Finanças e Tributos

Como funciona a participação nos lucros e resultados (PLR)?

Você já ouviu falar no programa de participação nos lucros e resultados? Se ainda não ouviu, é bom ler com bastante atenção as informações que vou lhe passar neste texto. A PLR é uma das formas mais eficazes de aumentar a produtividade nas empresas, já que é uma forma de recompensar o empregado diretamente, baseado no desempenho atingido por ele e pela instituição. Mas, vamos por partes:

O que é a Participação nos Lucros e Resultados?

A PLR foi regulamentada pela lei 10.101/2000, mas já havia sido citada na Consolidação das Leis Trabalhistas, de 1946 e na Constituição Federal de 1988. A lei diz que a empresa poderá implantar o programa de PLR, com o objetivo de recompensar o funcionário pelos resultados obtidos pela empresa.

Para a implementação, a empresa deverá ouvir representantes dos seus funcionários e também o sindicato da categoria.

Bom, essa é a parte burocrática da história. Agora, vamos ver como a PLR funciona na prática.

A PLR nas empresas

Existem duas maneiras de implantar um bom programa de Participação nos Lucros e Resultados nas empresas. O primeiro deles, é o mais simples: o empresário pode estabelecer uma meta de lucro a ser atingido ao final do ano. Se a meta for atingida, um percentual deste resultado é dividido entre os funcionários. Se a meta não for atingida, ninguém ganha. Apesar de ser mais simples, o funcionário acaba tendo pouca interferência no ganho que vai obter já que, principalmente em grandes empresas, o resultado financeiro depende de fatores que, nem sempre, estão ao alcance de todos.

A outra maneira, que vem sendo mais usada, é a criação de metas individuais. Por meio de indicadores estabelecidos em cada área, o funcionário precisará atingir metas que serão estabelecidas de acordo com a atividade exercida por ele. Se atingir 100% da meta, receberá 100% na sua PLR. Se atingir 80%, receberá também este valor e assim por diante. Mais justo, não é?

Mas a PLR é considerada salário?

Não, PLR é uma coisa, salário é outra. A Participação nos Lucros e Resultados não está sujeita a tributação pelo Imposto de Renda, a não ser em casos de valores acima de 6 mil reais. Outra característica exclusiva da PLR é que ela somente poderá ser paga em até duas parcelas, ao longo do ano. A forma de pagamento será negociada via acordo coletivo, com o sindicato.

PLR e a motivação

Mas Clico, eu não entendi: como posso obter vantagem se vou pegar uma parte do meu lucro e devolver ao funcionário em forma de PLR? Bem, vamos lá.

Em várias empresas pelas quais já passei pude vivenciar a questão da motivação. O trabalho é uma troca, a pessoa entrega sua dedicação e seu talento e recebe o seu salário. Ora, mas se a dedicação e o talento da pessoa está levando a empresa a resultados extraordinários, por que não recompensar os funcionários por isso?

O maior desejo de um funcionário é o de crescer juntamente com a instituição na qual trabalha. Dez entre dez profissionais de Gestão de Pessoas podem confirmar isso. Portanto, a PLR acaba se tornando um ciclo positivo: o funcionário ajuda a empresa a crescer e a empresa retribui distribuindo uma parte do seu lucro, permitindo que a pessoa realize sonhos, como comprar um carro, um apartamento ou fazer uma viagem. Não tem como dar errado!

Para bons funcionários, metas desafiadoras

Um bom programa de PLR deve começar com uma reflexão sobre a forma como as metas serão traçadas. Não adianta nada estabelecer metas impossíveis de serem alcançadas, pois neste caso você vai obter o efeito contrário: sem atingir resultados, mesmo trabalhando muito, o funcionário pode desanimar e perder a motivação e o foco. E aí, o programa de PLR não vai dar certo.

Por outro lado, estabelecer metas fáceis demais também vai desvirtuar o programa, pois o funcionário vai perceber que precisa se esforçar pouco para garantir aquele pagamento ao final do ano. Assim, o crescimento da empresa correrá o risco de ficar estagnado.

As metas devem ser desafiadoras, mas factíveis. O funcionário deverá se sentir motivado a cumprir suas metas, sabendo que precisará trabalhar muito para alcançá-las mas, ao mesmo tempo, tendo a consciência de que, com muito trabalho, conseguirá colher os frutos ao final do ano.

