Comunicação, Tecnologia

O minuto na UTI: O pagamento de serviços medidos está por um fio.

A internet é ilimitada.

‍Esse conceito, que provocou uma revolução na oferta de serviços, se transformou em um princípio que está enraizado no consumidor, e não há força que possa deter esse movimento. O Spotify está aí para provar.

Tudo aquilo que puder ser virtualizado, será empacotado como serviço de uso ilimitado. Os serviços medidos, sejam cobrados por minutos, Kbps, MB, tempo de conexão etc, só vão durar até o dia em que alguém romper esse modelo. Só é questão de ‘quando’.

As tarifas telefônicas no Brasil sempre foram uma das mais caras do mundo porque nosso modelo de cobrança entre operadoras é realizado por etapas e reflete um momento absolutamente superado. Explica-se: o usuário da operadora A liga para um usuário da operadora B, entre cidades diferentes, utilizando o código de prestadora (CSP) de uma outra operadora C. A quantidade de transações na ligação é uma verdadeira salada: A paga para B, B paga para C, A paga para C, e, finalmente, A e C cobram do cliente. São diversas etapas em uma ligação, que geram despesas em cascata. No final, o consumidor paga a conta de tudo isso reunido.

Esse modelo fazia sentido em um tempo em que todo o tráfego do país passava por cabos metálicos através de centrais tradicionais. Quando a voz passou a trafegar através da internet, esse monstrengo deixou de fazer sentido.

E tudo aquilo que deixa de fazer sentido tem vida curta na internet.

Nos últimos cinco anos as operadoras tradicionais tentaram se adaptar:

  1. Criaram os planos ilimitados para a mesma operadora.
  2. Criaram planos ilimitados para qualquer operadora.
  3. Reduziram as tarifas.

Mas já era tarde. Pagar por serviço medido (ou seja: pagar por minuto) deixou de fazer sentido para o consumidor. As ligações ilimitadas migraram para os APPs.

No primeiro momento, as operadoras espernearam e tentaram taxar os APPs (Whatsapp, Netflix, etc), e agora, frente ao inevitável, oferecem uso ilimitado para os APPs de ligações.

Não há força nem poder econômico que faça isso voltar atrás.

Mas, se isso já é realidade para o consumidor, ainda não o é para as empresas. A internet tem disso: poder de massa é superior ao poder econômico.

As empresas precisam de número de telefone, de PABX, de ramais para os colaboradores e 0800, seja por obrigação legal (lei do SAC), seja por política de atendimento ao cliente. Nesse sentido, parece difícil que APPs venham a substituir os números telefônicos fixos, necessários e/ou obrigatórios para as empresas.

No entanto, tudo isso já está na nuvem. Nos mercados mais maduros, a migração para PABX Cloud já se consolidou, e em poucos anos o PABX tradicional será peça de museu.

No Brasil, com a construção de redes de dados mais robustas e eficientes, além da pulverização geográfica de redes de fibra ótica através de milhares de ISPs, as condições técnicas para virtualização de telefonia corporativa transformam o país na próxima parada para o PABX na nuvem.

No Brasil, esse serviço parece se dividir em dois modelos principais de negócio:

  • O que cobram pelo serviço medido, ou seja, cobram pelas ligações;
  • O que oferece ligações ilimitadas.

A história da internet nos mostra qual deles será o modelo de sucesso. Tarifação e contas telefônicas muito em breve farão parte de práticas superadas assim como a mobilização de recursos e investimentos em infraestrutura, além do próprio PABX.

 

Fonte: blog da iungo.

Read More...

Destaque, Tecnologia

3 pontos a considerar na hora de escolher um software para PME

Você já parou para se perguntar quais são os pontos que devem ser considerados na hora de escolher um software de gestão para PME? Será que você sabe o que é importante e o que vai fazer a diferença para a sua pequena ou média empresa?

Neste post eu vou ajudá-lo a responder essa pergunta, mostrando algumas características que você deve observar para escolher um bom software. Vamos lá?

1. Entenda a sua empresa

Antes de mais nada, é preciso que você entenda o seu negócio, ou seja, conheça a fundo o setor em que você atua, saiba qual é o tamanho exato da sua empresa e o volume de suas atividades.

Além disso, é necessário também que você compreenda o momento em que você está e aonde pretende chegar. Com base nesses dados, você poderá começar a definir qual é o melhor sistema para a sua organização.

Eu posso afirmar que, com essas informações em mãos, você já tem meio caminho andado, pois elas representam boa parte das características da sua organização.

Assim, será possível definir quais módulos serão necessários e escolher entre as diferentes formas de integração, relatórios e demonstrações que precisarão ser geradas e enviadas ao governo e outros órgãos.

2. Conheça as suas necessidades

Além de conhecer a sua empresa, recomendo que você entenda exatamente quais são as suas necessidades como gestor.

De nada adianta ter em mãos um excelente software com múltiplas funções se você não utilizar esses dados para nada. Portanto, é preciso compreender como funciona o seu cotidiano gerencial.

Comece analisando, por exemplo, se você precisa acompanhar de perto o fluxo de caixa (que é uma ótima ferramenta financeira e de gestão) e de que maneira quer observar os custos da empresa.

Com base nessas informações, fica mais fácil definir qual o tipo de sistema mais adequado e útil às necessidades do seu negócio e às suas demandas como gestor.

3. Saiba mais sobre o software para PME

Uma boa dica que posso dar é pesquisar diferentes softwares e tentar entender o que eles oferecem como diferencial.

Lembre-se de considerar o custo-benefício, mas também leve em conta a praticidade, o suporte e a usabilidade do sistema. É muito importante que ele tenha uma linguagem acessível a todos os seus colaboradores e que seja fácil de operar.

