mais é do que “o processo de procura e implementação de soluções inovadoras e sustentáveis para problemas importantes e negligenciados da sociedade que se traduz em Inovação Social sempre que se criam respostas mais efetivas (relativamente às alternativas em vigor) para o problema em questão.”

O assunto me chamou muita atenção e decidi procurar um pouco mais de informação para trazer para vocês – afinal, nada melhor do que encabeçar um projeto que gera dinheiro e ajuda a sociedade. Segundo a entidade Ashoka, voltada para ajudar empreendedores sociais, em vez de relegarem as necessidades da sociedade para os setores público ou privado, essas pessoas resolvem o problema mudando o sistema, disseminando a solução e persuadindo sociedades inteiras a seguir um novo rumo.

“Cada empreendedor social apresenta ideias simples, compreensíveis e éticas e tenta obter apoio generalizado a fim de maximizar o número de pessoas locais que irão apoiá-lo, adotar a sua ideia e implementá-la. Por outras palavras, cada empreendedor social é um recrutador em massa de changemakers locais – um modelo que demonstra que os cidadãos que canalizam a sua energia para a ação conseguem fazer praticamente tudo”, diz a associação.

Pode parecer que não, mas a iniciativa tende a ser rentável – como qualquer ideia empreendedora tem chance de se tornar. Nessas buscas encontrei um exemplo bem interessante no site do governo federal, em uma reportagem datada de 2012: trata-se da Feira Preta, a maior feira de cultura negra da América Latina. Por meio de ações, feira de negócios e eventos culturais, a organização busca fomentar o empreendedorismo étnico e fortalecer a cultura negra no País. Até aquela data, haviam sido realizadas dez edições do encontro, que movimentaram 400 artistas, 40 mil visitantes, 500 expositores e mais de R$ 2 milhões.

Esse é um ótimo exemplo do tanto que um projeto social pode circular de dinheiro e, ainda, deixar um legado na comunidade. E então, o que você acha disso?

Mateus Pinto
Mateus Pinto

Publicitário com 20 anos de experiência. Mateus é diretor de arte da Globalweb corp e Co-fundador da agência de Marketing Digital Neoside.

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