Como estabelecer as metas?

A melhor forma de se estabelecer as metas é reunir-se com os gestores responsáveis por cada área, e ouvir deles sobre a sua atividade e sobre a atividade pela qual são responsáveis. Setores financeiros, contábeis e de vendas trabalham com números e, portanto, será mais fácil estabelecer metas a serem cumpridas.

Já áreas como Recursos Humanos, Comunicação e Jurídico possuem um campo de atuação mais subjetivo. Mas para todas as áreas, é possível o estabelecimento de metas, de acordo com cada atividade.

Outra dica importante é tentar individualizar ao máximo a meta para cada funcionário ou, pelo menos, para cada equipe. Trabalhar muito para cumprir um objetivo, mas perceber que por causa do descaso de outra pessoa ele não foi atingido pode jogar por terra todo um planejamento de PLR.

Metas estabelecidas, é hora de fazer o acompanhamento

As metas não podem ser traçadas ao final do ano e esquecidas para serem verificadas somente no momento do resultado. Os objetivos precisam ser definidos de modo que possam ser acompanhados ao longo do ano.

Mas tome cuidado! Acompanhar as metas não significa mudá-las ao longo do tempo, para garantir que sejam cumpridas no final. O cumprimento de metas deve ser real, tal qual elas foram pensadas no início do ano.

Uma boa forma de se acompanhar os resultados é por meio de um sistema chamado Balanced Scorecard (BSC). Já ouviu falar? Esse sistema permite que o funcionário acompanhe o seu desempenho em tempo real. Assim, ele pode observar como seus indicadores vêm se desenvolvendo ao longo do ano e estabelecer planos de correção para garantir o cumprimento das metas ao final do período. O BSC utiliza como base o mapa estratégico da empresa, permitindo realizar o acompanhamento de acordo com os objetivos globais, individualizando cada indicador.

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#ClicoResponde, Tecnologia

Utilize essas 7 ferramentas de produtividade e faça sua empresa crescer!

Pode até parecer estranho, mas um dos melhores insights sobre produtividade que eu já vi por aí está em um filme de romance! Em “Antes do amanhecer”, um pequeno clássico lá dos anos 90, há uma cena em que o jovem Jesse (interpretado por Ethan Hawke) diz que uma das coisas que o deixa louco é o papo de que a tecnologia nos faz economizar tempo.

Para o personagem, isso não faz sentido porque, afinal, ninguém consegue usar de fato o tempo que foi economizado com o uso da internet ou dos computadores. Mas então, será que não existem ferramentas de produtividade que realmente melhoram a nosso desempenho e fazem com que as empresas cresçam de forma saudável?

A resposta é simples: claro que existem! E, para comprovar isso, traremos aqui uma lista com 7 aplicativos que irão aumentar a produtividade das suas equipes e fazer com que sua empresa cresça ainda mais. Continue lendo e confira!

Rescue Time

Em 2009, o Orkut ainda reinava absoluto como rede social favorita do público brasileiro, e nomes como Snapchat e Instagram sequer existiam no mercado. No entanto, mesmo com poucas opções, o nosso tempo gasto com esse tipo de site já passava das 4 horas e meia por mês, segundo uma pesquisa realizada na época pela Nielsen/IBOPE. Bem, se antigamente esse número já era bastante alto, imagine como é agora!

Quanto a isso, para saber se a sua produtividade está sendo atrapalhada por causa da timeline do Facebook ou dos grupos do Whatsapp, a melhor pedida é instalar o Rescue Time, um app que mede quanto tempo é gasto com programas e sites de trabalho, comunicação e entretenimento. Algo que, no final do mês, pode indicar se, de fato, você e sua empresa estão rendendo tanto como poderiam.

Forest

Percebeu que seu nível de produtividade pode não ser dos melhores? Nesse caso, uma boa dica para melhorar seu rendimento é instalar o app Forest. Diferente de outros programas de foco que existem por aí, o barato do Forest é que ele tem uma pegada mais gameficada, mais lúdica.

O que acontece aqui é o seguinte: você instala o Forest no celular ou no computador, e, quando começa uma tarefa, ele planta uma “sementinha virtual”. Se o usuário conseguir ficar pelo menos 30 minutos focado na tarefa, a plantinha cresce e vira uma árvore; se não conseguir, ela morre. Simples assim!