Outro ponto que eu recomendo verificar é o atendimento da empresa desenvolvedora. Essa questão é essencial no caso de alguma dúvida ou se você precisar de suporte.

A segurança dos dados também é uma questão a considerar na escolha do software para PME, já que você quer garantir que os dados de sua empresa estejam sempre seguros e acessíveis.

Neste post, eu mostrei que é preciso conhecer várias características da sua empresa e da sua gestão para optar por um software para PME. Essa é uma decisão muito importante para o futuro da sua organização, portanto siga minhas dicas e escolha com sabedoria!

Se ficou alguma dúvida ou se você quer conhecer soluções tecnológicas para a gestão do seu negócio, que tal entrar em contato conosco?

Read More...

Tecnologia

Quando e como implantar um software de gestão na minha empresa?

 

1. Introdução
2. Como saber a hora de implantar?

2.1 Há velocidade na obtenção e informações de qualidade?

2.2 Quanto custam os erros?

2.3 É possível identificar gargalos nos processos?

2.4 Há agilidade nos processos?

2.5 Quais são os resultados das negociações?

2.6 Como é feito o controle de estoque?

2.7 Controle de caixa, de recebimentos e de contas a pagar

3. Como obter sucesso na adoção do software de gestão?

3.1 A escolha do software

3.2 Aplicativos

3.3 Computação em nuvem

3.4 Treinamento

3.5 Nova cultura

3.6 Monitoramento

4. Desafios que serão encontrados
5. Seis erros para não cometer

5.1 Não definir objetivos

5.2 Não conhecer bem o software

5.3 Não definir uma equipe qualificada

5.4 Abrir mão de aplicativos específicos

5.5 Falta de treinamento ou de suporte

5.6 Falta de monitoramento

6. Conclusão

Para manter a competitividade exigida pelo mercado, as empresas precisam simplificar os processos de gestão, a fim de torná-los mais ágeis e consistentes.

Ao mesmo tempo, o gestor precisa buscar garantias de que, com a máxima velocidade e a qualquer tempo, ele terá em mãos os dados que necessita para orientar suas decisões. Além disso, é essencial que todas estas funcionalidades estejam disponíveis de maneira colaborativa e integralmente conectadas.

Em linhas gerais, essas demandas descrevem exatamente o que um software de gestão empresarial é capaz de atender, ainda mais quando tratamos de uma solução em nuvem. Proporcionando um suporte às organizações, eles criam soluções administrativas, financeiras e comerciais, além daquelas destinadas a solucionar questões específicas de cada segmento.

O post de hoje abordará a oportunidade de implantação de um software de gestão em uma empresa. Darei algumas dicas para obter o melhor desempenho desta solução tecnológica, observando ainda os desafios e os erros que normalmente são cometidos na implantação.

Espero que esse material forneça todas as informações que você precisa para se decidir sobre o momento e sobre os procedimentos que deve adotar para na implantação de um software de gestão empresarial. Tenha uma ótima leitura!


Como saber a hora de implantar?software de gestão

Essa é uma pergunta que encontra parte da resposta em si mesma. Afinal, quando esse tipo de questão surge, ela significa que alguns episódios já estão mostrando ao gestor a necessidade de buscar soluções que certamente serão encontradas em um software de gestão.

Porém, para que haja a confirmação desta necessidade, basta fazer uma análise sucinta dos processos de gestão, dos procedimentos que eles implicam e dos resultados que oferecem. Com base nesta análise, é possível detectar eventuais falhas e fazer uma estimativa do quanto elas custam para serem corrigidas ou em termos de perda de faturamento.

Comparando os valores apurados ao longo de um ano com os custos de um software de gestão, o gestor poderá ter uma resposta bastante clara sobre a conveniência do momento para adotar a solução. Nesta análise, é necessário observar:


2.1 Há velocidade na obtenção e informações de qualidade?

Para tomar decisões com segurança e orientar as estratégias que deve seguir, o gestor precisa ser abastecido de informações administrativas sobre a empresa. A velocidade com que essas informações são entregues e a consistência dos dados obtidos, em grande parte, são determinantes do sucesso das ações.

Da mesma forma, as informações inerentes a negociações, preços, condições de pagamento, disponibilidade de estoques, atendimento ao cliente, entrega de produtos ou de serviços, entre outras que são fundamentais para o andamento do negócio e capazes de garantir as vendas e a manutenção dos clientes, precisam transitar com grande eficiência e confiabilidade.

Ora, se são necessárias reuniões desgastantes e cobranças insistentes para que estas informações possam ser transmitidas e se a transmissão é feita por meio de extensos relatórios, estes são fortes indício de que um software de gestão precisa ser adotado.


2.2 Quanto custam os erros?

Quando o gestor detecta que há perda de tempo, de material e de dinheiro em decorrência de erros operacionais que exigem retrabalho, surge outro indicativo de que um software de gestão é bem-vindo.


2.3 É possível identificar gargalos nos processos?

Um processo de gestão eficiente deve permitir ao gestor detectar com facilidade eventuais gargalos que possam surgir no ciclo do negócio – desde a fabricação de produtos ou aquisição de mercadorias ou de insumos, até a entrega, passando naturalmente pelos processos de comercialização. Se o ciclo não é visível de forma simplificada, surge mais um indício de que o software de gestão é necessário.


2.4 Há agilidade nos processos?

Um dos fatores que determinam o sucesso — ou o fracasso — de um empreendimento é a velocidade com a qual os processos são desenvolvidos. Sobretudo aqueles que interferem diretamente na entrega de pedidos.

Afinal, entre o envio de um pedido e o recebimento do que adquiriu, o cliente não pode ficar à mercê da ineficiência que os processos não automatizados é capaz de gerar.


