Destaque, Tecnologia

3 pontos a considerar na hora de escolher um software para PME

Você já parou para se perguntar quais são os pontos que devem ser considerados na hora de escolher um software de gestão para PME? Será que você sabe o que é importante e o que vai fazer a diferença para a sua pequena ou média empresa?

Neste post eu vou ajudá-lo a responder essa pergunta, mostrando algumas características que você deve observar para escolher um bom software. Vamos lá?

1. Entenda a sua empresa

Antes de mais nada, é preciso que você entenda o seu negócio, ou seja, conheça a fundo o setor em que você atua, saiba qual é o tamanho exato da sua empresa e o volume de suas atividades.

Além disso, é necessário também que você compreenda o momento em que você está e aonde pretende chegar. Com base nesses dados, você poderá começar a definir qual é o melhor sistema para a sua organização.

Eu posso afirmar que, com essas informações em mãos, você já tem meio caminho andado, pois elas representam boa parte das características da sua organização.

Assim, será possível definir quais módulos serão necessários e escolher entre as diferentes formas de integração, relatórios e demonstrações que precisarão ser geradas e enviadas ao governo e outros órgãos.

2. Conheça as suas necessidades

Além de conhecer a sua empresa, recomendo que você entenda exatamente quais são as suas necessidades como gestor.

De nada adianta ter em mãos um excelente software com múltiplas funções se você não utilizar esses dados para nada. Portanto, é preciso compreender como funciona o seu cotidiano gerencial.

Comece analisando, por exemplo, se você precisa acompanhar de perto o fluxo de caixa (que é uma ótima ferramenta financeira e de gestão) e de que maneira quer observar os custos da empresa.

Com base nessas informações, fica mais fácil definir qual o tipo de sistema mais adequado e útil às necessidades do seu negócio e às suas demandas como gestor.

3. Saiba mais sobre o software para PME

Uma boa dica que posso dar é pesquisar diferentes softwares e tentar entender o que eles oferecem como diferencial.

Lembre-se de considerar o custo-benefício, mas também leve em conta a praticidade, o suporte e a usabilidade do sistema. É muito importante que ele tenha uma linguagem acessível a todos os seus colaboradores e que seja fácil de operar.

Outro ponto que eu recomendo verificar é o atendimento da empresa desenvolvedora. Essa questão é essencial no caso de alguma dúvida ou se você precisar de suporte.

A segurança dos dados também é uma questão a considerar na escolha do software para PME, já que você quer garantir que os dados de sua empresa estejam sempre seguros e acessíveis.

Neste post, eu mostrei que é preciso conhecer várias características da sua empresa e da sua gestão para optar por um software para PME. Essa é uma decisão muito importante para o futuro da sua organização, portanto siga minhas dicas e escolha com sabedoria!

Se ficou alguma dúvida ou se você quer conhecer soluções tecnológicas para a gestão do seu negócio, que tal entrar em contato conosco?

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#ClicoResponde, Tecnologia

Utilize essas 7 ferramentas de produtividade e faça sua empresa crescer!

Pode até parecer estranho, mas um dos melhores insights sobre produtividade que eu já vi por aí está em um filme de romance! Em “Antes do amanhecer”, um pequeno clássico lá dos anos 90, há uma cena em que o jovem Jesse (interpretado por Ethan Hawke) diz que uma das coisas que o deixa louco é o papo de que a tecnologia nos faz economizar tempo.

Para o personagem, isso não faz sentido porque, afinal, ninguém consegue usar de fato o tempo que foi economizado com o uso da internet ou dos computadores. Mas então, será que não existem ferramentas de produtividade que realmente melhoram a nosso desempenho e fazem com que as empresas cresçam de forma saudável?

A resposta é simples: claro que existem! E, para comprovar isso, traremos aqui uma lista com 7 aplicativos que irão aumentar a produtividade das suas equipes e fazer com que sua empresa cresça ainda mais. Continue lendo e confira!