Trello

Sua empresa precisa lidar com vários colaboradores diferentes para vários projetos diferentes? Então, a melhor pedida para arrumar o meio de campo é usar o Trello, o famoso sistema que usa um esquema de gerenciamento de tarefas baseado em “listas”, em que é possível delegar trabalhos e administrar o andamento deles em uma só plataforma.

Toggl

Desenvolvido por uma equipe de programadores da Estônia, o Toggl é uma espécie de cronometro que é ligado quando a pessoa começa uma determinada tarefa e pausa ou para quando ela é concluída. Desse jeito, é possível saber ao certo quanto tempo foi gasto com cada projeto (ou partes dele) e até precificar melhor a hora trabalhada dos seus colaboradores.

Google Drive

Uma das coisas que pode atrapalhar bastante a produtividade da sua empresa é não ter um sistema que armazene todos os documentos importantes em um só lugar. Imagine só ter que pegar uma determinada planilha do Excel no computador de um gerente que faltou ao trabalho porque estava doente, imagens do projeto na máquina de outro funcionário, e ainda esperar o estagiário chegar à tarde para ter acesso à pasta onde ele salvou um dos documentos mais importantes? É muita dor de cabeça!

Por isso, nada melhor do que contar com aplicativos como o Google Drive, em que você não apenas consegue compartilhar os arquivos com toda a equipe (ou só com os colaboradores que desejar) como também pode ter acesso a tudo isso de qualquer lugar do mundo via internet. Uma ideia que ajuda não apenas a economizar tempo, mas também papel e dinheiro com impressão!

Weekdone

Instalou o Rescue Time, fez com que todo mundo focasse no trabalho com ajuda do Forest, dividiu as tarefas no Trello, monitorou o tempo com o Toggl e compartilhou tudo com o Google Drive? Ótimo! Mas será que todos esses apps estão fazendo com que sua empresa chegue onde é preciso para poder crescer? Só tem um jeito de saber isso: por meio dos KPIs, os indicadores-chave de desempenho!

Com ajuda desses indicadores, é possível ver se o seu negócio está de fato obtendo o retorno que deveria (como o aumento das vendas ou a diminuição no retrabalho das tarefas). E até para conferir isso existe um app que pode te ajudar. Nesse caso, me refiro ao Weekdone, um programinha em que você pode criar metas (tangíveis, claro) e medir o sucesso de cada uma ao longo da semana ou do mês.

Google Fit

“Espera ai, mas o Google Fit não é um programa de exercícios?” — Sim, isso mesmo. Mas quem disse que a prática de exercícios não pode influenciar na produtividade das suas equipes? De acordo com um estudo feito pela Universidade de Harvard, pequenas caminhadas ao longo dia, por exemplo, já são o suficiente para trazer os seguintes benefícios:

  • aumento da concentração
  • aumento da capacidade de memória
  • aprendizagem mais rápida
  • maior resistência mental a trabalhos
  • aumento da criatividade
  • redução do estresse

De olho nisso, várias empresas já estão criando programas internos que fazem com que os funcionários andem pelo menos alguns minutos durante o horário de trabalho. Algo que pode ser acompanhado por meio dos gráficos do Google Fit — que basta estar instalado no celular para acompanhar toda a movimentação ao longo do dia.

Viu só como não faltam ferramentas de produtividade por aí para que você possa tirar o melhor proveito da sua equipe e do seu negócio? Pois, então, que tal instalar algumas delas agora mesmo para ver que, sim, é possível usar a tecnologia para poupar tempo em nosso dia a dia?

E aí, curtiu a lista? Aproveite também para conferir outro post com as 5 dicas simples que fazem toda diferença na gestão de pessoas!

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Empreendedorismo

Dicas simples para montar um Plano de Negócios

Quando eu era pequeno, lembro que minha avó dizia que meu avô era do tipo que “soltava os cachorros e depois tentava colocar a coleira”. Eu nunca entendi isso muito bem, até porque eles tinham gatos em casa, e nenhum cão.

Depois que virei empreendedor, porém, entendi exatamente o que este dito popular significava — e notei como ele era parecido com o que todos nós que abrimos o próprio negócio fazemos, mesmo sem perceber. “Soltar os cachorros e depois prender” significa ir fazendo as coisas e depois tentar remediar, no caso de haver algum problema. É não perder a oportunidade e ir rápido em direção ao objetivo.

