#ClicoResponde, Desenvolvimento Humano

Clico Responde: Como saber a hora certa de demitir um funcionário?

É preciso entender a motivação para a rescisão e verificar se não há nada que possa ser feito para reverter a situação

Mais uma sexta-feira, mais um dia de #ClicoResponde aqui no Guia Empreendedor! Desta vez, vou responder à questão enviada pela Clarissa:
“Como saber a hora certa de demitir um funcionário?”
Obrigado pela confiança, Clarissa!
Como em todas as relações humanas, cada caso é um caso. Não dá para dizer o que é certo ou o que é errado, e se o vestido é preto e azul ou dourado e branco. Mas é possível desenvolver a sensibilidade para tomar a decisão que deixe o clima mais em paz.
Basicamente, é hora de demitir quando a presença do funcionário é mais prejudicial para o todo do que sua ausência.
Mas, vamos lá: em primeiro lugar, qual a motivação para sua decisão?
É a clássica de não cumprir as funções com o nível de comprometimento e qualidade que foi acordado no momento da contatação? Se sim, você já se perguntou o motivo de isso acontecer? Você ou o responsável explicou corretamente as funções que deveriam ser desempenhadas pelo funcionário? Ele tem alguma dificuldade que pode ser desenvolvida com auxílio e acompanhamento mais próximo? É importante entender se o não cumprimento das atividades de forma satisfatória é motivado por uma dificuldade superável ou insuperável.
Ou a questão seria posicionamento? A pessoa cumpre suas funções devidamente, mas compromete o clima da empresa, seja com comentários negativos, seja agindo de má-fé? Como diria minha avó, “falta de inteligência a gente conserta, falha no caráter, não”. Acho difícil consertar situações como essa, mas não há nada que seja impossívell, no fim das contas.
Seja qual for a razão, é essencial que antes de tomar a decisão de demitir mesmo a pessoa, você a chame para uma conversa franca e explique exatamente o que está acontecendo: que você entende que talvez ela não seja adequada para a função por tais e tais motivos. Faça isso de uma forma respeitosa, sem acusações, e extremamente objetiva. Entenda o que ela tem a dizer sobre suas impressões e veja se existe alguma motivação para mudar ou desenvolver as habilidades que estejam faltando. Caso ela tope tentar mais uma vez, estipule um prazo para a melhoria e atingimento das metas. Assim, caso a rescisão seja inevitável, o funcionário não será pego de surpresa.
E então, ajudou? Se ficou alguma dúvida, comente este post!

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#ClicoResponde

Clico Responde: qual o melhor antivírus para o meu computador?

Não é porque viramos 2015 que nossas regras mudaram: se é sexta-feira, é dia de #ClicoResponde. E uma questão enviada nessa semana causa dúvidas em muitas pessoas por aí. Quem mandou foi o Robério:

“Qual o melhor antivírus para a pequena empresa?”

Robério, obrigado pela confiança! Vou dar aquela resposta que ninguém gosta muito de ouvir: “depende”.

Varia muito do seu tipo de atividade, se você tem dispositivos móveis, ou não, conectados  à sua rede, quais os níveis de exposição…. seria leviano, e muito irresponsável, dizer que marca X é melhor para você sem entender sua necessidade. Isso não tem ligação com porte da empresa, mas com o nível de exposição de sua informação, entende?

O que posso assegurar é que o mais adequado para uma companhia, sempre, é a versão paga de um software, e não a gratuita. “Normalmente, as empresas lançam uma versão gratuita e uma paga de seus antivírus. A versão gratuita é mais simples e tem uma base de dados de vírus menor. A versão paga tem uma base maior e costuma ter outros serviços adicionais agregados, como spyware, firmware e outros serviços adicionais”, explicou-me, em um post que fiz no ano passado, o professor Almir Meira Alves, que é coordenador dos cursos de Engenharia da Computação e Engenharia de Produção 2.0 na FIAP.

O antivírus funciona como uma vacina: você precisa conhecer a doença para, de sua composição, extrair o antídoto. Os antivírus são atualizados periodicamente – às vezes mais de uma vez ao dia – porque diariamente surgem novas ameaças. Com base nessas novidades, criam-se novos antídotos, que são adicionados à base de dados já existente do antivírus.

Ter uma base de dados menor significa que seu computador está protegido somente de algumas ameaças – outras podem atacá-lo.

Antivírus não são produtos caros e podem ser comprados no modelo de cloud computing. Busque a melhor opção para sua empresa!

 

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#ClicoResponde, Comunicação

Clico Responde: pequena empresa precisa de plano de comunicação?

Qualquer empresa precisa de comunicação, independentemente do seu porte, segmento de mercado ou oferta: se é de produto, se é de serviço

A pergunta desta sexta-feira foi enviada pelo Murilo, que enviou sua dúvida comentando o post “Seis passos para comunicação interna em empresas familiares”. A questão é a seguinte:

“E com o público externo? Pequena empresa precisa de plano de comunicação? Obrigado”

Oi, Murilo. Obrigado pela sua confiança! Essa é uma questão muito importante e que, sistematicamente, sequer é feita pelos empreendedores iniciantes.

Vou começar a resposta com uma pergunta: você tem algo a ser comunicado?

Resposta certa: óbvio que sim.

Qualquer empresa precisa de comunicação, independentemente do seu porte, segmento de mercado ou oferta: se é de produto, se é de serviço. É de extrema importância que seu público de interesse conheça sua marca e o que ela faz – caso contrário, como você conseguirá uma clientela? E, sem um plano formatado, as ações ficarão isoladas e os resultados tendem a ser menos positivos do que se fosse criada uma estratégia integrada.

