Seis passos para comunicação interna em empresas familiares

Seis passos para comunicação interna em empresas familiares
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Adolfo Felipe da Silva
Content Manager @ Guia Empreendedor

O que será informado, para quem e em qual formato são algumas das questões a serem feitas antes de começar os trabalhos

Tenho uma amiga que é dona de uma empresa. Digo dona porque é essa a “vibe” mesmo: não é CEO, não é presidente, não é administradora. É dona! Além de funcionários regulares, emprega alguns primos, tios e irmãos, como ocorre nas típicas companhias familiares. Para evitar confusão e “diz que me diz”, ela, sabendo que sou formado em comunicação, me pediu ajuda para criar um projeto de comunicação interna.

Decidi compartilhar com vocês as ideias que troquei com ela. Sei que pode ajudar muito de vocês!

O primeiro passo é criar uma política: o que e de que forma você quer informar? O que será compartilhado com toda equipe e o que ficará restrito a cargos de diretoria ou gerência? Como a empresa de minha amiga é pequena, a coisa pode ser construída junta. Sugeri que ela ouvisse seus funcionários para entender quais informações ajudariam no dia a dia. Vale uma ressalva importante: uma vez que as regras tenham sido estabelecidas, não abra exceções. Se a proposta escolhida não estiver atendendo, altere-a de maneira formal.

Em segundo lugar, é preciso definir uma figura que ficará responsável por organizar as informações e divulgá-las para os demais colaboradores. Defina, junto dela, como será isso – de forma regular, ou pontual – e estabeleça um calendário.

Um terceiro ponto, muito importante, é aprovar todos os comunicados antes de eles serem compartilhados com os funcionários, para evitar erros. Informativos oficiais são de responsabilidade da diretoria, de ninguém mais.

O quarto passo é não fazer diferença entre parentes e não-parentes. Se você vai comunicar os analistas sobre tal coisa, todos devem ficar sabendo e ninguém, mesmo que seja seu irmão, deve receber informações privilegiadas que só seriam acessíveis pela diretoria, por exemplo.

Em quinto lugar, pense no seu interlocutor: os níveis de maturidade e compreensão das pessoas mudam bastante. Não comunique tudo para todo mundo. Pense sobre qual será o efeito daquelas informações para determinado público: a equipe de atendimento, por exemplo, não precisa ficar sabendo que haverá corte de funcionários. A diretoria, sim.

Um sexto ponto a ser considerado é que informações sigilosas não devem ser compartilhadas de maneira escrita – faça pessoalmente. Comunicados sobre feriados, folgas, concessão de benefícios, etc, podem ser redigidos, sem problemas.

Estes foram apenas alguns pontos que me recordei de nossa conversa. E você, tem experiência que possa ser compartilhada sobre esse assunto? Comente este post!

 

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Adolfo Felipe da Silva

O Adolfo Felipe tem 23 anos, e 6 deles são de experiência com marketing e vendas. Atualmente faz parte do time de Marketing no Guia Empreendedor, onde é responsável pela estratégia de inbound marketing. Tem experiência em diversos segmentos como varejo, educação e tecnologia.

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