Rescue Time

Em 2009, o Orkut ainda reinava absoluto como rede social favorita do público brasileiro, e nomes como Snapchat e Instagram sequer existiam no mercado. No entanto, mesmo com poucas opções, o nosso tempo gasto com esse tipo de site já passava das 4 horas e meia por mês, segundo uma pesquisa realizada na época pela Nielsen/IBOPE. Bem, se antigamente esse número já era bastante alto, imagine como é agora!

Quanto a isso, para saber se a sua produtividade está sendo atrapalhada por causa da timeline do Facebook ou dos grupos do Whatsapp, a melhor pedida é instalar o Rescue Time, um app que mede quanto tempo é gasto com programas e sites de trabalho, comunicação e entretenimento. Algo que, no final do mês, pode indicar se, de fato, você e sua empresa estão rendendo tanto como poderiam.

Forest

Percebeu que seu nível de produtividade pode não ser dos melhores? Nesse caso, uma boa dica para melhorar seu rendimento é instalar o app Forest. Diferente de outros programas de foco que existem por aí, o barato do Forest é que ele tem uma pegada mais gameficada, mais lúdica.

O que acontece aqui é o seguinte: você instala o Forest no celular ou no computador, e, quando começa uma tarefa, ele planta uma “sementinha virtual”. Se o usuário conseguir ficar pelo menos 30 minutos focado na tarefa, a plantinha cresce e vira uma árvore; se não conseguir, ela morre. Simples assim!

Trello

Sua empresa precisa lidar com vários colaboradores diferentes para vários projetos diferentes? Então, a melhor pedida para arrumar o meio de campo é usar o Trello, o famoso sistema que usa um esquema de gerenciamento de tarefas baseado em “listas”, em que é possível delegar trabalhos e administrar o andamento deles em uma só plataforma.

Toggl

Desenvolvido por uma equipe de programadores da Estônia, o Toggl é uma espécie de cronometro que é ligado quando a pessoa começa uma determinada tarefa e pausa ou para quando ela é concluída. Desse jeito, é possível saber ao certo quanto tempo foi gasto com cada projeto (ou partes dele) e até precificar melhor a hora trabalhada dos seus colaboradores.

Google Drive

Uma das coisas que pode atrapalhar bastante a produtividade da sua empresa é não ter um sistema que armazene todos os documentos importantes em um só lugar. Imagine só ter que pegar uma determinada planilha do Excel no computador de um gerente que faltou ao trabalho porque estava doente, imagens do projeto na máquina de outro funcionário, e ainda esperar o estagiário chegar à tarde para ter acesso à pasta onde ele salvou um dos documentos mais importantes? É muita dor de cabeça!

Por isso, nada melhor do que contar com aplicativos como o Google Drive, em que você não apenas consegue compartilhar os arquivos com toda a equipe (ou só com os colaboradores que desejar) como também pode ter acesso a tudo isso de qualquer lugar do mundo via internet. Uma ideia que ajuda não apenas a economizar tempo, mas também papel e dinheiro com impressão!

Weekdone

Instalou o Rescue Time, fez com que todo mundo focasse no trabalho com ajuda do Forest, dividiu as tarefas no Trello, monitorou o tempo com o Toggl e compartilhou tudo com o Google Drive? Ótimo! Mas será que todos esses apps estão fazendo com que sua empresa chegue onde é preciso para poder crescer? Só tem um jeito de saber isso: por meio dos KPIs, os indicadores-chave de desempenho!

Com ajuda desses indicadores, é possível ver se o seu negócio está de fato obtendo o retorno que deveria (como o aumento das vendas ou a diminuição no retrabalho das tarefas). E até para conferir isso existe um app que pode te ajudar. Nesse caso, me refiro ao Weekdone, um programinha em que você pode criar metas (tangíveis, claro) e medir o sucesso de cada uma ao longo da semana ou do mês.