Apesar de o perfil empreendedor ser marcado também pela ousadia, hoje em dia a concorrência é muito grande e o “colocar a coleira depois”, ou remediar um problema só quando ele aparecer pode ser fatal para a empresa. Não podemos nos esquecer de que o índice de mortalidade precoce das empresas brasileiras — aquelas que fecham as portas no primeiro ano de vida — gira em torno de 16%. Isso é muita coisa!

Existe um aliado muito interessante neste processo: o Plano de Negócios. Nele, basicamente, você insere as informações de onde sua companhia está, aonde você quer que ela chegue e como será o trabalho para obter este resultado. É o norte de todas as suas atividades.

Já fiz um post explicando como tirar a empresa do papel, você se lembra? O de hoje, então, é um passo anterior: como colocar a sua empresa no papel. No Plano de Negócios deve estar contido tudo o que for referente à sua companhia. Veja mais sobre o assunto no artigo de hoje e entenda como montar o seu Plano de Negócios!

O que é o negócio?

Responda a algumas questões básicas sobre o ramo de negócios de sua empresa:

  • Qual foi a oportunidade de mercado que você visualizou?
  • Quais dores de seu público-alvo serão atendidas?
  • Qual é o segmento de atuação e diferenciais de sua empresa?

Para exemplificar, cito a definição de uma amiga que pretendia abrir uma loja de lingerie. Ela definiu assim o seu negócio: “Loja varejista de lingerie especializada em tamanhos grandes, com atendimento focado em mulheres de 30 a 50 anos que querem valorizar seu corpo sem necessariamente destacar sua silhueta ou suas curvas”. Ficou bem claro, não é mesmo?

Qual é o montante de capital a ser investido?

O montante de capital a ser investido é o resultado de dois cálculos. O primeiro é o dos valores utilizados para o início das atividades da empresa. Nele, é importante listar todos os itens que serão comprados ou os valores utilizados antes mesmo de seu negócio começar a atender ao público.

O segundo cálculo é o do capital de giro para manter sua empresa funcionando entre 6 meses e 1 ano, mesmo que ela não tenha um bom faturamento no início de sua existência.

Muitos empreendedores conseguem pensar no primeiro cálculo e iniciam suas atividades sem prever que os primeiros meses são os mais difíceis para a empresa, pois ela não tem clientes fidelizados, não é conhecida no mercado e os gastos com publicidade e promoções são maiores que o retorno trazido.

Um exemplo disso é o caso de três amigos meus que investiram mais de R$ 200 mil em um negócio inovador de vassouras ecológicas que custavam 20% a mais que as tradicionais, mas que duravam até 3 vezes mais. Por falta de capital de giro para a manutenção da empresa, precisaram encerrar as operações no 4º mês de existência da empresa.

Detalhe: venderam o maquinário pela metade do preço para um empresário que, 6 meses depois, tinha recuperado 200% do valor pago para eles. Ou seja, o negócio tinha grande chance de dar certo, mas eles não planejaram corretamente o montante de capital a ser investido.

Quais são os principais produtos e/ou serviços?

Quase todos os empreendedores começam seu plano de negócio por aqui, o que é um erro! Sua empresa, seus produtos ou serviços existem para suprir uma necessidade, solucionar um problema ou alavancar uma oportunidade que as pessoas vislumbram. Nenhum produto tem um fim em si mesmo.

Em outras palavras, ninguém compra uma roupa pelo simples fato de ela ser bonita, mas sua motivação pode ser o status social que a roupa traz, a necessidade de se vestir, uma questão de estilo de vida — como é o caso das roupas esportivas — ou por entenderem que o preço está abaixo do que seria justo para adquirir aquela roupa.

Então, antes de definir quais são os produtos ou serviços que sua empresa oferecerá, determine quais são as necessidades que eles atenderão e quais serão as motivações das pessoas para comprá-los.

Qual é o faturamento mensal estimado?

O faturamento é a soma total das vendas (quantidade de unidades vendidas multiplicada pelos valores dos produtos) que sua empresa realizará baseada no estudo de público-alvo que será atingido por ela.

No caso da minha amiga, sua loja ficava em um bairro de classe média, onde as estatísticas apontavam que a maioria da população eram mulheres de 30 a 50 anos que estavam com sobrepeso, ou seja, ela tinha um bom mercado para explorar.

Qual é o perfil dos principais clientes?