2.5 Quais são os resultados das negociações?

O gestor deve ser capaz de identificar com facilidade quais são aqueles produtos, mercadorias ou serviços que oferecem os melhores resultados, distinguindo daqueles que dão prejuízo ou que simplesmente empatam o capital. Se não é possível fazer esta identificação de forma imediata, há mais um sinal de que o software de gestão é necessário.

 

2.6 Como é feito o controle de estoque?

Também é essencial que o gestor consiga identificar imediatamente a situação de estoque, com capacidade para quantificar as mercadorias de maior giro e aquelas que encalham. Há casos, inclusive, em que é preciso se certificar do prazo de validade de produtos, de mercadorias ou de insumos.

A eficiência no controle de estoque é fundamental para a política de relacionamento com fornecedores e para a garantia de atendimento a clientes. Em muitos casos, a fim de se livrar de mercadorias encalhadas, é a gestão do estoque que definirá a realização de promoções, por exemplo.

Se o controle de estoque não é feito com eficiência, há outro indicativo da falta de um software na gestão da empresa.


2.7 Controle de caixa, de recebimentos e de contas a pagar

Se o gestor não tem o conhecimento claro sobre o fluxo de caixa, sobre o que tem a receber e sobre o que tem a pagar, há mais um indício de que é chegado o momento de implantar um software de gestão na empresa.

Como obter sucesso na adoção do software de gestão?software de gestão

De fato, a implantação de um software gestão na empresa é capaz de oferecer uma série de soluções que serão determinantes para o melhor desempenho do negócio. Contudo, a medida não será suficiente se não for precedida de alguns cuidados e também se não for acompanhada de outros expedientes.

A começar pela plena compreensão dos processos que a empresa desenvolve. Afinal, o software virá como um facilitador, que reduzirá a complexidade dos trâmites da empresa, aumentando a velocidade de acesso às informações, que ficarão disponíveis em um banco de dados único. Este banco será acessado por cada departamento da empresa, de acordo com a necessidade.

Nesse sentido, o sistema estabelecerá novas rotinas, tanto para as pessoas, quanto para os processos e estas rotinas devem estar de acordo com a realidade do negócio.

Portanto, da mesma forma que é fundamental fazer a escolha do software adequado, também é essencial fazer o pleno envolvimento da equipe com as soluções oferecidas, treinando-a de maneira adequada para interagir com as novas rotinas.


3.1 A escolha do software

Em princípio, todo software de gestão segue as mesmas orientações básicas que, até certo ponto, são iguais para todos os casos. Porém, a partir da especificidade que cada tipo de negócio apresenta, as soluções também devem ser apresentadas de forma específica.

Por exemplo, uma loja de material de construção trabalha com controles diferentes daqueles que são feitos em uma cafeteria que, por sua vez, é distinta de um pet shop e assim por diante. Portanto, ainda que sejam comuns a todos alguns dos tipos de registros básicos que são feitos por um ou por outro tipo de negócio — por exemplo, identificação de clientes por CPF ou CNPJ, endereço etc. — grande parte das rotinas são diferentes entre um e outro.

O controle de estoque, por exemplo, é algo muito mais importante para a loja de material de construção do que seria para uma barbearia — que, por sua vez, exige um controle de agenda de atendimento a clientes bastante eficiente, o que seria dispensável para uma loja de material de construção.


3.2 Aplicativos

Além disso, o software deve estar aberto para a utilização de aplicativos ainda mais específicos, que podem significar um ganho imenso na agilidade de processos. Por exemplo, existem aplicativos elaborados para empresas que mantêm frotas próprias ou que têm a logística como um aspecto importante do negócio. Da mesma forma, há aplicativos úteis para a gestão financeira, para a contabilidade ou mesmo para as ações de comunicação e marketing da empresa, entre outros, que precisam ser considerados caso a caso.


3.3 Computação em nuvem

As soluções em nuvem vieram agregar um valor ainda maior aos softwares de gestão. Enquanto em tempos passados era preciso implantar o sistema localmente — o que exigia o custo adicional com um servidor dedicado e com redes complexas —, atualmente, é possível utilizar sistemas remotos, que interligam toda a empresa a partir da internet, dispensando os custeios excessivos e permitindo que várias soluções estejam disponíveis simultaneamente para todos os usuários.

Ao mesmo tempo, com o sistema em nuvem, a manutenção permanente é garantida, com atendimento imediato às solicitações e sem a necessidade das visitas técnicas. Esta possibilidade também diminui bastante o custo da solução.


3.4 Treinamento

Outra questão essencial para o sucesso de um software de gestão é oferecer à equipe um treinamento adequado, a fim de tornar o uso completo e compatível com a necessidade. Naturalmente, o comprometimento dos colaboradores com o novo sistema deve ser liderado por um ou mais membros da equipe, conforme a necessidade. Contudo, a informação técnica precisa vir do fornecedor do software de maneira clara, com a possibilidade permanente de eliminação de dúvidas e de auxílio na execução de tarefas — o que é fundamental, sobretudo na fase inicial da implantação.

Mais uma vez, cabe ressaltar a eficiência que a solução em nuvem oferece nesse sentido, considerando a facilidade de contato online e permanente com o instrutor. Esta possibilidade aumenta, e muito, a velocidade de assimilação das funcionalidades do software por parte dos colaboradores que vão utilizá-lo.

Da mesma forma, o uso de um software em nuvem elimina aquela dependência que pode surgir quando a documentação do sistema é dominada por apenas alguns funcionários da empresa, o que se torna um inconveniente quando há a necessidade de troca na equipe. Uma vez que o acesso ao treinamento online é amplo, o conhecimento sobre o sistema permanece acessível a todos, com grande facilidade.