Google Fit

“Espera ai, mas o Google Fit não é um programa de exercícios?” — Sim, isso mesmo. Mas quem disse que a prática de exercícios não pode influenciar na produtividade das suas equipes? De acordo com um estudo feito pela Universidade de Harvard, pequenas caminhadas ao longo dia, por exemplo, já são o suficiente para trazer os seguintes benefícios:

  • aumento da concentração
  • aumento da capacidade de memória
  • aprendizagem mais rápida
  • maior resistência mental a trabalhos
  • aumento da criatividade
  • redução do estresse

De olho nisso, várias empresas já estão criando programas internos que fazem com que os funcionários andem pelo menos alguns minutos durante o horário de trabalho. Algo que pode ser acompanhado por meio dos gráficos do Google Fit — que basta estar instalado no celular para acompanhar toda a movimentação ao longo do dia.

Viu só como não faltam ferramentas de produtividade por aí para que você possa tirar o melhor proveito da sua equipe e do seu negócio? Pois, então, que tal instalar algumas delas agora mesmo para ver que, sim, é possível usar a tecnologia para poupar tempo em nosso dia a dia?

E aí, curtiu a lista? Aproveite também para conferir outro post com as 5 dicas simples que fazem toda diferença na gestão de pessoas!

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Comunicação

Pequenas empresas: saiba apresentar seu negócio com criatividade!

Você tem uma ótima ideia, um excelente projeto ou produtos e serviços inovadores? Olha, vou dar uma dica, tome nota: Conte para seu público! Já vi muitas pequenas empresas com dificuldades de falar para os clientes em potencial que elas existiam. Parece louco, isso, não?

É como se eles não soubessem que uma empresa é que nem uma pessoa. Ela precisa se apresentar, isso é fundamental! Senão, como ela vai prospectar clientes? Eu nem faço ideia da primeira impressão que alguém teria de uma empresa que não diz nada de si mesmo.

Ah, mas eu tenho certeza de que, com algumas dicas e uma boa dose de criatividade, você vai conseguir mostrar uma imagem positiva da sua empresa para seus futuros clientes e também para os investidores. Acompanhe o que trago hoje para ajudar você!

Objetivos: o que você quer conquistar?

Quando você toma qualquer atitude, ela tem um objetivo, certo? Espero que sim, porque, quanto a mim, tudo que eu faço tem um fim. A sua empresa também precisa definir os dela. Aliás, você precisa fazer isso.

Você precisa dizer a que veio, amigo! E a cada novo produto que acrescentar no seu portfólio, pense nos objetivos que guiam seu negócio. Não se desvie deles, pois eles vão determinar o futuro da sua empresa. Os clientes e investidores precisam saber com muita clareza o que seu negócio almeja.

Público: com quem você quer fazer negócios?

Antes de pensar no que comunicar, pense em para quem você vai comunicar. Vá por mim: você precisa conhecer o seu público para falar algo que desperte o interesse dele. Você vai fazer isso percebendo qual perfil ele possui. Se você souber o que o seu público procura, então vai poder dizer que sua empresa tem isso a oferecer. Entendido?

Uma dica interessante que eu pratico é contar uma história. Se ela não sair da minha experiência, tento fazer isso com um personagem fictício, mesmo. Dou um nome a ele e mostro situações por que ele já passou.

Funciona, acredite. Falo por experiência. O público se coloca no lugar dele e percebe que tem necessidades semelhantes, que entende a situação dele. Percebeu como isso facilita a comunicação?

Conteúdo: o que vai ser dito?

Bom, sabendo o que você quer falar e para quem, falta o recheio. Qual vai ser o conteúdo da sua apresentação? Vamos tentar o seguinte, para ninguém se perder na hora de definir o que precisa ser dito na apresentação, dividiremos o conteúdo e analisaremos por parte. Assim:

Quem é a empresa?

Conte a história da sua empresa. Explique qual sua missão, sua visão e os valores que direcionam cada passo dela.

Quais os produtos e serviços?