A questão, então, seria “como minha pequena empresa deve estruturar um plano desses?”

Resposta certa: não há receita de bolo. Você precisa, primeiro, saber exatamente qual o seu objetivo de negócio e conhecer os hábitos do público para qual vai vender. Identificando isso, é preciso pensar onde o potencial cliente está e quais seus hábitos de compra daquele produto em particular. Coloque-se no lugar dele. pesquisa abordagem de concorrentes. Mescle ações nas redes sociais, em anúncios, panfletos, blogs, faça promoções, parcerias, entre outros, e cerque seu potencial cliente para que ele se lembre se sua marca. Por fim, verifique, sempre, o resultado de suas ações, para identificar o que deu resultado e o que não deu.

Espero ter ajudado! Se continuou com dúvida, comente este post!

 

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#ClicoResponde

Clico Responde: o que é empreendedorismo social?

Fomos até Moçambique para conseguir responder a uma pergunta enviada pela leitora Natália. Veja a resposta!

Quem acompanha o Guia Empreendedor sabe que sexta-feira é sinônimo de #ClicoResponde! e hoje responderemos à pergunta da Natália:

“O que é empreendedorismo social?”

Obrigado pela confiança, Natália!

Tem uma entidade de Moçambique, chamada IES, voltada especificamente para o tema. Segundo a organização, “empreendedorismo social é o processo de procura e implementação de soluções inovadoras e sustentáveis para problemas importantes e negligenciados da sociedade que se traduz em Inovação Social sempre que se criam respostas mais efetivas (relativamente às alternativas em vigor) para o problema em questão.” A definição, segundo o site, foi publicada por Filipe Santos no Journal of Business Ethics, da escola global de negócios Insead, em 2012.

Ajudou, Natália? Se ainda ficaram dúvidas, comente este post! Toda sexta-feira, o #ClicoResponde uma questão.

 

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#ClicoResponde

Clico Responde: qual a estabilidade da gestante no emprego?

É proibido demitir a gestante sem justa causa a partir do momento da confirmação da gravidez

Sexta-feira, dia de #ClicoResponde! E a dúvida que o Ricardo nos mandou é muito comum:

 “Descobri que uma funcionária minha está grávida de quatro meses. Antes de saber isso, já pensava em demiti-la. Quanto tempo ela tem de estabilidade?”

Oi, Ricardo. Obrigado pela confiança e por encaminhar a sua dúvida. Realmente, essa questão é bem delicada. Mas vamos lá!

Segundo o site do Ministério do Trabalho e em Emprego, a Constituição Federal de 1988 garante 120 dias de licença remunerada – valor, este, que deve ser pago pelo empregador. Além disso, é proibido demitir a gestante sem justa causa a partir do momento da confirmação da gravidez. Depois do parto, são mais cinco meses de estabilidade no emprego.

 Conselho do Clico

Sei como uma situação como essa é difícil, por isso aconselho que jogue limpo com a funcionária. Converse com ela sobre o que ela pensa a respeito do retorno ao trabalho após o parto e indique o que ela precisa melhorar em seu dia a dia, caso tenha o interesse de continuar no emprego depois dos cinco meses de estabilidade.

Boa sorte, Ricardo! e se você tem alguma dúvida, comente este post! Toda sexta-feira, o #ClicoResponde uma questão.

 

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#ClicoResponde

Clico Responde: devo emitir nf-e para e-books?

Recebemos uma questão de usuário que está meio incompleta, mas faremos o possível para atendê-lo. Ele se cadastrou apenas como “ztbhappy” e não deixou um contato de e-mail para que pudéssemos entender melhor sua dúvida. Mas empreendedores, e principalmente eu, não esmorecem diante da dificuldade, então daremos uma resposta o mais abrangente possível.

“Estou criando uma empresa para venda de e-books, devo ou não emitir NF para esse tipo de produto?”

Se você quer dizer Nota Fiscal, ztbhappy, é preciso ressaltar que qualquer operação comercial para ser legalizada no Brasil deve ser registrada por uma nota fiscal. É com base nessa emissão que é possível calcular e pagar tributos pela operação de sua empresa com o Fisco.

Agora, se você se refere a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), que é a digitalização do documento, irei retomar uma resposta dada por Marco Zanini, que é líder da NF-e do Brasil, empresa do grupo Globalwebcorp que, por sua vez, agrega o Vouclicar.com e o Guia Empreendedor: varia se a atividade de sua empresa é mercante (venda de produtos) ou se ela está baseada em venda de serviço.

No primeiro caso, os tributos são federais e estaduais. No segundo, são federais e municipais (este último aqui sendo o ISS, ou Imposto Sobre Serviços).

“Quem é prestador de serviço precisa emitir Nota Fiscal Eletrônica se no município em que ele estiver for obrigatório”, me contou o Marco. Ele explicou que mesmo o Brasil tendo uns 5,5 mil municípios, somente 400 obrigam essa emissão eletrônica. Você, então, deve perguntar a seu contador se a sua cidade está nesta lista.

Agora, se a sua empresa comercializa mercadorias, quando a venda é de uma empresa para outra, não tem discussão: a NF-e é obrigatória e ponto.

Espero ter ajudado! Da próxima vez, deixe seu e-mail de contato, assim conseguimos mais informações para responder sua questão.

 

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