3.5 Nova cultura

A implantação de um software de gestão significa também a implantação de uma nova cultura na empresa. Portanto, é também o momento de revisar os processos, com a oportunidade de eliminar aquilo que ocorre de errado.


3.6 Monitoramento

Como estamos falando de uma nova cultura, é possível que leve algum tempo para que ela seja plenamente assimilada ou mesmo que receba alguma resistência por parte de alguns colaboradores. Portanto, é essencial fazer o monitoramento constante do uso, inclusive em fases posteriores.

Afinal, é sempre possível que alguns membros da equipe deixem de usar algumas das funcionalidades do software e que retomem velhos hábitos, como o uso de planilhas e de controles paralelos.

Desafios que serão encontradossoftware de gestão

O primeiro grande desafio que um gestor enfrenta para adotar a solução de um software de gestão é superado logo que ele decide implementá-la. Afinal, a resistência às novidades, muitas vezes, impede que os passos seguintes sejam dados, inclusive para superar os demais desafios que virão.

O próximo desafio a ser enfrentado diz respeito ao perfil do software que atenderá às necessidades da empresa. Para solucioná-lo, é preciso que o gestor compreenda perfeitamente as particularidades do negócio. Nesse sentido, é bastante útil conversar detidamente com os colaboradores, em cada fase dos processos envolvidos, a fim de detectar quais são as dificuldades e também quais são as maneiras mais apropriadas para resolvê-las. Nessa conversa, também será possível avaliar as expectativas quanto à solução tecnológica, bem como identificar possíveis focos de resistência à implantação, o que permite antecipar as maneiras de enfrentá-las.

Ciente do tipo de solução que atende à necessidade da empresa, é chegada a hora de enfrentar o desafio de encontrar um fornecedor idôneo, que seja capaz de oferecer a solução mais apropriada. De fato, é essencial que o gestor compreenda tudo o que o fornecedor é capaz de oferecer, tanto no que diz respeito à qualidade do produto que entrega, quanto no que se refere ao treinamento e à manutenção. Nesse ponto, é essencial verificar o histórico da empresa fornecedora e as funcionalidades do software que está sendo ofertado.

A empresa contratada deve fornecer os requisitos de equipamentos necessários para que o software rode plenamente. Em uma solução em nuvem, por exemplo, esses requisitos devem ser bem mais acessíveis do que seriam aqueles exigidos para rodar uma solução local.

Nesse momento, é preciso também se certificar a respeito da existência de outras funcionalidades que poderão ser agregadas ao sistema —- como, por exemplo, a oferta de aplicações extras, ainda não previstas no momento da implantação inicial, mas que podem ser úteis no futuro.

Por fim, na fase de implantação do software, é bastante possível que o gestor tenha que enfrentar a resistência por parte da equipe em adotar a nova cultura. Como visto no capítulo anterior, este desafio deve ser enfrentado por um treinamento coerente e pelo constante monitoramento da utilização do software.

Seis erros para não cometersoftware de gestão

Antes de partir para a implantação de um software de gestão, é importante que o gestor tenha em mente seis erros bastante comuns.


5.1 Não definir objetivos

O primeiro deles é deixar de definir objetivos claros que devam ser alcançados a partir da implantação do software e que estejam alinhados com a realidade da empresa. Para tanto, é necessário que exista um conhecimento completo sobre os processos e uma projeção sobre como eles podem evoluir, a fim de alcançarem melhores resultados do que os que são apresentados no momento da análise.


5.2 Não conhecer bem o software

Adquirir uma tecnologia sem ter o pleno conhecimento das funcionalidades que ela pode oferecer cria a possibilidade da subutilização ou da utilização inadequada da solução. Portanto, é essencial obter todas as informações preliminares sobre o software a ser adquirido e, naturalmente, garantir que o treinamento seja bastante assimilado, tanto pela equipe quanto pela liderança.


5.3 Não definir uma equipe qualificada

É essencial que as tarefas sejam atribuídas a membros específicos da equipe, que sejam conhecedores dos processos e com capacidade para assimilar o treinamento. Só assim será possível obter o melhor desempenho do software e também atribuir responsabilidades e fazer o monitoramento apropriado do desempenho na utilização.


5.4 Abrir mão de aplicativos específicos

No mercado, existem softwares de gestão empresarial que oferecem soluções genéricas, o que é bastante inconveniente se eles não puderem ser acompanhados de aplicativos específicos, que sejam capazes de solucionar questões inerentes a cada setor que a ferramenta se propõe a atender.


5.5 Falta de treinamento ou de suporte

Abrir mão do treinamento e tentar aprender tudo sozinho seria uma atitude irresponsável, que poderia ser comparada à de alguém que, mesmo sem saber dirigir, adquire um automóvel. Da mesma forma, prescindir de um suporte permanente cria riscos muito altos, que podem comprometer o desempenho da empresa.

Portanto, é essencial que a escolha do fornecedor recaia sobre uma empresa que seja capaz de oferecer tanto um treinamento apropriado, quanto um suporte permanente.


5.6 Falta de monitoramento

Acreditar que a equipe assimilará todas as funcionalidades do software e as colocará em prática como o desejado também pode representar uma séria negligência. Afinal, como visto anteriormente, as resistências podem surgir e, junto com elas, podem ocorrer falhas na utilização da nova solução. Portanto, é essencial monitorar o uso da tecnologia adotada.

Conclusão

A implantação de um software de gestão é uma solução condizente com a realidade atual e se torna ainda mais eficiente quando adotada a partir dos critérios vistos nesse ebook.

Considerando que atualmente a solução em nuvem permite não só as vantagens que a automatização oferece — agregando também os valores que a proximidade constante com o fornecedor que a internet permite —, percebe-se que esta é a melhor alternativa a ser adotada no momento.