Seja rápido e sucinto aqui. Não perca tempo com detalhes nem com especificações técnicas. Acredite no que eu digo: Você vai só cansar seu público. Basta dizer quais são os produtos e serviços que a sua empresa oferece. Inclua algumas fotos; isso vai enriquecer a apresentação.

Equipe: quem faz parte da sua empresa?

Olha, comigo é assim: Se eu for entregar algo especial para uma empresa tratar, quero saber quem vai cuidar daquilo. E quanto mais importante for o que eu tenho que resolver, mais eu me preocupo com isso.

Semana passada levei uma das minhas calças preferidas para ajustar, numa loja de consertos que eu sempre vou. Havia uma profissional nova e ela veio me atender. Claro que eu me senti inseguro! Minha calça é especial, precisava saber se ela ia fazer tudo como eu gosto.

Bom, as pessoas são assim. Elas querem saber quem vai cuidar de seus assuntos. Especialmente se a empresa é iniciante! Então é melhor você ressaltar a experiência dos seus profissionais. Fale um pouco sobre o currículo deles e boas experiências e conquistas.

Contato: como sua empresa pode ser encontrada?

O básico, não? Melhor não esquecer. Não deixe de informar como encontrar a sua empresa. Coloque isso em destaque, informando qual é seu endereço, e-mail, telefone e site, se tiver um.

Objetividade: que tal focar somente no principal?

Sua apresentação precisa ser didática, visual e não pode levar muito tempo. Dez minutos é mais que suficiente para falar sem deixar seu interlocutor entediado nem disperso.

Não esqueça do que falei: seja sucinto! Basta informar o que for relevante e não precisa utilizar termos técnicos demais. Seu público precisa pegar a ideia sem dificuldades.

Diferencial: o que você tem de especial?

Você quer mostrar o que faz de diferente? Não vejo nenhuma objeção. Nada impede que você compare seus serviços com o do seu concorrente. Mostre que você conhece o mercado e sabe das vantagens e dos diferenciais do seu produto.

Só tenha o cuidado de não parecer leviano nem desleal. Foque mais em exaltar as suas vantagens que em desqualificar seu concorrente. E se você tiver algum ponto fraco, principalmente caso o seu público já saiba disso, nem pense em ocultar! É bem melhor ressaltar as formas como ele pode ser superado.

Melhor ser sempre verdadeiro e honesto com seu interlocutor. Aponte metas e previsões, mas não seja otimista em excesso para não soar como um enganador diante do seu público.

Visual: como preparar a apresentação?

Grande parte das apresentações presenciais usam slides como base. Eu mesmo faço isso! Eles realmente ajudam, mas não se pode esquecer que são somente um suporte. Nada de ficar lendo o que está escrito: seu público sabe ler.

Falando mesmo a verdade, você nem precisa usar tantas palavras. Não mesmo, quando se tem recursos visuais muito bons como ilustrações, gráficos e imagens. Eles são muito mais atrativos e eficazes em passar o recado.

Você também não pode passar a impressão de que a mesma apresentação é utilizada em toda e qualquer situação. Se parecer genérico demais, seu público pode pensar: “Eu não sou especial? Não mereço algo personalizado?” Faça com que ele tenha a sensação de que o material foi feito exclusivamente para ele.

Siga meu exemplo: monte um roteiro, prepare uma história para ser contada durante a apresentação. Uma bem envolvente, com princípio, meio e fim, e com uma boa dose de emoção.

Lembre-se de que o apresentador é o verdadeiro protagonista e precisa ter a história toda na cabeça. O material? Ele vai ser apenas um complemento para prender a atenção do público, facilitar o entendimento e fixar suas informações.

Diálogo: como pequenas empresas se comunicam?

Sabe quando a comunicação é mais interessante? Quando um dos lados não monopoliza o discurso. A conversa pode ter mão dupla e o público, com certeza, vai ter perguntas a fazer. E isso é bom! Encoraje e dê espaço para que as dúvidas sejam apresentadas e possam ser sanadas da melhor maneira, para que tudo fique o mais claro possível.

