Email marketing: boas práticas para uma ação de vendas

Email marketing: boas práticas para uma ação de vendas

Ano passado, mais de 1 milhão de emails foram reportados como spam apenas no Brasil. Veja algumas dicas para evitar que a sua campanha acabe sendo um tiro no pé de sua marca

Uma ferramenta muito comum utilizada para ajudar na comunicação com seus potenciais clientes e na alavancagem de vendas é o email marketing. Mas é preciso muito cuidado para que algo tão bacana e funcional acabe por se tornar aquilo que o mercado chama de spam – aquelas mensagens chatas e insistentes que chegam em nossa caixa de entrada e, em vez de serem revertidas em vendas para a empresa, acabam por comprometer a sua marca.

Se posso fazer uma analogia, o email marketing de hoje é a evolução para ambiente digital da mala direta, muito mais comum nos tempos pré-internet do que atualmente. Sabe aquelas cartas que chegavam a você pelo correio, oferecendo produtos, cursos e outras coisas? Então, dá no mesmo: só que, agora, a sua caixa de correio é virtual, não mais física. Se você quiser mandar um email marketing, é importante saber que precisará contratar uma ferramenta que faz o disparo e ter uma base de potenciais clientes para enviar o comunicado, que pode conter apenas a campanha comercial em si ou algum conteúdo que gere interesse do usuário. Fui buscar umas informações sobre este tema no NIC.br, Núcleo de Informação e Coordenação da web no Brasil. Segundo a entidade, o primeiro spam tem dia de nascimento: 5 de março de 1994. “Neste dia, dois advogados, Canter e Siegel, enviaram uma mensagem sobre uma loteria de Green Cards americanos para um grupo de discussão da USENET. O ato de enviar uma mensagem de propaganda para um fórum sem foco no assunto causou espanto e revolta em muitos assinantes do grupo”, conta o site. O site dá algumas dicas de boas práticas para a produção de uma campanha de email marketing que não seja considerada spam. Vou transcrevê-las aqui:

  • Enviar emails somente para os clientes que optaram pelo cadastro na lista de divulgação de seus produtos e/ou serviços (na linguagem web, aqueles que fizeram o opt-in). Tal cadastro pode ter sido feito por telefone, na hora do primeiro contato comercial ou por formulário disponível no site da empresa na Internet;
  • Não usar listas de divulgação de terceiros, nem comprá-las de fornecedores;
  • Não reutilizar listas de divulgação, ou seja, não enviar informações de determinado serviço aos clientes cadastrados na lista de divulgação de outro serviço, ainda que sejam da mesma empresa;
  • Respeitar as opções do cliente no preenchimento de formulários de cadastramento em listas de divulgação, por escrito ou online;
  • Respeitar as solicitações de descadastramento de suas listas;
  • Não iniciar o primeiro contato com o cliente por e-mail, ou seja, o envio do primeiro email, sem prévia autorização do cliente.

No ano de 2013, segundo o NIC.br, foram reportados quase 1 milhão de spans na internet brasileira. O número assusta, mas ainda foi menos do que no ano anterior: 1,7 milhão.

 

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