Adquirindo os produtos de uma empresa confiável, que seja capaz de ajudar no dimensionamento da solução ideal, certamente o gestor obterá os melhores resultados, quando optar pela implantação de um software de gestão.

Read More...

Tecnologia

Quais ferramentas de gestão minha empresa precisa ter?

É, amigo, ser empreendedor exige de nós a capacidade para cobrar o escanteio e ainda correr para cabecear. Desde a ideia do negócio até o acompanhamento de cada atividade, atuamos como se fossemos uma equipe, quando, na maioria das vezes, estamos sozinhos. Além de tudo, muitos de nós estão apenas começando a jornada e ainda não sabem ao certo quais são as ferramentas de gestão e como elas podem incrementar os esforços para o crescimento da empresa.

Por isso, resolvi montar uma lista de ferramentas para minimizar o gasto de energia e gerar mais tranquilidade em sua rotina. Além disso, falarei sobre o que são ferramentas de gestão, qual a sua importância para as organizações e que passos seguir para escolher as opções ideais de acordo com o seu negócio.

Para organizar as ferramentas, separei algumas áreas principais que estão presentes em todo tipo de negócio: vendas, finanças, marketing, estratégia, gestão de pessoas, administrativo e operacional e jurídico. Também há uma área bônus no final do post. Confira!

O que são ferramentas de gestão?

Para obter o resultado almejado, as empresas necessitam de meios que possibilitem a execução dos seus processos da forma mais simplificada possível. Basicamente, as ferramentas de gestão são os instrumentos que facilitam esses procedimentos.

Ações como organização de tarefas, troca de informações de maneira precisa entre setores, eliminação de discrepâncias, minimização de erros e aumento de produtividade são viabilizadas por meio da adoção dessas ferramentas.

Em suma, são aplicações que permitem implementar e controlar atividades essenciais ao desenvolvimento do negócio.

Quais são as ferramentas de gestão mais conhecidas?

Agora que você já sabe o que são ferramentas de gestão, é hora de conhecer as principais. Confira nossa lista, a seguir.

Análise SWOT

Primeiramente, destaco as palavras que formam o acrônimo SWOT: strengths, weaknesses, opportunities e threats. Traduzido para o português temos: forças, fraquezas, oportunidades e ameaças.

Em suma, esse tipo de ferramenta analisará o planejamento estratégico de sua empresa, levando em consideração todo o cenário empresarial. Seu principal objetivo é verificar os pontos fracos e fortes do negócio, a fim de fortalecê-lo no mercado e, assim, destacá-lo da concorrência.

Matriz BCG

A Matriz BCG ajudará você a reconhecer o valor de seus serviços ou produtos, fazendo com que a tomada de decisão seja realizada de maneira mais eficiente e adequada para cada tipo de situação.

Por meio dessa ferramenta será possível realizar uma análise gráfica do que é oferecido pelo seu negócio, a fim de auxiliar na projeção do futuro da empresa. As etapas desse processo se baseiam em:

  • relacionar tudo o que será avaliado, isto é, listar o que é oferecido ao cliente;
  • determinar o volume de vendas. Nesse momento, é importante registrar a quantidade das vendas, e não os valores envolvidos;
  • encontrar a taxa de crescimento. Aqui, você precisa seguir esta fórmula: taxa de crescimento = volume atual – volume anterior / volume anterior x 100%;
  • ordenar os resultados obtidos, sempre de forma crescente;
  • elaborar um gráfico. Essa é a hora de reunir todas as informações adquiridas nos passos anteriores.

Matriz de Ansoff

A Matriz de Ansoff auxiliará você a analisar a situação da sua empresa no ramo de atividade em que está inserida. No entanto, seu foco é informar se o mercado já oferece os serviços ou produtos que serão comercializados ou se as ideias são inovadoras. Assim, é possível avaliar se o que será oferecido ao consumidor é algo exclusivo da marca ou não.

Essa ferramenta deve ser utilizada no seu planejamento estratégico, pois ela vai gerar elementos para a criação de estratégias eficientes e concisas, de acordo com cada tipo de serviço ou produto.

Quais são os benefícios das ferramentas de gestão?

Uma empresa tem vários setores, cada qual com suas atribuições e particularidades. Ou seja, cada área demanda atenção focal para que o empreendimento se solidifique e cresça de forma duradoura.

A boa notícia é que nos dias de hoje existem ferramentas específicas para atender às necessidades de cada setor da sua empresa, automatizando (sempre que possível) as atividades administrativas ou de produção e tornando todo o processo muito mais simples, seguro e ágil.

A seguir, apresento a importância e os benefícios que esses recursos podem trazer aos setores mais comuns de uma empresa. Confira!

Finanças

Sem finanças a empresa não sobrevive, e essa premissa nos leva a imaginar que temos que ganhar mais e mais dinheiro, certo?

Entretanto, existem empresas que ganham bastante dinheiro, mas não conseguem controlar seu fluxo de caixa. Esse, aliás, é um dos principais patrimônios de uma empresa e, mesmo assim, é desprezado por muitos gestores e empresários.

GestãoClick é um software capaz de sistematizar o processo de vendas e viabilizar a condução de outros aspectos financeiros do negócio, como o fluxo de caixa, a emissão de notas fiscais e de ordens de serviço e até o controle do estoque. Tudo isso integrado aos diversos setores da empresa.

Além disso, ele ajuda a controlar melhor as vendas, de uma maneira muito intuitiva e simples, tornando-se uma ferramenta interessante principalmente para quem trabalha com pedidos de produtos e orçamentos. Nesses casos, dados referentes à venda estarão registrados no sistema, tornando a negociação mais rápida e eficaz.

Vendas

Para a empresa, nada é mais importante do que satisfazer, conquistar e reter clientes. Afinal, eles são os responsáveis pela entrada de recursos financeiros no negócio.