Se achar melhor, o apresentador pode avisar, ainda no início, que as possíveis dúvidas ficaram para o final, com um tempo reservado especificamente para isso.

Sabe aquele discurso vendedor, que parece muito um anúncio? Passe longe! A experiência tem me dito que o apresentador educado, polido, com naturalidade conquista muito mais que um vendedor insistente.

Eu espero, de verdade, que com essas dicas tenha ficado mais fácil apresentar seu negócio e atrair a atenção do seu público. Pequenas empresas precisam se comunicar o máximo e melhor possível para aumentar cada vez mais o sucesso de seu negócio. Depois de tudo que você aprendeu hoje, eu sugiro que dê uma olhada num artigo em que falo em que redes sociais você pode investir, de acordo com seu negócio. É bem interessante e vai ajudar sua empresa a destacar!

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Finanças e Tributos

7 linhas de crédito para investir em sua pequena empresa

As pequenas empresas enfrentam grandes desafios diariamente. A necessidade de antecipar as mudanças diante de previsões econômicas e políticas é imprescindível para que os pequenos empresários se mantenham ativos no mercado. Pensando em todas as dificuldades e desafios, eu resolvi pesquisar alternativas de linhas de crédito para você investir em sua pequena empresa.

Minhas dicas para você têm um objetivo bem simples: fazer com que sua empresa tenha um bom planejamento financeiro. Então, se você está querendo investir e está sem dinheiro em caixa, tenho uma boa notícia, há uma luz no final do túnel, confira:

Linha Proger Urbano – Capital de Giro

A Linha de crédito Proger Urbano é um financiamente no limite de até R$ 200 mil por empresa, com prazo máximo de pagamento de até 48 meses, sendo 12 meses de carência e limite financiável de 100%. As taxas de juros de longo prazo (TJLP) são de até 12% ao ano.

BDMG

O Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) oferece linhas de crédito especiais para pequenas empresas (com faturamento de até R$ 30 milhões/ano). As vantagens dessa linha de crédito do BDMG é que não são exigidos tempo de relacionamento ou adesão a outros produtos oferecidos pela instituição bancária.

Algumas das modalidades de financiamento são: capital de giro e expansão dos negócios e projetos de inovação. Se você ficou interessado, vale a pena acessar o site e conhecer um pouco mais sobre as linhas de crédito oferecidas pelo banco.

BNDES Automático

Financiamento realizado por meio de instituições financeiras credenciadas ao BNDES, com valores até o limite de R$ 20 milhões. O BNDES possui várias linhas de financiamento com condições que podem ser adequadas às mais diversas necessidades, vale a pena conhecer.

FINEM

É um financiamento do grupo BNDES para empreendimentos que valor igual ou SUPERIOR a R$ 20 milhões. Este financiamento é direcionado para ampliação, recuperação e modernização de ativos fixos nos setores de indústria, comércio, prestação de serviços e agropecuária.

Pode ser realizado diretamente com o BNDES ou por meio de instituições financeiras credenciadas.

FINAME

Financiamento do BNDES direcionado especificamente para máquinas e equipamentos. Só pode ser direcionado para produção e aquisição destes produtos e os eles devem ser credenciados no BNDES. Esse tipo de financiamento só pode ser realizado por meio de instituições financeiras credenciadas à instituição. Para saber mais, acesse o site.

Cartão BNDES

O cartão BNDES é voltado para aqueles empresários que necessitam de valores até R$ 1 milhão, exclusivamente para aquisição de produtos credenciados no Portal de Operações do cartão BNDES. A taxa de juros dessa linha de crédito é definida mensalmente e os prazos de amortização variam de acordo com a instituição credenciada que você escolher.

Microcrédito Produtivo Orientado Caixa

A linha de crédito da Caixa Econômica Federal é outra opção para você que busca investir no seu negócio. O valor liberado depende da análise do crédito e da capacidade de pagamento da empresa. O valor pode chegar a R$ 15 mil. É uma das formas mais facilitadas de se conseguir um crédito.