Esse é o principal item de sua pesquisa e dele derivam todos os outros. Se você não pesquisar bem as características do público-alvo, correrá sérios riscos de oferecer o produto errado, para as pessoas que não se interessam por ele.

Aqui é importante considerar a fixa etária do público-alvo, o grau de instrução, a religião, os hábitos em geral, a classe social, a renda mensal média, os lugares que ele frequenta, os gostos artísticos (muito importante saber disso para determinar a identidade visual de sua empresa, loja e embalagens de produtos), entre outros fatores.

Onde será localizada a empresa?

Do estudo do público-alvo nasce a melhor localização de sua empresa, pois seus hábitos podem indicar que sua empresa deveria ficar próxima a um local que as pessoas já frequentam, assim diminuiria a necessidade de sua divulgação. Por exemplo: uma loja de artigos religiosos deveria ficar próxima ao templo que as pessoas daquela religião frequentam, você não acha?

Quanto é o lucro estimado?

Descontadas todas as despesas com a manutenção do negócio (aluguel, água, luz, telefone, funcionários, impostos, reposição de estoque, entre outros), quanto de dinheiro sobre no final do mês? Este é o lucro estimado de sua futura empresa.

Em quanto tempo espera que o capital investido retorne?

O retorno sobre o investimento (ROI) é o indicador que mede a quantidade de tempo necessária para que o lucro da empresa possa cobrir o investimento inicial. Ou seja, durante algum tempo, o empresário estará trabalhando para recuperar o capital que investiu ao abrir o negócio.

No caso da fábrica de vassouras ecológicas, esse seria o momento em que os lucros já cobririam todos os valores usados na operação cotidiana da loja e ainda devolveriam os R$ 200 mil usados para a abertura da empresa.

É importante perceber que, até este momento, o empreendedor está com uma relação deficitária com sua empresa, pois ela não aumentou suas riquezas de forma real, somente a partir do momento que ela retorna o valor que foi investido é que o empresário começa a ter lucros. Por isso, torna-se indispensável a mudança de paradigma, isto é, um planejamento mais eficaz, focado em grandes resultados. É isso que eu vou mostrar a seguir. Acompanhe.

Conheça o Plano de Negócios

Este é o Plano de Negócios básico, mas existem ainda outros pontos muito importantes:

  • Quantidade de sócios e descritivos das atividades e atribuições de cada um deles;
  • Missão da empresa (se você tem uma loja de doces, a missão será, por exemplo, satisfazer o cliente através da produção de receitas saborosas, em um ambiente limpo e agradável);
  • Plano de marketing: como você vai fazer para que sua empresa seja conhecida (divulgação de anúncios, comerciais, etc.);
  • Regime tributário: qual será o regime tributário de sua empresa? Para isso, você precisará da ajuda de um contador;
  • Fonte de recursos dos investimentos;
  • Estudo de concorrentes: onde estão os principais concorrentes? Como eles cobram e qual é o diferencial do negócio deles?
  • Preço dos produtos: como ele será calculado, levando em consideração custos operacionais e margem de lucro?
  • Número de funcionários necessários para cumprir as funções do processo operacional total.

Estes são apenas alguns pontos dos processos. A base de tudo é entender qual a viabilidade financeira de sua empresa e como você vai fazer para chegar ao tão sonhado empreendimento rentável e equilibrado.

Flexibilidade na montagem do Plano de Negócios

Talvez você seja muito orgulhoso quando investe no seu próprio negócio, não ouvindo muito o que o mercado, aquela pesquisa, os clientes e os resultados estão lhe dizendo — ou, quer dizer, gritando a você. O que aprendi muito nessa vida é que ser flexível é uma das “ferramentas” — ou se você quiser chamar de qualidade — mais promissoras que temos em nossa personalidade.

O motivo é quase que banal: quando temos a capacidade de escutar ou de enxergar o que está à nossa frente, sabendo analisar o que está dando errado e o que está dando certo, conseguimos nos adaptar aos ambientes e realizar mudanças que visem o lucro e o sucesso do empreendimento.

Mesmo que você tenha muito apreço por determinada ideia, na hora de montar o plano de negócios você precisa estar preparado para ser flexível, porque irá levantar dados, tabelas e relatórios que irão dizer, por meio de estatísticas e pesquisas, se o projeto é viável ou não. É nessa hora que a flexibilidade ajuda, porque você pode encontrar uma forma de se adequar diante da dificuldade.