Algumas ferramentas são realmente úteis para que essa relação se mantenha firme e saudável. Um bom exemplo são os softwares de Gestão de Relacionamento com o Cliente, usados por empresas para gerir o atendimento à sua base de clientes.

Como o próprio nome já diz, essas ferramentas têm como foco as atividades de proximidade com o consumidor, executando rotinas que permitem armazenar e verificar diversos dados sobre as interações entre a empresa e os clientes e, assim, possibilitando uma abordagem personalizada e otimizada, gerando mais satisfação e eficácia no processo de venda.

Pipedrive é um exemplo de software de Gestão de Relacionamento com o Cliente. Ele permite visualizar de forma intuitiva a jornada dos compradores e preparar os próximos passos das negociações, além de registrar o trabalho de toda a equipe e os dados de cada ação de interação.

Essa ferramenta também possibilita o rastreamento automático dos e-mails, chamadas e progressos, ajudando você a focar naquilo que realmente é necessário. Sem contar que ele oferece uma visão mais ampla do processo de vendas, melhorando a sintonia de toda a equipe.

Marketing

Para quem mantém um canal de vendas e/ou marketing online, LeadLovers é o aliado ideal para atrair audiência. Essa plataforma automatiza o envio de e-mails, cria páginas de internet e viabiliza interações via redes sociais, funcionando em consonância com o seu software de gestão de clientes.

Um outro investimento necessário para incrementar o marketing online é a implementação de uma loja virtual, ação que traz uma imagem ainda mais profissional para a empresa. O Nuvem Shop é o mais indicado nesse caso, pois oferece opções de múltiplos parcelamentos, cálculo automático de fretes, customização do site de acordo com o seu negócio, além de muitas outras funcionalidades.

Administrativo e operacional

São os setores administrativo e operacional que mantêm o negócio girando. Na realidade, o empreendedor precisa dividir a sua atenção entre tantas funções da cadeia do seu negócio, que, na maioria das vezes, não consegue executar com excelência nenhuma delas.

Entretanto, é possível sim fazer várias coisas ao mesmo tempo e com excelência — sobretudo com a utilização de um ERP(Enterprise Resource Planning), que nada mais é do que um software de gestão empresarial capaz de fazer o controle financeiro, fiscal e contábil da companhia.

TagPlus, por exemplo, integra informações de estoque e da área financeira, emite notas fiscais e boletos, cria lojas virtuais, sistematiza o processo de contas a pagar e a receber e faz muito mais.

Estratégia

Nem todo mundo tem paciência para fazer seu plano de negócio, não é mesmo? E acredite: ele é importante não apenas no início do empreendimento, mas também para qualquer fase de negócio, visto que estamos sempre reorganizando nossas atividades e operações.

No entanto, o plano de negócio é, atualmente, um segundo passo. Antes de tudo, as empresas precisam elaborar o seu quadro de modelo de negócios, uma ferramenta que permite visualizar todas as interações setoriais de uma empresa, considerando nove áreas, que vão desde os clientes até os principais recursos e parceiros. Nesse caso, o Business Model Canvas é uma boa alternativa.

Por meio dele será possível testar, criar e, até mesmo, rever o modelo do seu negócio, pois, como essa é uma ferramenta visual de análise, você conseguirá verificar todos os setores da sua empresa.

Gestão de pessoas

Se a sua equipe está crescendo e precisa de mais controle sobre as tarefas, o Runrun.it é uma ótima saída. Esse software é capaz de incrementar a gestão de tarefas, oferecendo a possibilidade de controlar variáveis como tempo de desenvolvimento e desempenho dos colaboradores. Ele é simplesmente ótimo para estimular a produtividade.

Agendor, por sua vez, é outro grande aliado. Ele possibilita que a equipe trabalhe com mais foco em vendas, ou seja, é essencial para a organização desse setor.

Jurídico

Lidar com as burocracias e particularidades jurídicas do negócio é um dos maiores desafios dos empreendedores. Uma ótima solução para esse problema é o Juridoc.

A ferramenta oferece auxílio jurídico online, possibilitando a realização de ações como o registro da marca, elaboração de diversos tipos de termos ou contratos e cumprimento de formalidades administrativas relacionadas à alteração das empresas, por exemplo.

Outras ferramentas estratégicas

Em minhas últimas experiências, fiquei muito animado com aplicativos de construção coletiva, tanto para o empreendedor e sua equipe quanto para consultores e parceiros acompanharem o andamento, em tempo real, de algumas atividades.

Google Drive, por exemplo, é uma mão na roda quando precisamos armazenar arquivos em nuvem e de maneira gratuita, principalmente para quem já tem uma conta no Gmail. Merecem destaque os editores:

  • Google Docs (para textos);
  • Google Apresentações (para slides);
  • Google Planilhas (importantíssimo para organizar qualquer negócio).

Outro recurso bastante interessante é a ferramenta de compartilhamento de tarefas, que permite que vários usuários trabalhem simultaneamente no mesmo documento, apresentação ou planilha.

Além do Google Drive, há ainda o Dropbox, ferramenta bastante eficaz para armazenamento, organização e edição em nuvem. Gosto de utilizar vários softwares, e também tive uma ótima experiência com o OneNote para a organização de anotações.

E você já ouviu falar em recursos de mapas mentais? Normalmente, são utilizados para organizar informações e trabalhar a criatividade em diversas situações. Nesse tipo de solução, o MindMeister se destaca.

Como escolher as melhores ferramentas de gestão?

Cada tipo de negócio tem suas particularidades, ou seja, características que afetam seus procedimentos internos — um conjunto de ações coordenadas para atingir os objetivos.