Todo empresário quer ver o negócio crescer e prosperar e, para isso, muitas vezes, é essencial buscar linhas de crédito para investir na empresa e dar a ela oportunidade de crescer e se destacar no mercado.

Se você quer crescer, não deixe de acessar o artigo que auxiliará você na gestão da sua empresa por meio de ferramentas de fácil utilização. Não se esqueça de compartilhar comigo a sua opinião sobre este post! Se conhecer outras linhas de crédito, me conta que eu também quero conhecer!

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Finanças e Tributos

Simples nacional: tudo que você precisa saber sobre impostos em PMEs

Ser empreendedor no Brasil não é uma tarefa fácil. Além da dedicação necessária para tocar o negócio, temos que lidar com inúmeras outras questões, muitas vezes difíceis de resolver e cheias de burocracia. Dentre todas essas dificuldades, uma se destaca: os impostos. Tentar entender a imensa diversidade da carga tributária brasileira causa dor de cabeça e assusta qualquer empresário.

Mas, para ajudar micro e pequenas empresas, existe uma alternativa que facilita bastante esse processo: o Simples Nacional. Como seu próprio nome já mostra, o objetivo dele é simplificar o sistema de impostos e descomplicar a vida dos pequenos empreendedores.

Para explicar melhor, resolvi fazer um post contando tudo sobre o funcionamento do Simples. Ficou interessado? Então confira abaixo!

O que é o Simples Nacional?

O Simples Nacional é um regime especial de arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos e impostos. Criado para atender microempresas e empresas de pequeno porte, o Simples tem a missão de facilitar a contabilidade e o recolhimento tributário por meio de uma série de benefícios e vantagens, como:

  • Reunião dos 8 tributos federais, estaduais e municipais para empresas em uma única alíquota;
  • Redução significativa da carga tributária em relação aos outros regimes de recolhimento de impostos;
  • Criação de um registro único para a empresa, dispensando o cadastro do CNPJ para cada instância (federal, estadual, municipal);
  • Redução de custos trabalhistas ao eliminar a contribuição de 20% do INSS Patronal;
  • Simplificação do recolhimento dos impostos devidos, ao unificar todos os pagamentos em um só processo.

Quais empresas podem entrar no Simples Nacional?

Se enquadram no Simples os Microempreendedores Individuais – MEI, microempresas (faturamento de até R$ 360 mil/ano) e empresas de pequeno porte (faturamento entre R$ 360 mil e 3,6 milhões/ano).

Além disso, para poder optar pelo sistema, a empresa não pode ter débitos na Dívida Ativa da União ou no INSS, e nem apresentar irregularidades no seu CNPJ e nos cadastros fiscais federal, estadual ou municipal.

Determinados ramos de atuação também não são aceitos no sistema. A restrição existe para negócios ligados a atividades técnicas ou que demandam uma regulação especial.

Por isso, são impedidas de participar do Simples empresas do setor financeiro, imobiliário, de energia e combustíveis, de transporte, e que produzam cigarros, bebidas alcoólicas, armamentos ou explosivos.

Porém, é importante lembrar que o Simples não é obrigatório. Mesmo se a empresa cumprir todos os requisitos para participar do regime, a sua entrada é totalmente facultativa. A empresa só fará parte dele se optar por isso.

Quais os impostos abrangidos pelo Simples Nacional?

O Simples Nacional unifica diversos impostos federais, estaduais e municipais em apenas um tributo. Com isso, o recolhimento de todos eles é feito de uma vez só, por meio de um único pagamento.

Os impostos e contribuições que o Simples abrange são os seguintes:

  • IRPJ – Imposto de Renda Pessoa Jurídica;
  • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços;
  • COFINS – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social;
  • IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados;
  • Contribuição para o PIS/PASEP;
  • CSLL – Contribuição Social sobre o Lucro Líquido;
  • CPP – Contribuição Patronal Previdenciária;
  • ISS – Imposto Sobre Serviços

Como é feito o cálculo do imposto a ser pago no Simples?