Acompanhamento do Plano de Negócios

Como estamos vendo, sem dúvida, montar um plano de negócios é um processo difícil e cheio de pormenores. Contudo, há um detalhe ao qual poucos empreendedores ficam atentos: a necessidade não apenas de implementar um Plano de Negócios, mas também de acompanhá-lo para verificar o andamento das mais variadas etapas.

Esse esquecimento se deve a diversos fatores como, por exemplo, a ansiedade de tirar a empresa do papel ou o estresse com outros assuntos. O fato é o seguinte: ao acompanhar todo o plano, a chance de errar se torna inexistente, uma vez que você saberá em que arriscar, o quanto investir e estimar se aquela estratégia dará certo em determinado momento.

Coloque o plano de negócios em prática e lembre-se de que sempre será necessário ficar de olho em qualquer mudança brusca nos resultados ou insatisfação dos clientes, para não perder dinheiro e não ter que arcar com as consequências mais sérias, como dívidas e reclamações. Por isso, observe os resultados e mantenha um monitoramento mais próximo e constante.

Lide com imprevistos

Em um plano de negócios, o que não falta são os imprevistos. Afinal, como lidar com eles? Então, venho aqui para lhes dizer que os acasos são o que deixam o sucesso ainda mais instigante.

Vocês podem até fazer uma analogia com a palavra desafio. Os imprevistos chegam para testar se você é capaz ou não de ultrapassar um obstáculo! E, para isso, você pode muito bem se apoiar ao marketing para dar a volta por cima e criar manobras rumo ao sucesso.

E então? O que você achou dessas dicas simples para montar um Plano de Negócios eficiente? Bem, agora que você já sabe como montar um, quem sabe você não vira um dos empreendedores que ficam milionários com menos de 30 anos? Mãos à obra!

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Empreendedorismo

6 empreendedores que ficaram milionários com menos de 30 anos

Tem gente que já nasce com o empreendedorismo nas veias, não é mesmo? Pessoas que desde a infância estão sempre criando algo inovador, tendo ideias mirabolantes e tentando vendê-las. Há quem não leve muito a sério quando alguém com pouca idade se interessa pelo mundo dos negócios, mas muitas grandes empresas nasceram assim, em alguns casos, até mesmo de maneira despretensiosa.

Hoje quero falar para você sobre alguns empreendedores que ficaram milionários bem cedo, antes dos 30 anos. Acompanhe quem são eles e como obtiveram tamanho sucesso:

1. Andrew Mason

Nascido na Pensilvânia (EUA) em 1980, ele é o responsável por fundar, em 2008, o site de compras coletivas Groupon, que tem como objetivo promover mais visibilidade a estabelecimentos locais oferecendo cupons de desconto.

Com uma ideia inovadora, hoje em dia já bastante copiada, o site cresceu rapidamente e em menos de dois anos de existência a empresa já valia mais de 1 bilhão de dólares.

2. Catherine Cook

Uma das pioneiras das redes sociais, a jovem criou junto com seu irmão Dave Cook, em 2005, o Myyearbook.com, que trata-se de uma rede social que imita o livro do ano nas escolas, mas que permite interação entre os usuários, que atualmente são milhões. Aos 16 anos, Catherine já comandava uma equipe com 12 desenvolvedores.

3. Drew Houston

Atualmente com 33 anos e uma fortuna estimada em pelo menos US$ 1 bilhão, o empresário americano é o fundador e atual diretor executivo do Dropbox.

Formado em ciência da computação, lançou anteriormente algumas startups, mas em 2008 ele emplacou o serviço de backup e armazenamento online, empresa hoje avaliada em mais de 10 bilhões.

4. Eduardo Saverin

Nascido em São Paulo, em 1982, Eduardo é um dos cinco co-fundadores do Facebook – o que ele só conseguiu comprovar após longa batalha jurídica. O brasileiro foi criado em Miami (EUA) e graduou-se em economia pela Universidade de Harvard.

Na fundação da rede social mais famosa do mundo, Saverin atuou como gerente de negócios da empresa e diretor financeiro. Em 2012, aos 27 anos, ele era o dono de 5% das ações do Facebook, o que valia aproximadamente 2 bilhões de dólares. Estima-se que atualmente a fortuna de Eduardo Saverin esteja quase chegando a R$ 30 bilhões.