Por essa razão, é essencial contar com um software que se adeque às necessidades de cada empreendimento. Existem muitos por aí, é verdade. Mas, se o recurso não funciona de acordo com as necessidades da empresa, ele vai complicar em vez de ajudar, podendo ocasionar, inclusive, prejuízos financeiros.

Para fazer a escolha de forma acertada, é preciso tomar alguns cuidados. Primeiramente, é importante identificar e entender os problemas. Em seguida, deve-se analisar quais das ferramentas disponíveis no mercado se destinam a resolver especificamente essas dificuldades. Finalmente, as soluções escolhidas são empregadas e, posteriormente, avaliadas quanto aos resultados e cumprimento de expectativas.

Mas, como fazer isso na prática?

Você deve estar se perguntando exatamente isso. Mas não se preocupe, também vou ajudá-lo nisso. Confira as orientações a seguir:

  • liste todas as necessidades da empresa;
  • pondere as demandas do seu negócio e organize-as por ordem de importância;
  • pesquise plataformas e analise todas as suas potenciais funcionalidades;
  • ordene as ferramentas de acordo com as necessidades mais importantes do seu negócio;
  • analise outros pontos, como custo-benefício, serviços de suporte e atendimento, possibilidade e período de teste gratuito, opiniões de usuários etc.;
  • selecione a alternativa que melhor atenda às suas demandas;
  • se possível, faça um teste gratuito antes de comprá-la;
  • avalie se os resultados esperados foram alcançados;
  • se a avaliação for positiva, adquira a ferramenta ou recomece o processo (se necessário).

Nesse momento, você precisa levar em consideração a gestão de qualidade, uma das ferramentas mais importantes dentro de um negócio. Por meio dela, o produto/serviço é avaliado e fiscalizado desde a sua fabricação até a entrega ao cliente. O controle de qualidade é fundamental para melhorar a experiência do cliente com a marca e evitar incidentes e contratempos para a empresa.

Em um mundo cada vez mais tecnológico, acompanhamos o surgimento de inúmeros aplicativos, softwares e outras ferramentas de gestão. Esses instrumentos foram elaborados para permitir um maior controle prático dos negócios, proporcionando, principalmente, economia de tempo, energia e dinheiro.

E aí, já sabe o que são ferramentas de gestão e de quais delas o seu negócio precisa? Para ficar por dentro de mais novidades sobre esse tema, siga meu perfil nas redes sociais. Você pode me encontrar no LinkedInFacebookTwitterYouTube

Read More...

Tecnologia

Qual a diferença entre ERP e CRM?

O Guia Empreendedor é primo do Vouclicar.com – empresa que vende aplicativos de gestão em cloud computing para pequenos e médios negócios. Tenho bastante contato com a turma de vendas do site, o que gera um intercâmbio bem legal.

Eles me retornam as principais dúvidas dos clientes sobre as soluções e tecnologia em geral. Uma delas achei bem relevante e gostaria de compartilhar aqui com vocês: o que é ERP e qual a diferença entre ERP e CRM?

Vou começar pelo começo, explicando cada um individualmente. A resposta vai ficar bem clara depois disso.

ERP
O Enterprise Resource Planning (ERP) é o software de gestão mais básico de uma empresa. Ele é usado para garantir o controle financeiro, fiscal e contábil da organização.

O ERP integra informações sobre pagamento de despesas e recebimento de receitas, levando em conta o custo de tributo de cada uma das operações. Esse tipo de software é literalmente a base para a gestão de uma companhia.

CRM
Já o CRM, (do inglês Costumer Relationship Management ou Gestão do Relacionamento com o Cliente) é um sistema usado por empresas para cuidar de sua base de consumidores.

O CRM é vendido como software (no modelo de licença ou no modelo de software as a service/cloud computing). O principal objetivo desse sistema é assegurar e proteger as informações comerciais da empresa, ao mesmo tempo em que ajuda a identificar os melhores planos de ação e alternativas para aumentar as vendas, gerenciar metas e avaliar os vendedores.

Então, o ERP é o controle financeiro e gestão da empresa de uma forma completa, enquanto o CRM é o controle dos clientes e, por consequência, das vendas.

Agora você pode estar pensando: “Ok, Clico, entendi. Mas quais são os benefícios que cada um deles pode trazer para a minha empresa no dia a dia?” Por isso vou destacar as vantagens principais de cada um.

O ERP ajuda a:

• Reduzir os custos com TI, mão de obra, desperdícios, erros e retrabalhos;
• Reduzir os prazos de entrega, pois aumenta a produtividade;
• Facilitar a gestão do estoque e a compra e venda de mercadorias (você que é empresário sabe a importância disso);
• Melhorar a gestão tributária, evitando multas e diminuindo a dependência de contadores.

O CRM ajuda a:

• Reduzir gastos com papel;
• Reduzir o tempo gasto para procurar informações e documentos;
• Facilitar o treinamento da equipe através do software;
• Aumentar as vendas, pois permite passar mais tempo vendendo e menos tempo organizando informações.

Acho que agora ficou ainda mais claro, né? Talvez você até já tenha decidido qual dois dois sistemas deve ser implantado imediatamente na sua empresa. O próximo passo é saber como você pode fazer essa implantação. E fique tranquilo: isso vale para todos os tamanhos de organizações.

Implantação do sistema

Tenho visto por aí que essa etapa provoca dor de cabeça em alguns gestores, pois envolve mudanças organizacionais, alterando algumas tarefas e responsabilidades da equipe.

Nessa hora o fator humano é fundamental: chame seus colaboradores para participar da implantação. Peça sugestões de contribuição, até porque eles sabem o que pode ser melhorado. Ninguém deve ficar de fora!