O cálculo do imposto a ser pago pelo regime do Simples vai variar de acordo com a atividade e faturamento o da empresa. O valor a ser pago é calculado aplicando a alíquota correspondente ao ramo de atuação da empresa sobre a sua receita bruta mensal.

No caso do comércio e atividades de varejo, por exemplo, essa alíquota pode variar de 4% até 11,61%. No setor industrial, ela vai de 4,5% até 12,11%; e em atividades de prestação de serviços, de 6% a 17,42%. Para conhecer todos esses valores e saber em qual situação a sua empresa se encaixa, é necessário consultar a tabela específica de alíquotas do Simples, disponibilizada no site da Receita Federal.

Como a contribuição do Simples é recolhida?

No Simples, a empresa efetua o pagamento do imposto devido por meio de uma única guia de recolhimento, o DAS – Documento de Arrecadação do Simples, todo dia 20 de cada mês.

Para emiti-la, a empresa optante pelo Simples deve usar obrigatoriamente o sistema da Receita Federal, que automaticamente vai calcular o valor devido e gerar a guia de recolhimento para ser paga.

Antes do Simples, recolhia-se cada um desses impostos e tributos por meio de guias e procedimentos específicos, com formas de cálculo, prazos de vencimento e regras distintas entre si.

Por isso, o DAS representa um grande avanço para facilitar a vida das pequenas e médias empresas, já que unifica o recolhimento de impostos para os optantes pelo Simples em apenas um processo mais rápido, barato e prático de ser realizado.

Como se inscrever no Simples Nacional

Para empresas em início de atividade, que tenham menos de 180 dias de existência como pessoa jurídica – ou seja, que tiraram seu CNPJ há menos de 6 meses, a entrada no Simples deve ser pedida no máximo 30 dias após a inscrição estadual ou municipal.

Após esse prazo, a opção pelo Simples Nacional só pode ser realizada no mês de janeiro seguinte, do primeiro até o último dia útil. Essa condição também se aplica a todas as empresas que possuam CNPJ há mais de 6 meses.

Vale a pena optar pelo Simples Nacional?

Antes de optar pelo Simples, é preciso fazer os cálculos e saber todos os detalhes de sua empresa, para não sair perdendo.

O Simples traz sim diversas vantagens para alguns tipos de empresa. Porém, para outras, ele pode não ser tão bom assim. Apesar de simplificar muito os trabalhos e reduzir o tempo gasto na administração tributária da empresa, na maioria das vezes, essa opção pode acabar até aumentando a carga tributária a ser paga pela empresa.

Um exemplo são as empresas que tem pouca ou nenhuma margem de lucro. Como o valor a ser pago no Simples é calculado em cima do faturamento, e não em cima daquilo que ela realmente lucrou, uma empresa pode ser obrigada a pagar uma carga tributária que não condiz com a situação de seu negócio. O que em vários momentos pode ser bastante prejudicial ao caixa da sua empresa.

Por isso, cada caso será um caso. O indicado é sempre fazer simulações considerando a condição do seu negócio, verificando se as outras opções de regime tributário existentes, como lucro real e lucro presumido, são mais vantajosas para a sua empresa que o Simples.

Por isso, conhecer bem sobre impostos e regimes tributários é mais do que essencial para qualquer empresário. Ser bem informado não só sobre seu negócio, mas sobre todos os detalhes que o envolvem; é o ponto de partida para qualquer empresa que quer ser bem-sucedida.

No final das contas, a informação e o conhecimento serão sempre as melhores ferramentas para evitar que você caia em armadilhas e para que tenha sucesso em seu empreendimento.

E aí, gostou do meu artigo? Espero que agora tenha entendido tudo sobre o Simples Nacional! Se ficou curioso para conhecer mais sobre o assunto, não pare por aqui: confira minhas dicas sobre como montar um Plano de Negócios!