5. Mark Zuckerberg

Este é, sem dúvidas, um dos mais famosos da lista dos que ficaram milionários antes dos 30 (na verdade, hoje ele já é bilionário). O programador norte-americano é mundialmente conhecido por ser um dos fundadores da maior rede social atual, o Facebook, que já conta com mais de 1 bilhão de usuários.

Zuckerberg já integrou a lista de homens mais ricos do mundo da revista Forbes. Em 2010, além de figurar a lista das 100 pessoas mais ricas e influentes do mundo da revista Time e ser nomeado pela publicação como a Pessoa do ano, o empresário teve parte de sua história contada no filme A rede social, vencedor do Globo de Ouro.

6. Mike Krieger

Empresário brasileiro e engenheiro de software, Krieger é o co-fundador do Instagram, aplicativo que foi colocado na loja da Apple em 2010 e, dois anos depois, foi vendido para Mark Zuckerberg por US$ 1 bilhão. Nascido em 1986, em São Paulo, o programador mudou-se para a Califórnia em 2004 para estudar sistemas simbólicos na Universidade Stanford, onde conheceu Kevin Systrom, com quem criou o aplicativo, hoje uma das mais famosas redes sociais.

Ver esses empreendedores que ficaram milionários ainda tão jovens é inspirador, não é mesmo? Você sabia que por trás dessas grandes marcas e empreendimentos tinham mentes brilhantes assim com pouca idade? O que achou da lista? Compartilhe comigo a sua opinião no espaço para comentários.

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Desenvolvimento Humano

5 mudanças em você que vão te fazer um grande líder

Eu tenho certeza que a maioria dos chefes sonha em ser reconhecido como um grande líder! Mas, a maioria não sabe como ser um bom líder. Um líder de qualidade e expressão, conta com um grupo de colaboradores que o admiram e confiam no seu comando.

Para deixar de ser visto como um chefe e passar a ser admirado como um verdadeiro líder, evite alguns comportamentos que minam a produtividade, a motivação, a saúde e a autoestima da equipe de trabalho. Veja quais são os comportamentos que devem ser evitados:

Tratar as pessoas de forma mal-educada e indelicada

Sempre que estiver nervoso ou irritado, evite realizar reuniões ou conversas mais tensas com sua equipe. Respire fundo e conte até dez para acalmar o seu espírito.

Tire o foco do problema e foque em alternativas de solução para o problema que está te preocupando. Sempre tem uma saída! Ser mal-educado ou indelicado com as pessoas só piora as coisas.

Abusar do poder

Esse comportamento está diretamente ligado a uma atitude de arrogância, que visa inferiorizar as demais pessoas. Eu acho que você não quer humilhar ninguém, não é mesmo? Então, lembre-se daquele conselho popular: Não deixe o poder subir à sua cabeça!

Pegar no pé das pessoas

Para não ficar implicando com ninguém e “pegando no pé” da pessoa toda hora, eu sugiro uma boa prática: delegue as tarefas, estabeleça o prazo de entrega adequado e marque as datas de acompanhamento do andamento das atividades. Com organização, a interação com as pessoas flui de maneira muito tranquila. Vai por mim!

Usar o tom de voz inadequado

Fazer arremedos, soltar indiretas, fazer ironias, falar muito alto ou gritar não são a forma adequada para conversar com seus colaboradores. Vale lembrar: respeito é bom e todo mundo gosta. Modere seu tom de voz e seja educado.

Não se comunicar adequadamente

Eu já presenciei um chefe reclamando que sua funcionária não lhe entregava um relatório que ele muito precisava. Conversando com a funcionária, ela disse que o chefe nunca havia lhe pedido tal tarefa.

O que eu recomendei ao chefe, então? Faça uma descrição por escrito das tarefas e atribuições de cada colaborador, entregue pessoalmente, leia com ele e tire todas as dúvidas que possam surgir.

Assim, todos os colaboradores ficam cientes das suas responsabilidades. Os resultados de uma comunicação formal são muito superiores aos da comunicação informal, porque alinha as expectativas de todos os envolvidos.

Sempre que pensar em como ser um bom líder, tenha em mente que um bom líder precisa do apoio dos seus colaboradores para movimentar as engrenagens dos negócios e ter bons resultados.