Outro ponto importante é a escolha do fornecedor e do software (até já escrevi um post sobre isso). Opte por uma empresa experiente e que esteja à disposição para trabalhar em parceria, dando suporte e adaptando tudo para as suas necessidades. Junto com esse parceiro, você deverá decidir como a implantação será feita. Vocês terão que escolher se todos os módulos vão entrar em funcionamento juntos – em todos os departamentos da empresa – ou se a implementação será em etapas, pouco a pouco.

Qual é a hora certa para implementar um ERP?

Se você está se perguntando isso, saiba que é uma ótima questão. Basicamente, qualquer empresa que esteja sentindo dificuldades na organização de arquivos e fluxo das informações pode estar precisando de um ERP. E se você não tem certeza se está com as finanças 100%, vou te falar: nesse caso você precisa de um ERP para ontem!

Imagine descobrir só daqui a alguns meses que você estava operando no prejuízo e nem sabia. Isso pode acontecer se o seu fluxo de caixa não estiver rigorosamente organizado. O lado bom é um ERP ajuda a deixar tudo infinitamente mais fácil de controlar.

Mas como estou aqui para ajudar, me sinto na obrigação de dar um conselho: é melhor prevenir do que remediar. Nada substitui uma gestão da informação integrada e estruturada, independente do tamanho da empresa. Gerenciar uma empresa sem o uso de um ERP é mais ou menos como praticar um esporte com os olhos vendados.

E quando devo implementar um CRM?

O CRM é importante principalmente para quem trabalha com vendas, seja de produtos ou serviços. Se você depende de fechar novos contratos todos os meses, ir atrás de clientes, apresentar propostas e fazer acompanhamento, pode ter certeza que o CRM é para você.

Além disso, um sistema CRM pode ser muito útil no pós-venda, porque ele te ajuda a estar sempre em contato com o cliente, dando atenção e prestando suporte nos momentos certos. Assim a satisfação aumenta, facilitando a recomendação para outras pessoas que também podem se tornar clientes.

Eu diria que o ERP é mais urgente, mas o CRM pode fazer uma diferença absurda no seu processo de vendas. Então se você está sentindo que poderia usar melhor os recursos que já tem, não custa nada estudar essa possibilidade.

No fim das contas, quanto antes sua empresa puder contar com esse apoio da tecnologia, melhor. O trabalho do dia a dia é puxado para todos, e ter ferramentas que otimizam os recursos investidos é muito recompensador para toda a equipe. Mais do que nunca, esse é o momento em que o mercado está dando espaço para quem trabalha de forma inteligente.

Consegui te ajudar? Não deixe de conferir os links de outros posts relacionados aqui do lado, no “Saiba mais”. E se sobrou alguma dúvida, comente este post.

Read More...

Empreendedorismo

Como alavancar sua micro e pequena empresa?

O sonho de quase todo empreendedor que tem uma micro e pequena empresa é ver o negócio crescer e se tornar referência no mercado em que atua. Você é um desses empreendedores empenhados? Ótimo! É para você que fiz esse artigo, onde vou mostrar algumas formas de alavancar a empresa e conquistar o tão desejado sucesso. Vamos lá!

Aprenda com os concorrentes

Se engana quem pensa que observar a concorrência não serve para nada. Eu mesmo já aprendi muito por observar como alguns competidores resolviam problemas parecidos com os meus, e pude até inovar com base nisso.

Mas tenha cuidado para não se tornar um mero imitador de tudo o que outros fazem. O ideal mesmo é ver o que eles estão fazendo certo e errado, buscar entender o porquê e agir a partir daí.

Não tenha medo de fazer mudanças

É natural que você perceba erros na maneira como está conduzindo a empresa, e não deve ter medo de mudar sempre que necessário.

É claro que a solução não é sair por aí mudando tudo. Tenha o cuidado de pensar na solução que usará, a fim de garantir que a mudança tenha efeito.

Um dos fatores que mais exige mudanças é no uso da tecnologia, principalmente com o avanço das soluções em nuvem, que facilitam muito a vida das pequenas empresas.

Explore seus pontos fortes

Eu bem que gostaria de ser, mas como não sou perfeito, costumo explorar meus pontos fortes na gestão do negócio. Não há motivos para deixar de usar o que você tem de melhor para alavancar os negócios.

Saber quais são suas maiores habilidades e se concentrar nelas é muito melhor do que se concentrar no que não consegue fazer.

Trabalhe seus pontos fracos

Explorar os pontos fortes não significa ignorar as falhas, muito pelo contrário: trabalhe seus defeitos para que eles se tornem cada vez menores e você seja um profissional mais completo com o tempo.

À medida que a empresa aumentar, espalhe essa filosofia entre todos os colaboradores, para que ela se mantenha sempre forte.

Coloque seus valores na mesa

Uma das maiores falhas de empreendedores iniciantes é ignorar valores pessoais em favor de resultados financeiros, achando que com o tempo isso não será mais necessário.

Os valores iniciais são os que se manterão na empresa, por isso carregue seus valores desde o início, mesmo que isso possa lhe custar alguns resultados a princípio.

Tenha objetivos claros

Sem objetivos bem definidos e compartilhados com todos na empresa será virtualmente impossível alavancar os negócios. Trabalhar sem alvos claros é como fazer uma viagem para lugar nenhum.

Por outro lado, por compartilhar com todos a visão do que o negócio deve se tornar, o foco será todo voltado para torná-la realidade.

O segredo é não pensar que por se tratar de uma micro e pequena empresa há muitas restrições ou limites. Muito pelo contrário, por tomar essas atitudes listadas no dia a dia, você com certeza vai conseguir alavancar os negócios para outro patamar e colher os frutos de um trabalho bem-feito.

Achou os meus conselhos úteis para alavancar a sua pequena empresa? Não deixe de assinar a newsletter para receber mais conteúdo como esse!

Read More...