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Finanças e Tributos

As 5 melhores práticas de controle financeiro para pequenas empresas

Para ser um empreendedor de sucesso, apenas trabalhar duro e torcer para que tudo dê certo não é o bastante. Se você quer que sua empresa tenha bons resultados, é mais do que necessário manter um controle financeiro eficiente de todas as etapas do seu negócio. Um planejamento financeiro eficiente acompanhado de um monitoramento detalhado de seu caixa pode fazer toda diferença, principalmente para micro e pequenas empresas.

Por isso, resolvi destacar neste post cinco dicas de práticas para melhorar o controle financeiro, essenciais para qualquer empresa que está começando. Confira!

1. Analise o orçamento da empresa

O primeiro passo em qualquer planejamento é sempre se inteirar sobre a real situação das coisas. Analisar a condição de uma empresa é, antes de tudo, saber como está a sustentabilidade e o desempenho financeiro de seus negócios.

Por isso, coloque tudo na ponta do lápis: receitas, custos, estruturas, dívidas de curto, médio e longo prazo, a situação do mercado, entre outras informações, darão para você uma visão completa de como você fatura e para onde estão indo os recursos do seu negócio.

2. Registre as movimentações financeiras corretamente

Organizar um método preciso para registrar a movimentação de dinheiro da empresa é essencial para ter pleno controle financeiro e poder analisar como anda seu caixa.

Portanto, estabeleça uma rotina onde todas as saídas e entradas de dinheiro da empresa sejam registradas imediatamente após o momento em que elas acontecerem. Mantenha essa prática com disciplina junto a sua equipe e incorpore o hábito de controlar todas as operações de perto.

Além disso, avalie e monitore cada lançamento para saber como suas finanças estão se comportando. Dessa forma, será possível entender melhor a evolução do seu caixa com o passar dos meses e tomar melhores decisões a partir disso.

3. Controle e reduza os gastos

É preciso estabelecer prioridades e acabar de vez com gastos desnecessários. Essa é uma ótima iniciativa para organizar financeiramente uma empresa, fazendo com que ela seja eficiente e aumente sua margem de lucro.

Ainda que algumas coisas pareçam essenciais, controlar seus custos e se esforçar para fazer mais com menos deve ser um objetivo constante em todo negócio.

4. Faça projeções para o longo prazo

Um bom controle financeiro demanda que seja feito um planejamento de longo prazo, tanto da situação da empresa quanto do mercado. Essa prática permite alinhar o investimento para fazer o negócio rodar com o faturamento que ele vai gerar, evitando possíveis problemas com o capital de giro no futuro.

Por isso, é fundamental conhecer como está o ciclo operacional das atividades da empresa e saber definir o valor das despesas que existem em cada etapa, como aquisição, estocagem, fabricação, venda e pagamento, para que todas as despesas sejam planejadas de acordo com seu potencial de retorno.

5. Procure a ajuda de especialistas financeiros

Na maioria das vezes, o pequeno empresário não possui conhecimento suficiente sobre práticas de contabilidade e administração de empresas — o que faz com que diversos erros financeiros sejam cometidos durante seu percurso como empreendedor.

Nesses casos, o melhor é ter o auxílio de um bom profissional da área, como seu contador ou um especialista em gestão de negócios. Eles te orientarão para organizar seu planejamento da melhor forma, corrigindo quaisquer erros na gestão do dinheiro de sua empresa e sanando todas as dúvidas financeiras que por ventura você tenha.

Não perca tempo deixando as finanças do seu negócio sem a devida atenção. Lembre-se sempre de que fluxo de caixa é o coração de qualquer empresa. Logo, conhecer e cuidar corretamente do dinheiro do seu negócio é trabalhar para que ele continue operando bem e existindo por um longo tempo.

Se ficou alguma dúvida sobre como fazer o controle financeiro da melhor forma, sinta-se à vontade e deixe um comentário abaixo — responderei assim que possível!

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