Para começar sua trilha de liderança com sucesso, evite os comportamentos inadequados, que são fruto das atitudes ruins, somadas a traços de personalidade desfavoráveis. Para corrigi-los, desenvolva habilidades de inteligência emocional e relacionamento interpessoal. Existem excelentes cursos e livros sobre o assunto.

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Siga a minha dica: Aprenda como fazer o plano de carreira dos funcionários e se desenvolver como gestor.

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Desenvolvimento Humano

6 passos para implantar um atendimento impecável em sua empresa

Aumentar as vendas, ter clientes fieis e ser referência em sua área de atuação são os objetivos que permeiam os planos de todas as empresas nos dias de hoje, independentemente do segmento ou porte. Mas, para alcançar esses objetivos, é preciso muito trabalho e estratégias bem definidas.

Um dos principais fatores que contribuem para que as empresas alcancem o tão esperado sucesso é o atendimento oferecido aos seus clientes. Causar uma boa impressão no consumidor logo no primeiro contato dele com a companhia é essencial para que ele volte a fazer negócios com você.

No entanto, se você é micro ou pequeno empreendedor, sabe que essa tarefa não é nada fácil, pois envolve vários fatores, inclusive investimento. Mas fique tranquilo, pois é possível implantar um atendimento impecável em sua empresa sem que seja necessário interferir tanto no seu orçamento.

Ficou interessado? Então, confira a seguir os 6 passos que eu separei para você oferecer um atendimento excelente aos seus clientes!

1. Conheça as necessidades do seu negócio

Como abordei acima, às vezes é necessário que o empreendedor faça alguns investimentos em sua operação para oferecer aos consumidores um atendimento impecável.

Contratar colaboradores para ajudar no atendimento presencial, via telefone ou online é importante para que essa incumbência não fique apenas com o empresário.

Além disso, é necessário ter linhas de telefone disponíveis somente para o atendimento ao cliente e também um bom serviço de internet, que permita realizar uma interação rápida com o consumidor.

Os softwares de gestão de clientes também são importantes e ajudam a organizar em um único lugar  todas as informações referentes ao consumidor.

2. Valorize o seu primeiro cliente: o colaborador

Um dos passos mais importantes para implantar um atendimento impecável em sua empresa é contar com colaboradores bem treinados, motivados e felizes, que receberão os clientes com educação e livre de impressões antecipadas e distorcidas.

Para isso, é preciso valorizar o trabalho dos atendentes como se eles fossem o primeiro cliente da empresa, além de oferecer ao time capacitações para que o atendimento prestado seja cada dia melhor.

3. Aproxime-se do seu cliente

Muitas vezes, o contato com o cliente é rápido e isso acaba impedindo que a empresa conheça um pouco mais o perfil e as necessidades dos seus consumidores.

Por isso, é interessante que as pessoas responsáveis pelo atendimento — via telefone, online ou presencial — utilizem estratégias para conhecer o consumidor mesmo em um curto espaço de tempo.

Perguntar, por exemplo, o  nome do cliente, o que ele espera com a compra do produto ou serviço que está interessado e acompanhar como ele se comporta durante o atendimento são informações e percepções importantes para que as próximas abordagens sejam cada vez mais personalizadas e correspondam às expectativas do cliente.

4. Seja rápido e assertivo

A rotina corrida fez com que os consumidores atuais prezem por empresas que ofereçam agilidade no atendimento. Então, ser rápido é essencial nos dias de hoje. No entanto, a agilidade tem que vir acompanhada da assertividade.

No início da implantação do atendimento, conquistar a agilidade pode ser mais difícil, mas, com tempo, prática e tendo esse fator como um objetivo diário, é possível oferecer um atendimento rápido e eficiente aos seus clientes.

5. Baseie o atendimento na transparência

Demonstrar sinceridade durante o atendimento também é muito importante para que seja selada uma relação de confiança entre a sua empresa e o consumidor.

A melhor opção é sempre assumir um problema do que passar ao cliente a impressão de que a companhia esconde informações ou omite falhas.

6. Avalie o atendimento prestado

Por fim, quando o atendimento já estiver implantado em sua empresa, é importante sempre avaliar o serviço prestado e buscar feedbacks dos próprios clientes. Assim, é possível identificar os pontos a melhorar e potencializar os fatores que estão gerando bons resultados para a companhia.
Gostou das minhas dicas para você implantar um atendimento impecável em sua empresa? Então, não deixe de conferir o post no qual eu explico como oferecer um atendimento de sucesso!

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